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O início de 2025 em Rio Verde foi marcado por chuvas intensas, que em algumas oportunidades, causaram algumas destruições e preocupações para a população, produtores e também para o poder público.

 

Janeiro histórico

 

Com tanta chuva em um curto espaço de tempo, o climatologista, professor e doutor Gilmar Oliveira explica que em 2025, o mês de janeiro já é histórico em Rio Verde: “O volume médio histórico de chuva esperado para o mês de janeiro em Rio Verde é de 250 milímetros. Somente nesses primeiros 20 dias de janeiro de 2025, já choveu mais de 300 milímetros, conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia em parceria com a UNIRV. Isso faz com que esse mês de janeiro de 2025 fique entre os 10 mais chuvosos do município.”

 

“Desde 1972, essa condição de chuvas em janeiro acima de 300 milímetros em Rio Verde aconteceu apenas 10 vezes. O janeiro mais chuvoso foi no ano de 2013, quando choveu um volume de 539 milímetros. Por isso, o janeiro de 2025 já está entre os 10 mais chuvosos da histórica de Rio Verde e pode alcançar novos patamares nesse ranking, pois há previsão de chuva para os próximos dias.” completa Gilmar.

 

Preocupação com a soja

 

Apesar do fato de que as chuvas fazem parte do agronegócio e são fundamentais para boas produções, o excesso acaba sendo maléfico e com um mês tão chuvoso como janeiro em Rio Verde, há o que se preocupar com a soja: “Com tanta chuva, tivemos dias bastante nublados. Em média, tivemos 8 partes do céu encobertos por nuvem durante o dia. Isso é uma contagem feita pelo observador meteorológico do Instituto Nacional de Meteorologia.” explica o climatologista.

 

“Outra condição que tivemos em nossa região foi a condição do brilho solar, que não chegou nem a 4 horas de média nesses primeiros 20 dias do mês de janeiro. Essas condições de nebulosidade e baixo brilho solar faz com que alongue o ciclo da cultura, reduza a fotossíntese e absorção de nutrientes pela planta, assim como afeta o enchimento do grão e consequentemente a produtividade em nossa região.” finaliza Gilmar.

 

Previsão para os próximos dias

 

Apesar da preocupação com a produtividade da soja existir, a previsão e expectativa para o período da colheita são boas, conforme explica o professor: “Para os próximos dias nós teremos dias com sol, algumas nuvens e chuvas passageiras durante o dia. Há uma baixa probabilidade de chuvas no período noturno, mas isso deve acontecer intercalado, porque não deve chover todos os dias.”

 

“Essas condições favorecerá sim a colheita da soja em nossa região, onde já tem alguns produtores se planejando e se preparando para darem início a colheita ainda nessa semana.” finaliza Gilmar.

 

Rio Verde Rural

K2_PUBLISHED_IN Região

A maior safra de soja da história do Brasil está a caminho, beneficiada por um cenário ideal que inclui aumento de área, clima favorável no início do ciclo e boas condições de plantio na maioria dos estados produtores. Embora haja muito por vir até o final da colheita, se mantido o panorama atual, a perspectiva é de uma safra 10,9% maior que a 2023/24 e 6,2% superior ao recorde de 2022/23.

 

A perspectiva pré-Rally da Safra da Agroconsult, organizadora da expedição técnica que entrou em campo esta semana, é de uma produção de 172,4 milhões de toneladas em 47,5 milhões de hectares. A produtividade média é projetada em 60,5 sacas por hectare, contra 55,4 na safra anterior.

 

Apesar das margens ainda apertadas, a área plantada de soja deve crescer cerca de 700 mil hectares ou 1,5% em relação à safra passada. A maior parte desse crescimento deve ocorrer em função da migração de área de milho verão para a soja, que possui custos de produção mais baixos. “O crescimento está abaixo da média dos últimos 10 anos e reflete o momento de dificuldade do setor. Ainda assim é uma expansão e isso contribui para aumentar a oferta dessa safra de soja”, diz André Debastiani, coordenador do Rally da Safra.

 

Apesar da demora na regularização das chuvas em algumas regiões, as condições de plantio dessa safra foram muito boas. Diferente do ano passado, quando o replantio atingiu suas máximas, esse ano ele é baixo e muito pontual. Aliado a isso, o clima no início do ciclo permitiu o bom estabelecimento das lavouras.

 

Debastiani afirma que, apesar de algumas regiões já estarem perdendo produtividade – como ocorre no Sul do Mato Grosso do Sul, Oeste do Paraná e Sul do Rio Grande do Sul, todos os estados, por enquanto, apresentam produtividades estimadas acima das médias dos últimos 5 anos e muitos devem igualar ou superar o recorde anterior.

 

No Rio Grande do Sul, o estabelecimento das lavouras ocorreu em um período de boa umidade, porém o estado vem passando por estiagem e altas temperaturas, que afetam especialmente a região das Missões e a metade Sul do estado.  A produtividade pré-Rally estimada para o estado é de 49,5 sacas por hectare (50,8 na safra passada), mas caso não haja uma regularização das chuvas, poderão ocorrer mais perdas.

 

No Mato Grosso do Sul, o plantio também começou bem, porém a região Sul do estado é afetada pela estiagem que já retirou produtividade das lavouras. A estimativa pré-Rally é de 56,5 sacas por hectare (51,2 em 2023/24).

 

Já Paraná, Piauí e Rondônia encontram-se com bom potencial produtivo. As lavouras paranaenses apresentam bom desenvolvimento, com exceção das regiões Norte e Oeste do estado, que atravessam um período de 15 a 20 dias de clima quente e seco. 

 

A produtividade pré-Rally é projetada em 63 sacas por hectare (56,1 em 2023/24). No Piauí, houve demora na regularização das chuvas para o plantio, mas durante o progresso da safra as condições melhoraram e o clima quente beneficia as lavouras. A projeção é de 60 sacas por hectare (56 na safra passada). Em Rondônia, o clima favorece a cultura, com estimativa de 59 sacas por hectare (55 na temporada anterior).

 

Os destaques positivos dessa safra ficam por conta dos estados do Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Bahia, São Paulo e Tocantins, que devem apresentar a segunda ou mesmo a maior produtividade histórica. É o caso do Mato Grosso, onde a colheita já começou e vem ganhando ritmo.

 

Apesar das constantes chuvas, que dificultam a operação de colheita e trazem preocupação quanto à qualidade dos grãos, o potencial é alto. Com estimativa pré-Rally de 63 sacas por hectare (53,1 em 2023/24), Mato Grosso está muito próximo de atingir os recordes de 2022/23 e isso dependerá basicamente do desempenho das lavouras médias e tardias. Com a recuperação das produtividades, o estado pode produzir 7,9 milhões de toneladas a mais de soja nesta safra.

 

Em Goiás, com 65,5 sacas por hectare (62 em 2023/24), o bom volume e distribuição das chuvas tem garantido até agora um bom potencial de produção. Na Bahia as lavouras estão uniformes com potencial produtivo elevado de 67 sacas por hectare (63,8 em 2023/24).

 

Em Minas Gerais, as boas condições de plantio e desenvolvimento reforçam a estimativa de 66 sacas por hectare (63,5 em 2023/24), acima do recorde histórico. O mesmo ocorre no estado de São Paulo que apresenta ótimo avanço das lavouras, com produtividade estimada em 64,5 sacas por hectare (48,1 na safra passada). No Tocantins, o início de safra pode ser considerado o melhor da história e a produtividade é projetada em 58 sacas por hectare (55 em 2023/24), igualando o recorde histórico.

 

A previsão de chuvas para os próximos meses deve garantir um bom potencial produtivo para as lavouras de ciclo médio e tardio e, também, às culturas de 2ª safra. No entanto, há preocupações a serem consideradas. “Estamos diante de uma safra grande e que será colhida com bastante umidade, o que irá pressionar a infraestrutura de armazenagem e secagem, podendo gerar descontos na entrega do produto. A alta umidade traz também preocupação em relação à podridão de vagens, maior pressão de doenças e alongamento do ciclo da soja – o que já está acontecendo e deve empurrar o plantio do milho para mais tarde”, esclarece Debastiani.

 

A 22ª edição do Rally da Safra é patrocinada pelo Banco Santander, OCP Brasil, BASF, Credenz® e SoyTech™ (marcas de sementes da BASF), xarvio® (plataforma digital oficial do Rally), BIOTROP, JDT Seguros e TIM Brasil. Os trabalhos em campo começaram no dia 12 de janeiro.

 

Equipes em campo

 

No Oeste do Paraná, a equipe 1 deixou Maringá e percorreu lavouras nas regiões de Campo Mourão, Goioerê, Palotina, Toledo e Cascavel, devendo chegar em Foz do Iguaçu no sábado, 18.  

 

Já na região da BR 163, os técnicos da equipe 2 deixaram Cuiabá sentido Nova Mutum, visitando áreas em Lucas do Rio Verde, Sorriso, Sinop e finalizando os trabalhos no domingo, 19, em Matupá.

 

No Oeste do Mato Grosso, a equipe 3 avaliou a soja nas regiões de Nova Mutum, Diamantino, Campo Novo do Parecis, Sapezal e Campos de Júlio, chegando em Cuiabá no dia 20.

 

As duas próximas equipes irão ao Sudeste do Mato Grosso, a partir de 19 de janeiro, e Sudoeste de Goiás, a partir de 28 de janeiro.

 

Os técnicos irão percorrer mais de 80 mil km por 12 estados (MT, GO, MG, MS, PR, SC, SP, RS, MA, PI, TO e BA), que respondem por 95% da área de produção de soja e 72% da área de milho, para avaliar as condições das áreas de soja durante as fases de desenvolvimento das lavouras e de colheita até 22 de março. Outras seis equipes avaliarão as lavouras de milho segunda safra em maio e junho. 

 

Técnicos da Agroconsult e das empresas patrocinadoras visitarão produtores rurais nas regiões Sudeste do MT, Sudoeste de GO, Planalto do RS e Oeste do PR, entre abril e maio. No mesmo período serão realizados eventos técnicos em Luís Eduardo Magalhães (BA), Não-Me-Toque (RS), Rio Verde (GO), e Maringá (PR).

 

Nesta edição, o Rally estará presente ainda nos principais eventos do agronegócio: Show Rural, em Cascavel (PR); ExpoDireto, em Não-Me-Toque (RS); Show Safra, em Lucas do Rio Verde (MT), e Tecnoshow Comigo, em Rio Verde (GO).

 

Rio Verde Rural

K2_PUBLISHED_IN Agricultura

Equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar Ambiental de São Paulo estão resgatando famílias em áreas alagadas na cidade de Peruíbe, no litoral paulista, após uma forte chuva atingir o município na madrugada de hoje (9). O resgate inclui idosos, crianças e animais domésticos.

 

De acordo com as autoridades, cerca de 250 pessoas estão desabrigadas e estão sendo encaminhadas para um abrigo emergencial, onde recebem alimentação, banho e local para dormir até que a situação se normalize.

 

Segundo a Defesa Civil, os modelos meteorológicos não indicam acumulados significativos nas próximas horas. No entanto, há recomendação de atenção em áreas vulneráveis, pois o solo ainda está encharcado.

 

Minas Gerais

 

“Foi a pior enchente dos últimos quatro anos.” Assim descreveu o prefeito de Dom Silvério, José Bráulio Aleixo, as consequências das fortes chuvas que atingiram a cidade, de pouco mais de 5 mil habitantes, entre a tarde de terça-feira (7) e a madrugada de quarta-feira (8).

 

Segundo a Defesa Civil mineira, o estado tem enfrentado chuvas intensas nos últimos dias. Em Dom Silvério, choveu cerca de 150 milímetros em apenas 20 minutos na terça-feira (7), um volume significativo considerando que a média esperada para todo o mês de janeiro era de 220 mm. O córrego que corta a cidade transbordou, causando grandes prejuízos.

 

A enchente deixou 105 desalojados, que buscaram abrigo temporário com familiares, amigos ou em pousadas, e 15 desabrigados, encaminhados para abrigos públicos.

 

Danos materiais e animais mortos

 

Ao menos 12 animais domésticos morreram em decorrência das enchentes. Além disso, 200 imóveis residenciais e comerciais foram atingidos, e a força das águas destruiu pontes, causou deslizamentos e bloqueou acessos em algumas áreas. O fornecimento de energia elétrica e água foi interrompido em determinados bairros.

 

A prefeitura decretou situação de emergência, o que permitirá ao município mobilizar recursos, executar obras emergenciais e solicitar apoio estadual e federal para recuperar as áreas afetadas.

 

Além dos eventos registrados em várias cidades mineiras nesta semana, a estação das chuvas, que começou em setembro de 2024 e deve durar até março, já deixou ao menos 12 mortos em Minas Gerais. No estado, 1.385 pessoas estão desalojadas e 198 desabrigadas.

 

Canal Rural 

K2_PUBLISHED_IN Brasil

Após temporal causar estragos, Cimehgo emite novo alerta para chuvas intensas em cidades de Goiás

 

Cimehgo prevê risco potencial para chuvas intensas de 30 a 50 mm/h ou até 70 mm/dia, com rajadas de vento de 80 km/h em todas as cidades goianas.

 

O Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo) emitiu um novo alerta para chuvas intensas para todos os 246 municípios goianos. Em todas as regiões do estado, a previsão é de sol, variação de nebulosidade e pancadas de chuvas isoladas.

 

No leste de Goiás é previsto até 50 milímetros de chuva, com temperaturas entre 17ºC e 32ºC. Na região central pode cair até 50 milímetros, com temperaturas de 19ºC a 32ºC. Enquanto na região sudoeste, a previsão é de 40 milímetros de chuva, com temperaturas entre 19ºC e 32ºC. Já nas regiões sul, oeste e norte pode cair até 45 milímetros de chuva, com temperaturas de 22ºC a 34ºC.

 

De acordo com o Cimehgo, há o risco potencial de que as chuvas sejam acompanhadas de rajadas de vento de até 80 km/h. Essas chuvas intensas ou temporais são resultado da atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), um corredor de nuvens que se estende desde a região amazônica até o oceano Atlântico, atravessando a faixa central do Brasil.

 

Um exemplo do impacto das chuvas foi registrado em Mozarlândia, no norte do estado, onde choveu 120 milímetros entre 4h e o meio-dia de segunda-feira (6), volume que, segundo o Cimehgo, era esperado para o mês inteiro. Em Mineiros, no sudoeste de Goiás, um homem morreu após ser arrastado pela enxurrada no final da tarde de segunda (6). Em Rio Verde, também no sudoeste, as chuvas, que chegaram a quase 100 milímetros, provocaram estragos na cidade.

 

Orientações

 

Em caso de rajadas de vento, as pessoas não devem se abrigar em árvores e estacionar veículos perto de torres de transmissão, por conta do risco de descargas elétricas e de queda de galhos;

A população deve ficar atenta as mudanças rápidas nas condições do tempo, que podem provocar as tempestades;

Em caso de emergência, as pessoas devem acionar a Defesa Civil – pelo número 199 – e o Corpo de Bombeiros – pelo 193;

 

Confira a lista completa das cidades em alerta nos próximos dias:

    1. Goiânia
    2. Abadia De Goiás
    3. Abadiânia
    4. Acreúna
    5. Adelândia
    6. Água Fria De Goiás
    7. Água Limpa
    8. Águas Lindas De Goiás
    9. Alexânia
    10. Aloândia
    11. Alto Horizonte
    12. Alto Paraíso De Goiás
    13. Alvorada Do Norte
    14. Amaralina
    15. Americano Do Brasil
    16. Amorinópolis
    17. Anápolis
    18. Anhanguera
    19. Anicuns
    20. Aparecida De Goiânia
    21. Aparecida Do Rio Doce
    22. Aporé
    23. Araçu
    24. Aragarças
    25. Aragoiânia
    26. Araguapaz
    27. Arenópolis
    28. Aruanã
    29. Aurilândia
    30. Avelinópolis
    31. Baliza
    32. Barro Alto
    33. Bela Vista De Goiás
    34. Bom Jardim De Goiás
    35. Bom Jesus De Goiás
    36. Bonfinópolis
    37. Bonópolis
    38. Brazabrantes
    39. Britânia
    40. Buriti Alegre
    41. Buriti De Goiás
    42. Buritinópolis
    43. Cabeceiras
    44. Cachoeira Alta
    45. Cachoeira De Goiás
    46. Cachoeira Dourada
    47. Caçu
    48. Caiapônia
    49. Caldas Novas
    50. Caldazinha
    51. Campestre De Goiás
    52. Campinaçu
    53. Campinorte
    54. Campo Alegre De Goiás
    55. Campo Limpo De Goiás
    56. Campos Belos
    57. Campos Verdes
    58. Carmo Do Rio Verde
    59. Castelândia
    60. Catalão
    61. Caturaí
    62. Cavalcante
    63. Ceres
    64. Cezarina
    65. Chapadão Do Céu
    66. Cidade Ocidental
    67. Cocalzinho De Goiás
    68. Colinas Do Sul
    69. Córrego Do Ouro
    70. Corumbá De Goiás
    71. Corumbaíba
    72. Cristalina
    73. Cristianópolis
    74. Crixás
    75. Cromínia
    76. Cumari
    77. Damianópolis
    78. Damolândia
    79. Davinópolis
    80. Diorama
    81. Divinópolis De Goiás
    82. Doverlândia
    83. Edealina
    84. Edéia
    85. Estrela Do Norte
    86. Faina
    87. Fazenda Nova
    88. Firminópolis
    89. Flores De Goiás
    90. Formosa
    91. Formoso
    92. Gameleira De Goiás
    93. Goianápolis
    94. Goiandira
    95. Goianésia
    96. Goianira
    97. Goiás
    98. Goiatuba
    99. Gouvelândia
    100. Guapó
    101. Guaraíta
    102. Guarani De Goiás
    103. Guarinos
    104. Heitoraí
    105. Hidrolândia
    106. Hidrolina
    107. Iaciara
    108. Inaciolândia
    109. Indiara
    110. Inhumas
    111. Ipameri
    112. Ipiranga De Goiás
    113. Iporá
    114. Israelândia
    115. Itaberaí
    116. Itaguari
    117. Itaguaru
    118. Itajá
    119. Itapaci
    120. Itapirapuã
    121. Itapuranga
    122. Itarumã
    123. Itauçu
    124. Itumbiara
    125. Ivolândia
    126. Jandaia
    127. Jaraguá
    128. Jataí
    129. Jaupaci
    130. Jesúpolis
    131. Joviânia
    132. Jussara
    133. Lagoa Santa
    134. Leopoldo De Bulhões
    135. Luziânia
    136. Mairipotaba
    137. Mambaí
    138. Mara Rosa
    139. Marzagão
    140. Matrinchã
    141. Maurilândia
    142. Mimoso De Goiás
    143. Minaçu
    144. Mineiros
    145. Moiporá
    146. Monte Alegre De Goiás
    147. Montes Claros De Goiás
    148. Montividiu
    149. Montividiu Do Norte
    150. Morrinhos
    151. Morro Agudo De Goiás
    152. Mossâmedes
    153. Mozarlândia
    154. Mundo Novo
    155. Mutunópolis
    156. Nazário
    157. Nerópolis
    158. Niquelândia
    159. Nova América
    160. Nova Aurora
    161. Nova Crixás
    162. Nova Glória
    163. Nova Iguaçu De Goiás
    164. Nova Roma
    165. Nova Veneza
    166. Novo Brasil
    167. Novo Gama
    168. Novo Planalto
    169. Orizona
    170. Ouro Verde De Goiás
    171. Ouvidor
    172. Padre Bernardo
    173. Palestina De Goiás
    174. Palmeiras De Goiás
    175. Palmelo
    176. Palminópolis
    177. Panamá
    178. Paranaiguara
    179. Paraúna
    180. Perolândia
    181. Petrolina De Goiás
    182. Pilar De Goiás
    183. Piracanjuba
    184. Piranhas
    185. Pirenópolis
    186. Pires Do Rio
    187. Planaltina
    188. Pontalina
    189. Porangatu
    190. Porteirão
    191. Portelândia
    192. Posse
    193. Professor Jamil
    194. Quirinópolis
    195. Rialma
    196. Rianápolis
    197. Rio Quente
    198. Rio Verde
    199. Rubiataba
    200. Sanclerlândia
    201. Santa Bárbara De Goiás
    202. Santa Cruz De Goiás
    203. Santa Fé De Goiás
    204. Santa Helena De Goiás
    205. Santa Isabel
    206. Santa Rita Do Araguaia
    207. Santa Rita Do Novo Destino
    208. Santa Rosa De Goiás
    209. Santa Tereza De Goiás
    210. Santa Terezinha De Goiás
    211. Santo Antônio Da Barra
    212. Santo Antônio De Goiás
    213. Santo Antônio Do Descoberto
    214. São Domingos
    215. São Francisco De Goiás
    216. São João D’Aliança
    217. São João Da Paraúna
    218. São Luís De Montes Belos
    219. São Miguel Do Araguaia
    220. São Miguel Do Passa Quatro
    221. São Patrício
    222. São Simão
    223. Senador Canedo
    224. Serranópolis
    225. Silvânia
    226. Simolândia
    227. Sítio D’Abadia
    228. Taquaral De Goiás
    229. Teresina De Goiás
    230. Terezópolis De Goiás
    231. Três Ranchos
    232. Trindade
    233. Trombas
    234. Turvânia
    235. Turvelândia
    236. Uirapuru
    237. Uruaçu
    238. Uruana
    239. Urutaí
    240. Valparaíso De Goiás
    241. Varjão
    242. Vianópolis
    243. Vicentinópolis
    244. Vila Boa
    245. Vila Propício
    246. São Luíz Do Norte 

 

Portal PN7

K2_PUBLISHED_IN Previsão

A prefeitura de Mineiros informou, por nota, que as chuvas fortes que atingiram o município no último dia 31 de dezembro derrubaram a Ponte da Capivara, na GO-465, próxima à divisa do município com Caiapônia. Ainda na terça-feira (31), o prefeito Aleomar Rezende (MDB) disse ter acionado a Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra).

 

“Na terça-feira, entrei em contato com o secretário de Infraestrutura, Pedro Sales, que mobilizou equipes para o local. As providências já estão sendo tomadas, e a partir de quinta-feira, com a redução das chuvas, será iniciado o trabalho de reparo”, disse à época.

 

Trata-se da terceira ponte afetada no município no ano, a segunda, em um mês. Conforme a prefeitura, recentemente, desabou a ponte sobre o Rio Barreiro.

 

Ainda segundo o prefeito, “a intensa chuva tem dificultado não apenas as intervenções na Ponte da Capivara, mas também o avanço no reparo provisório e a construção da estrutura definitiva no Rio Barreiro, localizada na GO-465, entre os municípios de Mineiros e Caiapônia, que foi destruída e deixou a região isolada”.

 

Queda na ponte não deixa nenhuma área isolada

 

O Prefeito reforçou que nenhuma comunidade rural está isolada devido à queda da ponte. “No máximo, precisa andar um pouco mais.”

 

Segundo ele, esta é uma região importante, que produz muita soja, milho e também atua com gado. “O governo já tinha construído uma ponte com estrutura de concreto na região, então não isola. E a passagem provisória já está sendo feita. Só não está pronta, por causa da boa notícia para o agronegócio que são as chuvas na região”, concluiu.

 

A Goinfra informou, em nota, que sua equipe técnica já está na região e analisa a situação para definir os serviços a serem realizados para restabelecer o tráfego local. A Agência também disse que enviará uma nova posição atualizada, quando tiver.

 

Mais Goiás

K2_PUBLISHED_IN Mineiros

A concessionária de energia em Goiás, Equatorial, emitiu um alerta para rajadas de vento que podem variar entre 40 e 70 km/h, com risco elevado de tempestades em regiões como Uruaçu, Anápolis, Formosa, Luziânia e Montes Belos, na véspera e no Natal. Ou seja, nesta terça (24) e quarta-feira (25).

 

Conforme a concessionária, instabilidades atmosféricas favorecem a formação de pancadas de chuva acompanhadas de raios e rajadas de vento, principalmente no período da tarde e à noite. Durante tempestades, a empresa afirma que a rede elétrica pode sofrer interferências, ocasionando quedas de energia.

 

Inclusive, a Equatorial recomenda:

 

Desconectar aparelhos eletrônicos das tomadas para protegê-los de possíveis oscilações e surtos de energia;

 

Evitar o uso de equipamentos elétricos e telefone com fio durante o temporal, pois estes podem representar risco em caso de descargas elétricas;

 

Manter-se afastado de árvores e estruturas metálicas em locais abertos, e evite contato com cercas de arame e outros materiais que possam conduzir eletricidade.

 

Contatos da Equatorial

 

Em caso de falta de energia, a empresa disponibiliza o WhatsApp 62 3243-2020, mas também o call center 0800 062 0196 e o aplicativo Equatorial Energia (Android e iOS). Também é possível contatar a concessionária pelo www.equatorialenergia.com.br e pelo SMS, por meio de mensagem para o n° 27949 com o texto Faltadeenergia XXXXXXX informando no “xxxx” sua Unidade Consumidora (UC).

 

Mais Goiás

K2_PUBLISHED_IN Previsão

A previsão do tempo aponta possibilidade de chuva em Goiás a partir desta quarta-feira (9/10). A informação é do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo).

 

De acordo com o instituto, a chegada de uma frente fria advinda da região Sudeste do Brasil favorecerá a formação de áreas de instabilidade, principalmente na região Centro-Sul do estado.

 

Chuva em Goiás: previsão aponta risco de tempestades

 

Diante disso, cidades como Rio Verde, Jataí, Catalão, Caldas Novas, Morrinhos e Mineiros podem registrar tempestades com rajadas de vento e até mesmo granizo.

 

Umidade deve seguir em estado de alerta

 

Nesta segunda-feira (7/10) a umidade do ar em Goiás ainda segue em estado de alerta, abaixo dos 12% no período da tarde. Na região Oeste do estado, a temperatura pode chegar a 43 °C. Previsão de máxima de 42 °C para a região Norte e de 40 °C para as regiões Sudoeste e Central. Na região Sul, máxima de 38 °C. E máxima de 37 °C na região Leste.

 

Em Goiânia, a máxima deve chegar aos 39 °C nesta segunda-feira (7/10), com a umidade do ar variando entre 10 e 50%.

 

Mais Goiás

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A cidade de Goiás bateu recorde de temperaturas neste domingo (06/10) de eleições, conforme o Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo). Os termômetros marcaram 42,2°C no município, a maior temperatura do território goiano hoje.

 

As altas temperaturas também seguiram em outras cidades goiana. Aragarças teve previsão para alcançar a segunda maior temperatura para esse dia de eleição com 42,5ºC. 

 

Veja a lista com previsão de temperatura máxima para outras cidades neste domingo:

 

Goiânia 40ºC

Goiás 43ºC

Aragarças 42,5ºC

Jataí 37,6ºC

São Miguel do Araguaia 40ºC

Catalão 37ºC

Goianésia 39,5ºC

Porangatu 39,5ºC

Cristalina 34ºC

 

Calor

 

Segundo o gerente do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás, André Amorim, essas altas temperaturas são provenientes da onda de calor que atinge o estado de Goiás.

 

"Nesse período temos um acréscimo de 2 a até 5 °C nas temperaturas. Essa onda pode perder a sua intensidade, mas o forte calor permanece”, disse.

 

Mais Goiás

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O inverno de 2024 no Hemisfério Sul, que se estendeu de 20 de junho a 22 de setembro, apresentou um cenário preocupante em várias regiões do Brasil.

 

As capitais Palmas (TO), Cuiabá (MT), Goiânia (GO) e Brasília (DF) enfrentaram um inverno extremamente seco e marcado por temperaturas acima da média histórica. Este fenômeno levanta questões sobre as mudanças climáticas e suas consequências nas condições meteorológicas da região.

 

Palmas inverno 100% seco!

 

Em Palmas, a estação foi completamente seca, sem qualquer registro de precipitação ao longo dos três meses. A média histórica de chuvas para o inverno na região, que é de 27 mm (dados de 1991-2020), ficou com um déficit alarmante de 100%.

 

Esse cenário de seca contribuiu para que a temperatura média do inverno alcançasse 28,5 °C, 0,8 °C acima da média histórica de 27,7 °C.

Temperaturas: Média mínima: 21,5 °C (acima da média de 20,9 °C)

Média máxima: 37,2 °C (acima da média de 36,3 °C)

 

Essas temperaturas elevadas não apenas afetam o conforto diário da população, mas também aumentam a demanda por energia elétrica, uma vez que muitos recorrem ao uso de ar-condicionado.

 

Cuiabá com falta de chuva e calorão

 

A capital mato-grossense, Cuiabá, registrou um inverno sem chuvas, resultando em um déficit de 100% em relação à média histórica sazonal de 61,8 mm. O Clima seco foi acompanhado por temperaturas que alcançaram níveis extremos:

Temperaturas:Média: 27,2 °C (1,8 °C acima da média de 25,4 °C)

Média mínima: 18,9 °C (ligeiramente acima da média de 18,8 °C)

Média máxima: 36,3 °C (2,4 °C acima da média de 33,9 °C)

 

O dia 18 de setembro foi particularmente marcante, com a temperatura máxima atingindo 43 °C, um recorde para a estação. Apesar de três massas de ar frio terem passado pela região entre julho e agosto, a expectativa de chuva não se concretizou, deixando a população em um estado de alerta.

 

Goiânia teve um inverno quente

 

Em Goiânia, a seca foi a marca registrada do inverno de 2024. A cidade não registrou chuvas durante os três meses da estação, exceto em um evento isolado que trouxe temperaturas muito baixas em 13 de agosto, quando a mínima foi de 9,2 °C devido à passagem de uma massa de ar frio.

Temperaturas:Média: 25,1 °C (1,1 °C acima da média histórica de 24 °C)

Média mínima: 17,4 °C (acima da média de 16,4 °C)

Média máxima: 33,9 °C (1,8 °C acima da média de 32,1 °C)

 

As temperaturas máximas variaram, com picos de até 38,9 °C nos dias 3, 4 e 21 de setembro, evidenciando a intensidade do calor na região.

 

Brasília sem nada de chuva e calor acima da média histórica 

 

Na capital federal, Brasília, a situação foi semelhante. A estação foi marcada por um total de ausência de chuvas, resultando em um déficit de 100% em relação à média histórica de 36,5 mm. O clima seco impactou a umidade relativa do ar, elevando o risco de problemas respiratórios e alergias.

Temperaturas:Média: 21,2 °C (0,6 °C acima da média histórica de 20, 6 °C)

Média mínima: 14,5 °C (0,7 °C abaixo da média de 15, 2 °C)

Média máxima: 28,4 °C (1,4 °C acima da média de 27 °C)

 

Implicações e considerações

 

O inverno de 2024 destaca-se como um dos mais secos e quentes dos últimos anos nas capitais mencionadas. A falta de chuvas e o aumento das temperaturas podem ter efeitos severos em setores como a agricultura, a saúde pública e o fornecimento de água.

 

Clima Tempo

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O município de Aragarças, no oeste de Goiás, registrou a temperatura de 43,3°C. O número representa o maior calor registrado no Brasil na quinta-feira (3), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

 

De acordo com o monitoramento das maiores temperaturas registradas pelo Inmet, Goiás teve outras quatro cidades entre as 20 mais quentes do Brasil na quinta-feira (lista completa abaixo). Catalão ficou na 10ª posição, com 40.4°C; Goiânia ficou na 13ª colocação, com 39,9°C; Pirenópolis ficou em 17º lugar com 39,3°C; e Jataí ficou na 20ª posição, com 39.1°C.

 

De acordo com o Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo), a sexta-feira (4) deve seguir quente no estado. A instituição emitiu alerta de onda de calor com temperaturas até 5°C acima da média em Goiás.

 

O Cimehgo também alertou para o baixo índice de umidade do ar e para qualidade do ar em nível “ruim”, impactada principalmente pelos incêndios.

  1. Aragarças (GO): 43.3°C
  2. Boa Vista (RR): 42.6°C
  3. Peixe (TO): 42.5°C
  4. Porto Nacional (TO): 41.6°C
  5. Unai (MG): 41.4°C
  6. Palmas (TO): 41.2°C
  7. Balsas(MA): 40.9°C
  8. Carolina (MA): 40.9°C
  9. Pedro Afonso (TO): 40.6°C
  10. Catalão (GO): 40.4°C
  11. São João do Piauí (PI): 40.4°C
  12. Arinos (MG): 40.1°C
  13. Goiânia (GO): 39.9°C
  14. Januaria (MG): 39.9°C
  15. Ze Doca (MA): 39.7°C
  16. Paranaíba (MS) 39.6°C
  17. Pirenópolis (GO): 39.3°C
  18. Diamantino (MT): 39.2°C
  19. Taguatinga (TO): 39.2°C
  20. Jataí (GO): 39.1°C

 

G1 Goiás

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