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K2_DISPLAYING_ITEMS_BY_TAG Cuidados

Estudos revelam que em 90% dos casos de morte súbita em atletas, a causa subjacente é uma condição cardíaca não diagnosticada ou subestimada, como a Miocardiopatia Hipertrófica, anomalias coronarianas ou miocardite, entre outras.

 

Além disso, fatores como idade, condições climáticas extremas durante a prática esportiva e o uso de substâncias ilícitas ou lícitas, como anabolizantes e energéticos, podem contribuir.

 

Dois elementos estão interligados nesses eventos: o tipo de esporte praticado e a predisposição individual do atleta. Ou seja, esportes de alta intensidade física aumentam o risco de eventos cardíacos, e as condições de saúde do atleta podem influenciar o surgimento de problemas cardíacos.

 

Sintomas como tonturas, leves dores no peito durante o treino, palpitações e falta de ar devem ser observados atentamente. Embora a ocorrência de morte súbita durante a prática esportiva seja rara, é fundamental estar atento aos sinais e buscar supervisão profissional.

 

Rádio Eldorado FM

K2_PUBLISHED_IN Saúde

Para a médica Loretta Campos, é preciso designar um responsável para acompanhar a brincadeira de crianças durante festas e viagens. Também é importante adotar medidas de segurança em casa

 

Feriado e acidentes ainda são uma associação comum. Dados do Ministério da Saúde apontam que acidentes domésticos foram responsáveis pela morte de mais de 8 mil crianças em 2022 e quando as crianças têm mais tempo livre esses números tendem a aumentar.

 

Diante disso, a médica pediatra, Loretta Campos, fundadora do Espaço Zune, alerta para a importância de se ter um olhar preventivo com relação ao risco de acidentes em casa ou durante viagens. “Eles são muito frequentes e estão entre as principais causas de mortalidade infantil. Os pais precisam estar atentos com o objetivo de prevenir, pois alguns segundos podem mudar a vida da criança e da família”, ressalta.

 

Afogamento entre principais acidentes

 

A especialista afirma que os afogamentos estão entre os principais acidentes e que 70% deles acontecem com um adulto presente. “Digo sempre que quem está cuidando da criança precisa ter um nome.

 

Normalmente, em períodos de festas e viagens em família, as pessoas acham que todos estão vigiando a criança e que não precisa que alguém do grupo fique responsável por esse cuidado quando, na verdade, basta um descuido para a criança se afogar”, salienta.

 

Assim, a pediatra recomenda ainda que piscinas sejam cercadas e devidamente trancadas ou cobertas com telas de proteção a menos que haja alguém completamente responsável por acompanhar a brincadeira. Contudo, a pediatra Loretta Campos lembra que afogamentos em vasos sanitários também são frequentes e que é preciso instalar travas de segurança para prevenir.

 

Finalmente, a especialista pede cuidado com os baldes, muito utilizados por pais e cuidados em dias quentes em casa ou mesmo pela própria criança sem a devida supervisão.

 

“Esse tipo de acidente é comum porque, depois de se abaixar, a criança não tem força suficiente para voltar já que a cabeça ainda é maiorzinha em relação ao resto do corpo. Por isso, os baldes com água são causas frequentes de afogamento”, esclarece.

 

Induzir o vômito ou não?

 

Além do afogamento, ainda existem vários riscos em potencial pela casa como choques elétricos, objetos cortantes, líquidos quentes dentre outros.

 

Diante disso, a médica pediatra reforça a importância de cobrir tomadas corretamente, fixar móveis e outros objetos que podem cair sobre a criança e, principalmente, armazenar materiais de limpeza, medicamentos e outros produtos que podem causar intoxicação em lugares realmente seguros. “Cabeceiras e mesmo gavetas não impedem a criança de abrir e ingerir essas substâncias”, pontua.

 

Mais do que isso, Loretta explica que a primeira atitude que deve ser tomada em constatação ou mesmo suspeita de intoxicação por ingestão acidental de algum produto é buscar orientação. “É preciso ligar imediatamente para o CIATox*, um centro de assistência toxicológica que orienta como proceder.

 

Essa orientação cuidadosa é importante porque, às vezes, a mãe tende a achar que o primeiro passo é induzir o vômito, mas para algumas substâncias isso pode piorar o quadro do esôfago, por isso deve-se evitar agir sem ter a informação correta. Na dúvida, a alternativa é levar a criança ao pronto socorro imediatamente”, frisa.

 

A médica pediatra esclarece que é importante ficar atento a sintomas neurológicos nos casos de intoxicação. “Confusão mental, sonolência excessiva, vômitos repetidos que não cessam ou mesmo a mãe ter a impressão de que a criança mudou o comportamento devem ser observados”, conclui.

O número do CIATox em Goiás é 08006464350

 

Rádio Eldorado FM

K2_PUBLISHED_IN Segurança

Pesquisa do CEUB abre caminho para métodos sustentáveis de controle da proliferação do Aedes aegypti

 

A aplicação de 5ml (uma colher de chá) de extrato feito com 200g de Alecrim em um litro de álcool 96º pode ser uma das alternativas para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya.

 

A descoberta partiu de pesquisa orientada pela Professora Dra. Francislete Melo e realizada por Clerrane Santana, estudante de Ciências Biológicas do Centro Universitário de Brasília (CEUB) - destacando o poder das plantas no combate a esse mosquito, em complemento aos inseticidas químicos convencionais.

 

Os resultados do estudo foram promissores: o extrato de Alecrim (Rosmarinus officinalis), nas primeiras 12 horas, demonstrou ser um larvicida mais eficiente do que a água sanitária, com taxa de mortalidade de 85% em comparação aos 78% do controle convencional.

 

Francislete Melo, orientadora do projeto, explica que a fitoterapia trabalha com uma mistura de componentes: "Acredita-se que a interação dessas moléculas causa o efeito desejado. Os extratos testados são ricos em compostos fenólicos, que já são conhecidos por suas propriedades larvicidas”.

 

A futura bióloga Clerrane Santana destaca que a aplicação doméstica de extratos de plantas, como o alecrim, apresenta-se como uma estratégia complementar, natural e de baixo custo para o controle das larvas do mosquito.

 

"Os resultados abrem caminho para a implementação de métodos mais sustentáveis e eficientes no combate ao Aedes aegypti, contribuindo para a redução das doenças transmitidas por esse vetor e para a preservação do meio ambiente", acrescenta Santana.

 

Processo de Pesquisa

 

Para o estudo do CEUB, foram utilizadas larvas de Aedes aegypti em estágio de desenvolvimento 3, que foram expostas a extratos etanólicos de alecrim. Tal extrato foi obtido por meio do método de maceração com agitação em etanol 96º.

 

Para realizar o experimento, o ativo foi adicionado em placas de Petri, onde as larvas foram expostas ao extrato diluído em água destilada. Também foram estabelecidos grupos de controle, sendo um com apenas água destilada e outro com água sanitária comercial, conhecida por seu efeito larvicida.

 

Infecções por Aedes aegypt

 

O Brasil registrou 173 mortes por dengue em 2023, com média de 2 mortes por dia, de acordo com relatório epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde. Foram 4.231 notificações da doença, totalizando 584.113 casos prováveis de dengue em apuração.

 

Comparado ao mesmo período do ano anterior, houve um aumento de 41% no número de casos, com pico houve um pico significativo em março: 45.442 casos em apenas três dias.

 

Rádio Eldorado FM

K2_PUBLISHED_IN Saúde

Dermatites e conjuntivites alérgicas lideram o ranking dos principais problemas durante a folia

 

Com a alegria do Carnaval chegando, é comum muitas famílias transformarem as crianças em verdadeiros foliões. A diversão é garantida. Mas para o momento de alegria não se transformar em uma visita ao pronto socorro, especialistas da SGP (Sociedade Goiana de Pediatria) alertam sobre o uso de um adereço muito comum no período: a maquiagem.

 

Valéria Granieri, presidente da SGP, explica que as tinturas colocadas no rosto devem ser escolhidas com cuidado, já que algumas podem causar alergias severas.

 

“É fundamental escolher produtos de qualidade, hipoalergênicos e testados dermatologicamente. O contato dessas substâncias com a pele delicada das crianças pode desencadear reações alérgicas, irritações e até dermatites", alerta.

 

Para além de sintomas na pele, a pediatra acrescenta que incômodos oculares também são comuns neste período. O glitter, item indispensável na folia, é um dos principais responsáveis por esse tipo de problema.

 

“As pequenas partículas acabam indo para muitos locais, inclusive os olhos, e dependendo da quantidade e tipo a criança pode sofrer com irritações e conjuntivite. Em casos graves, o glitter pode até mesmo arranhar a córnea”, detalha. 

 

Atenção com a fantasia

 

As fantasias também merecem atenção especial. Em uma época do ano marcada por altas temperaturas, é vital escolher trajes leves e frescos para garantir o conforto das crianças.

 

Granieri reforça que optar por tecidos respiráveis, como algodão, e evitar excessos que possam causar superaquecimento são precauções importantes para evitar desconforto e até problemas mais sérios, como desidratação.

 

"Manter as crianças bem hidratadas e protegidas do sol é essencial. Uso de filtro solar para quem vai pular Carnaval em ambientes abertos é indispensável, além do repelente, já que Goiás declarou situação de emergência por conta da dengue.

 

Além disso, evitar alimentos pesados e preferir opções mais leves e saudáveis durante as festividades fará com que a comemoração seja segura", finaliza.

 

Rádio Eldorado FM

K2_PUBLISHED_IN Saúde

Especialista orienta o uso de água do mar e vinagre para limpar a área afetada

 

Apesar de chamar atenção pelas cores vívidas, as caravelas-portuguesas apresentam riscos à saúde de banhistas durante este verão. Isso porque essa espécie possui toxinas em seus tentáculos que, ao entrar em contato com a pele, causa queimadura e coceira intensas.

 

A presença de caravelas na região litorânea é mais comum durante o verão, quando as águas estão mais quentes, favorecendo sua reprodução. Além disso, a pesca predatória, que diminui seus predadores, também pode favorecer o aumento do aparecimento de caravelas nas praias.

 

Gisele Abud, médica e diretora Técnica da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24h Zona Leste, localizada na região litorânea de Santos (SP), indica que os banhistas tenham cuidado após serem atingidos pelo animal.

 

“É muito importante que a pessoa atingida não coce a região, pois além da substância tóxica, as caravelas também soltam pequenos espinhos que, ao entrar em contato com as mãos, podem se espalhar em outras partes do corpo à medida que o banhista se coce”, alerta a profissional.

 

O que fazer em caso de queimadura

 

Segundo o recomendado pelo Ministério da Saúde, os primeiros cuidados pedem:

 

· Lavar o local afetado com a própria água do mar;

· Lavar abundantemente o local com vinagre sem esfregar a região acometida;

· NÃO usar água doce ou urina para lavar o local, isso pode aumentar o inchaço e causar ardor;

· Procure assistência médica para avaliação clínica do envenenamento. Em caso de acidentes graves, há indicação de atendimento de urgência.

 

Ao avistar uma caravela é indicado não a tocar. Caso haja contato, o indivíduo pode sentir fortes dores, inchaço, vermelhidão no local afetado e sensação de queimadura.

 

"Elas têm células microscópicas que provocam dor intensa. Os envenenamentos podem comprometer o sistema respiratório e até cardíaco, podendo levar à um quadro fatal”, lembra Gisele Abud.

 

Rádio Eldorado FM

K2_PUBLISHED_IN Brasil

Milhões de brasileiros esperam ansiosamente pela folia do Carnaval. Na próxima semana, muitos se preparam para viajar, curtir rodas de samba, festas na rua e trios elétricos pelo país.

 

Mas o especialista do Sicoob alerta que é preciso manter a cautela para que esse momento não se torne uma dor de cabeça, afinal, furtos, golpes e fraudes acabam aumentando nesse período.

 

A aglomeração de pessoas nas comemorações de Carnaval, aliada à distração dos foliões, é o contexto ideal para que os criminosos se aproveitem e apliquem golpes.

 

Segundo o Dárcio Dias, gerente de Prevenção a Fraudes do Sicoob, é necessário equilibrar a diversão com a atenção. “Além dos furtos e roubos de celulares, os criminosos enganam suas vítimas para conseguirem vantagens financeiras a partir de fraudes que, muitas vezes, são simples de serem combatidas”, explica.

 

Para Dárcio, seja aproveitando o feriado nos bloquinhos de rua ou até longe do agito, viajando com a família, é preciso estar atento.

 

Por isso, o especialista separou algumas orientações sobre procedimentos e ações que podem ser tomados para evitar aborrecimentos. 

 

1 – Troca de cartões de crédito/débito 

 

Um dos golpes mais praticados no Carnaval é a troca de cartão. O criminoso se passa por um vendedor comum e entrega a maquininha para o cliente digitar a senha do cartão.

 

Aproveitando-se de um momento de distração do comprador, presta atenção na senha que está sendo digitada. Ao finalizar a compra o cartão é trocado pelo vendedor por um cartão similar, e a troca só é percebida posteriormente.

 

“É preciso prestar muita atenção ao realizar os pagamentos, principalmente na rua. Essa é a principal forma de evitar ser vítima desse golpe. Além de ficar atento na devolução, confira se houve alguma cobrança extra pelo aplicativo da sua instituição financeira”, comenta.

 

2 – Atenção na maquininha 

 

É necessário estar atento, também, à maquininha. Se ela apresentar o visor danificado ou se o vendedor não lhe mostrar o valor na tela, desconfie.

 

“Nunca realize pagamentos sem ver o valor na tela, ainda mais se o seu cartão for contactless. Não o aproxime da maquininha se não tiver certeza”, informa. No caso de cartões que pagam por aproximação, outra orientação é protegê-los deixando o limite baixo – isso pode ser feito diretamente no Super App Sicoob. 

 

Lojista: Cuidado com sua maquininha: Mantenha o terminal perto do local do pagamento. Isso evita furtos ou trocas indevidas por terceiros. Se o comércio possuir diversas maquininhas de cartão, procure utilizar formas de identificá-las, evitando a perda dos equipamentos.

 

Comerciante: Vai vender por Link de Pagamento Sipag? Compras com ticket médio elevado apresentam maior risco de fraude, obtenha o máximo de dados de seu cliente e, em caso de qualquer suspeita, não libere a mercadoria/produto ou serviço.

 

Entre em contato com a Central de Atendimento para apurar os riscos e realizar suas vendas de maneira segura.

 

3 – Furto/Roubo de celulares 

 

Também é essencial ressaltar a importância do cuidado com furtos em meio a multidões. “Existem ferramentas que impossibilitam ou atrasam o acesso à sua conta.

 

Você pode se proteger ativando configurações de segurança, como o duplo fator de autenticação, bloqueio de aplicativos por biometria e senhas”.

 

O especialista recomenda que o smartphone tenha o bloqueio de tela inicial com biometria facial/digital e o bloqueio automático de tela. Em caso de furto/roubo, avise o Sicoob imediatamente ou ligue 0800 724 4420 e peça para desabilitar o acesso à sua conta. 

 

Ou também pode utilizar a facilidade da solução oferecida pelo governo por meio do aplicativo Celular Seguro, neste caso o aparelho será bloqueado nas instituições conveniadas.

 

4 - Atenção com SMS, e-mail ou ligações 

 

Não clique em links enviados por SMS ou e-mail, por mais que a mensagem seja alarmista. Desconfie de ligações vindas de “centrais de atendimento”.

 

Os golpistas têm técnicas para se passarem por funcionários de instituições financeiras e querem coletar informações pessoais, como senhas, pelo telefone.

 

Nunca forneça dados sensíveis em ligações. Em caso de dúvidas, entre em contato com sua instituição financeira.

 

Approach Comunicação

K2_PUBLISHED_IN Brasil

Uma perquisa mostrou que 20% dos afastamentos de funcionários foram provocados por depressão.

 

É bastante comum as pessoas acharem que estão tristes ou deprimidas. Mas, afinal, quais os indicadores que apontam para possível tristeza ou depressão? Neste Janeiro Branco, mês de campanha que visa alertar para os cuidados com a saúde mental e emocional da população, a Conexa, ecossistema digital de saúde integral, líder na América Latina, aponta as diferenças que podem contribuir para elucidar isso melhor.

 

“Depressão e tristeza são experiências emocionais distintas, embora compartilhem semelhanças; é essencial compreender as diferenças para identificar e abordar cada uma adequadamente”, afirma Erica Maia, psiquiatra e gerente de saúde mental da Conexa

 

Segundo Erica, o básico para entender a depressão é que ela não tem uma causa definida. “A pessoa não está com depressão ‘por isso ou aquilo’, ela simplesmente está deprimida”, explica a psiquiatra. Já a tristeza, há. Uma pessoa pode estar triste porque lhe aconteceu algo ruim ou inesperado, por exemplo.

 

Outro marco da depressão é perder prazer naquilo que gosta e na vontade de fazer as coisas. Antes, a pessoa tinha o hábito de passear, ir ao cinema ou praticar esportes. Agora, pode não ter mais prazer nessas atividades.

 

Além da perda de prazer ou de interesse, a pessoa em depressão pode ter alterações no apetite (comer demais ou bem menos), no sono (pode dormir demais ou de menos), cansaço físico ou fadiga, sentimentos de desesperança, de culpa e ruminação sobre o passado, dificuldade de concentração e consequente esquecimento por não fixar as informações.

 

Além disso, Erica diz que a doença pode acompanhar pensamentos suicidas. A tristeza, por sua vez, dificilmente vai trazer junto todo esse legado.

 

A psiquiatra alerta também sobre a pervasividade da doença, ou seja, ela tende a impactar todas as esferas da vida, com os sintomas aparecendo a maior parte do dia, por longo período. “A pessoa pode deixar de comer, de trabalhar, e ficar sem fazer nada. Quanto mais invasivo, mais impactante”, ressalta.

 

Na tristeza, a emoção pode estar restrita a um contexto específico, e esse sentimento ocupa momentos do dia da pessoa. A intensidade da tristeza tende a diminuir com o tempo. A pessoa vai ficando menos triste até voltar a fazer suas atividades rotineiras.

 

As dicas da Conexa ajudam o paciente a entender as diferenças entre depressão e tristeza. No entanto, em situações de sofrimento, é recomendável que a pessoa passe por uma avaliação médica ou psicológica.

 

“Em situações em que uma pessoa muda a forma de ser ou de sentir, ‘foge’ das coisas ou das pessoas que costumava gostar, nutre pensamentos ruins, não consegue se concentrar na vida, em atividades do dia a dia, é preciso procurar ajuda de um psicólogo ou psiquiatra”, alerta Erica. “Quem tem depressão, dificilmente vai conseguir melhorar os sintomas sem o auxílio de um profissional”, emenda.

 

Uma pesquisa realizada pela Conexa com representantes de RHs que participaram do Conarh, maior evento de gestão de pessoas na América Latina, em agosto passado, mostrou que 20% dos afastamentos de funcionários foram provocados por depressão.

 

Adriana David

K2_PUBLISHED_IN Saúde

Doença está entre as complicações mais incapacitantes do mundo, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS)

 

 

A enxaqueca afeta cerca de 30 milhões de brasileiros, que diariamente precisam driblar os efeitos da patologia para conseguir seguir com as atividades habituais.

 

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), a enxaqueca está entre as complicações mais incapacitantes do mundo e, em 31% dos seus portadores, provoca grande impacto negativo na qualidade de vida, nas relações, no trabalho e no lazer.

 

Lidar com a enxaqueca no dia a dia pode ser desafiador, mas existem algumas estratégias que podem ajudar a minimizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.

 

1) Conheça o seu corpo

 

Segundo a Dra. Jackeline Barbosa, Vice-presidente da área médico-científica da Herbarium, indústria farmacêutica líder e referência em Fitoterapia no Brasil, o primeiro passo para evitar as crises de enxaqueca é conhecer o seu próprio organismo.

 

“Fique atento aos hábitos alimentares, atividades e ocasiões que acompanham as crises de dor de cabeça para identificar possíveis fatores que, em você, desencadeiam a dor. Desta maneira, será possível evitar esses disparadores, limitando as chances de uma nova crise”, orienta.

 

2) Alimentação

 

“Alimentos ricos em magnésio, como nozes, sementes de abóbora e girassol, além de legumes verdes, como espinafre e couve, e grãos integrais, podem ajudar a relaxar os vasos sanguíneos e reduzir a excitação nervosa, podendo ser benéficos para quem sofre de enxaqueca”, explica Dra. Jackeline Barbosa.

 

A especialista ainda ressalta que outra indicação são os alimentos ricos em ômega-3, encontrados em peixes, como salmão e sardinha, chia, linhaça e nozes, que possuem ação anti-inflamatória e ajudam a aliviar a dor associada à enxaqueca.

 

3) Estilo de Vida

 

Fatores emocionais, como estresse excessivo, ansiedade, depressão e mudanças de humor, estão ligados à enxaqueca. Gatilhos ambientais também influenciam, como luzes intensas, ruídos altos, odores fortes e mudanças climáticas. “Pequenos hábitos do dia a dia devem ter uma atenção especial para se evitar a dor. É muito importante manter uma rotina com alimentação balanceada, sono regular e hidratação”, explica a médica.

 

4) Sono

 

É preciso manter uma rotina de sono regular, garantindo uma quantidade adequada de horas de sono. "Desenvolva uma rotina para a hora de dormir, definindo horários para um sono regular e evitando hábitos estimulantes, como uso de eletrônicos e consumo de cafeína", destaca.

 

5) Atividade

 

Ter uma rotina regular de atividade física contribui para uma melhor saúde física e mental; porém, durante a crise de enxaqueca, é recomendado evitar exercícios intensos. Opte por técnicas de relaxamento, como meditação e ioga, por exemplo.

 

 Fabiana Bielo

K2_PUBLISHED_IN Saúde

Com o clima quente e o aumento das chuvas, o hospital busca promover conscientização da população e prevenir casos graves

 

Segundo o Ministério da Saúde, em 2023, o Brasil registrou mais de 1,5 milhão de casos prováveis de dengue. O número supera as notificações feitas ao longo de 2022 e é quase 3 vezes maior do que os números de 2021.

 

Pensando nisso, o Hospital Estadual do Centro-Norte Goiano (HCN), unidade do governo de Goiás em Uruaçu, traz alguns alertas e reforça a importância dos cuidados em relação à doença.

 

Com o clima quente e o aumento das chuvas no início do ano, há uma alta na proliferação do mosquito Aedes Aegypti, que se reproduz em água limpa e parada.

 

 Vale ressaltar também que a dengue é apenas a doença mais comum causada pelo mosquito, que também é vetor da Zika e Chikungunya.

 

“É importante nos atentarmos principalmente aos casos graves da dengue, onde há complicações e o paciente precisa acompanhar os sintomas e a evolução do quadro da doença”, reforça Dra.

 

Nívia Ferreira, médica infectologista do HCN, hospital administrado pelo Instituto de Medicina, Estudos e Desenvolvimento (IMED).

 

Os principais sintomas da dengue normalmente são febre alta (acima de 38°C), de início abrupto, que geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, além de prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas e coceira na pele.

 

Para casos mais graves, os sinais de alerta são dores abdominais intensas, vômito constante, sangramentos, alterações neurológicas e no humor do paciente.

 

De acordo com a médica infectologista do HCN, é fundamental que esses sinais de alerta sejam avaliados por um médico especialista, para evitar a evolução da doença para um quadro mais grave.

 

O profissional de saúde poderá indicar o tratamento adequado para aliviar os sintomas sem comprometer a saúde do paciente e, caso necessário, sugerir internação para acompanhamento clínico.

 

Um alerta especial deve ser direcionado para pessoas com doenças crônicas, gestantes, idosos e crianças, grupos que são considerados mais vulneráveis aos impactos da doença, exigindo uma atenção redobrada à prevenção e ao monitoramento desses sintomas.

 

Tratamento e prevenção

 

A hidratação desempenha um papel crucial no tratamento, contribuindo significativamente para o alívio dos sintomas e a recuperação do paciente. Durante a infecção pelo vírus da dengue, a febre e os sintomas associados podem levar à desidratação, aumentando o risco de complicações.

 

Manter-se hidratado ajuda a compensar a perda de líquidos devido à febre e aos possíveis vômitos, auxiliando na estabilização da pressão arterial e na prevenção de complicações mais graves, como o choque.

 

Apesar de já existir uma vacina para os 4 sorotipos de dengue, a conscientização da população também é fundamental, tanto para prevenção quanto para o tratamento da doença.

 

“É de extrema importância a avaliação e o acompanhamento de um profissional de saúde, pois a dengue pode ter complicações sérias e o risco aumenta caso o paciente já tenha contraído a doença anteriormente”, afirma a médica infectologista.

 

Com a intensificação das chuvas, é comum o acúmulo de água em diversos recipientes, como pneus, vasos de plantas e objetos descartados. Esses locais se tornam propícios para a reprodução do mosquito Aedes Aegypti.

 

Durante os períodos chuvosos os focos de proliferação são ampliados, destacando a urgência de medidas preventivas para conter a expansão desses focos.

 

É importante limpar e verificar regularmente esses pontos que podem acumular água. Entre as medidas a serem adotadas estão esvaziar garrafas e mantê-las com a boca virada para baixo, limpar calhas, colocar areia nos pratos das plantas, tampar tonéis, lixeiras e caixas-d’água e colocar objetos, como pneus e lonas, abrigados da chuva.

 

O uso de repelentes também se configura como uma prática preventiva eficaz.O uso de qualquer medicamento sem prescrição médica deve ser evitado, especialmente nos casos de dengue.

 

O perigo da automedicação na dengue é significativo devido aos riscos associados ao uso de medicamentos à base de ácido acetilsalicílico (aspirina), bem como de outros anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como o ibuprofeno e o naproxeno.

 

Esses medicamentos podem aumentar o risco de sangramentos, uma complicação séria associada à dengue.

 

A recomendação de evitar esses medicamentos é devido ao fato de que a dengue pode causar queda nas plaquetas, células sanguíneas responsáveis pela coagulação. O uso de medicamentos que afetam a coagulação pode agravar o risco de hemorragias.

 

Assessoria de Comunicação do HCN

K2_PUBLISHED_IN Saúde

A Inteligência Artificial (IA) tem se tornado uma parte integral de nossas vidas, com aplicações que vão desde assistentes virtuais em nossos smartphones até sistemas de reconhecimento facial e veículos autônomos.

 

À medida que a IA avança e se torna mais onipresente, a questão da segurança e, em particular, da privacidade, surge como uma preocupação para muitas pessoas.

 

A tendência é que as Inteligências Artificiais estejam cada vez mais presentes em nosso cotidiano.

 

Para se ter uma ideia, uma pesquisa feita pela PWC este ano, aponta que o mercado de IAs deve contribuir em cerca de 15.7 trilhões de dólares para a economia global em 2030.

 

Com essa presença constante, é natural que surjam preocupações relacionadas à regulamentação e controle dessa tecnologia.

 

Navegando na complexidade da IA: privacidade na relação organizacional, humana e artificial

 

A IA tem transformado profundamente a maneira como coletamos, processamos e compartilhamos informações.

 

Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados, ela é usada para personalizar experiências de usuário, melhorar a eficiência de processos e tomar decisões mais precisas. No entanto, essa coleta e análise de dados também geram preocupações significativas sobre a privacidade.

 

Algoritmos de IA podem rastrear nossos comportamentos online, preferências de consumo e até mesmo prever nossas próximas ações com base em dados coletados.

 

Essa capacidade de previsão levanta questões sobre até que ponto a IA pode invadir nossa esfera privada e moldar nossas escolhas de maneira sutil.

 

Portanto, o equilíbrio entre a conveniência oferecida pela IA e a necessidade de proteger a privacidade do indivíduo é um dos desafios mais prementes quando se trata do impacto da IA na privacidade.

 

A Relação Organizacional

 

No ambiente empresarial, a IA desempenha um papel cada vez mais importante na coleta e análise de dados.

 

Organizações podem utilizar sistemas de IA para otimizar processos, personalizar a experiência do cliente e tomar decisões informadas. Isso pode incluir a análise de dados de clientes que, muitas vezes, contêm informações pessoais sensíveis. 

 

Como resultado, surgem preocupações sobre como as empresas coletam e usam esses dados. A falta de transparência e medidas de segurança inadequadas podem levar a violações de privacidade, como vazamento de dados e uso indevido.

 

Para construir uma relação organizacional segura e baseada na confiança, as empresas devem adotar políticas claras de privacidade, obter o consentimento informado dos clientes e investir em medidas de segurança robustas para proteger os dados dos usuários.

 

A Relação Humana

 

Além do impacto nas organizações, a Inteligência Artificial também afeta as relações interpessoais e a privacidade.

 

A proliferação de dispositivos equipados com IA em nossas casas, locais de trabalho e vidas cotidianas levanta preocupações sobre a segurança de nossas conversas e atividades pessoais.

 

Assistentes virtuais, como a Alexa ou o Google Assistant, muitas vezes estão sempre ouvindo em busca de comandos ou solicitações, o que gera receios sobre a privacidade de nossas conversas.

 

Além disso, sistemas de vigilância com reconhecimento facial podem ser usados para monitorar nossas atividades públicas, levantando preocupações sobre o potencial para vigilância em massa.

 

Garantir a privacidade na relação humana no contexto da IA envolve equilibrar a conveniência dos dispositivos com a proteção dos direitos individuais, exigindo regulamentações e práticas de segurança claras.

 

O Equilíbrio Entre Benefícios e Riscos

 

Embora a IA apresente desafios à privacidade, também oferece oportunidades para protegê-la. Tecnologias de IA, como algoritmos de criptografia e aprendizado federado, podem ajudar a manter os dados privados, mesmo quando estão sendo processados por sistemas de IA.

 

Regulamentações de privacidade, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), estabelecem regras para o uso responsável dos dados pessoais.

 

É importante lembrar que a IA, por si só, não é boa nem má. Sua segurança e privacidade dependem de como é projetada, implantada e regulamentada.

 

À medida que exploramos as complexidades da IA e sua relação com a segurança e a privacidade, é crucial que avancemos com responsabilidade, tomando medidas para equilibrar os benefícios da IA com a necessidade de proteger nossos direitos individuais.

 

Podemos nos sentir seguros com a Inteligência Artificial, desde que estejamos cientes dos riscos e tomemos medidas adequadas para mitigá-los.

 

A privacidade na relação organizacional, humana e artificial é um desafio em constante evolução, mas com a conscientização e ação adequada, podemos colher os benefícios da IA sem comprometer nossos valores e direitos fundamentais.

 

A segurança na era da IA é um compromisso que devemos continuar a perseguir.

 

Lucas Galvão

K2_PUBLISHED_IN Tecnologia
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