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Um abatedouro clandestino de cavalos foi fechado pela Polícia Militar no último domingo (9), na zona rural do Bairro da Lapa, em Anápolis. Cerca de 40 cavalos foram encontrados em condições precárias: magros, doentes e sem acesso a água ou alimentos. Segundo a polícia, os animais apresentavam ferimentos nas patas e nos olhos, enquanto outros agonizavam em meio a poças de sangue, esqueletos espalhados e restos de animais queimados.

 

Uma mesa com luvas, botas e baldes foi encontrada no local, além de vísceras, couros e outros resíduos de abate. Testemunhas relataram que a carne dos animais estava sendo comercializada, possivelmente na forma de hambúrgueres, o que representa um risco grave à saúde pública.

 

O local foi descoberto após denúncias de moradores, que relataram a presença de urubus na área, o que indicava a presença de animais mortos nas proximidades.

 

Investigação

 

O proprietário do local não foi encontrado durante a operação, mas um homem de 63 anos, identificado como suposto transportador das carnes, foi detido. Posteriormente, o dono do espaço foi localizado e afirmou que havia arrendado o terreno, mas não tinha conhecimento das atividades criminosas realizadas ali.

 

Os animais resgatados foram encaminhados para uma chácara da Prefeitura de Anápolis, onde receberão cuidados veterinários. Exames serão realizados para avaliar suas condições de saúde, e os resultados serão encaminhados à Polícia Civil, que segue investigando o caso.

 

Mais Goiás

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A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) contabilizou os dados da segunda etapa de vacinação obrigatória contra a raiva, nos 119 municípios considerados de alto risco para a doença.

 

Realizada de 1º de novembro a 15 de dezembro de 2024, a vacinação atingiu 2.564.196 bovinos e bubalinos, na faixa etária vacinal de 0 a 12 meses, o que corresponde a 99,15% do total de animais declarados.

 

A medida sanitária está prevista na Portaria nº 473/2024 da Agrodefesa, que estabelece o calendário oficial da segunda etapa de vacinação contra a raiva e declaração de rebanho. A primeira etapa foi realizada no mês de maio.

 

“Ficamos extremamente satisfeitos com o resultado, que chegou a quase 100% dos animais. Isso mostra o compromisso dos nossos pecuaristas com a sanidade do rebanho e contribui para que tenhamos uma produção livre de doenças, abrindo mercados e também protegendo a saúde não só animal, como humana, já que a raiva é uma zoonose”, ressalta o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos.

 

A segunda etapa da vacinação antirrábica em Goiás também foi obrigatória para equídeos (equinos, muares, asininos), caprinos e ovinos com idade de zero a seis meses, nos 119 municípios considerados de alto risco para a doença.

 

Municípios goianos com vacinação obrigatória

 

Dos 119 municípios onde a vacinação é obrigatória, 12 cidades alcançaram 100% de índice vacinal em seus rebanhos. São elas Água Fria de Goiás, Araçu, Campinorte, Chapadão do Céu, Joviânia, Mambaí, Paranaiguara, Pilar de Goiás, Rialma, São Simão, Teresina de Goiás e Vianópolis.

 

“Além disso, das propriedades que realizaram a vacinação, nenhuma ficou abaixo de 95% no índice vacinal de seus rebanhos, o que é um ótimo alcance”, salienta o presidente.

 

O relatório traz, ainda, que 4.814 propriedades do estado não realizaram a vacinação – 6,5% do total de 74.600, considerando os 119 municípios.

 

“Essas propriedades ficam sujeitas a penalidades previstas na legislação sanitária animal vigente, incluindo multa e a proibição da emissão de GTA, para movimentação dos animais no estado, até a sua regularização. Mas é muito importante que busquem regularizar sua situação o quanto antes, em uma Unidade Operacional Local da Agrodefesa, pois além dos impactos na sanidade, evitam expor o rebanho à raiva, que pode ser transmitida pela mordida de morcegos hematófagos”, alerta o diretor de Defesa Agropecuária, Rafael Vieira.

 

Mudanças em 2025 na vacinação contra a raiva

 

A partir de 1º de julho de 2025, algumas mudanças entrarão em vigor nas estratégias para o controle da raiva de herbívoros em Goiás. Uma delas diz respeito à obrigatoriedade da vacinação.

 

De acordo com a Instrução Normativa nº 01/2025, publicada no último mês, a vacinação passará a ser exigida nas propriedades foco (com diagnóstico laboratorial da doença em seu rebanho) e será também recomendada nas propriedades situadas em um raio de até 12 quilômetros a partir do foco (área perifocal).

 

A gerente de Sanidade Animal da Agrodefesa, Denise Toledo, explica que essa medida não interfere na campanha de vacinação contra a raiva em herbívoros prevista para o mês de maio, já que entra em vigor apenas em julho.

 

“É muito importante que os nossos produtores ainda realizem a vacinação prevista para maio, nos 119 municípios considerados de alto risco para a raiva. Somente no mês de julho é que as novas determinações entram em vigor, como forma de dar respostas mais precisas aos focos da doença”, esclarece.

 

Ela reforça ainda que a vacinação contra a raiva poderá ser feita em todos os municípios durante o ano todo e que a doença continua sendo de notificação obrigatória à Agrodefesa.

 

“O que vai mudar é a forma de agir em relação aos focos identificados. Vamos continuar atuando na vigilância epidemiológica, monitorando rebanhos e abrigos de morcegos hematófagos”, enfatiza.

 

“E precisamos contar com a colaboração dos produtores para que este trabalho continue obtendo sucesso. A raiva é uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida ao homem, além de causar grandes impactos econômicos e sociais, por isso a notificação de sintomas suspeitos é fundamental para identificarmos e eliminarmos possíveis focos”, finaliza.

 

Agência Cora de Notícias

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Uma equipe da Guarda Civil Municipal (GCM) foi acionada para atender a uma ocorrência de desacato de uma moradora contra servidores da Fiscalização Ambiental no Bairro Jardim Goiás, em Rio Verde–GO nesta terça-feira (04).

 

Segundo a ocorrência, no local, dois fiscais ambientais relataram que foram até uma residência para apurar uma denúncia de maus-tratos contra animais. De acordo com os servidores, a moradora permitiu a entrada na residência, mas, durante a fiscalização, passou a proferir xingamentos contra os fiscais.

 

Uma agente afirmou ter sido chamado de "vagabunda", enquanto outro relatou que a moradora os acusou de perseguição e sugeriu que "caçassem serviço". Parte das ofensas foi registrada em vídeo.

 

Diante da situação, os fiscais manifestaram a intenção de representar criminalmente contra a moradora. Os guardas municipais, então, conduziram a mulher à 8ª Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis.

 

Jornal Somos

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Goiás registrou, no terceiro trimestre de 2024, o maior valor da série histórica no que se refere a abate de bovinos, com 1,06 milhão de cabeças, conforme revela a Pesquisa Trimestral da Pecuária, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (05/12).

 

O número representa alta de 1,4% em relação ao trimestre anterior (1,05 milhão), e um aumento ainda maior em relação ao mesmo período de 2023 (962,6 mil), variando 10,1%.

 

Tendo em vista o crescimento registrado também no segundo trimestre de 2024, quando o número de cabeças de bovinos abatidos aumentou 35,6% em comparação ao mesmo período de 2023, o estado se encaminha para um recorde anual, a depender dos resultados do quarto trimestre.

 

O secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pedro Leonardo Rezende, afirma que os dados reforçam o potencial de crescimento da pecuária, setor que é fundamental para a economia goiana.

 

“Os resultados alcançados até o momento já são positivos, mas continuaremos investindo em infraestrutura, sanidade animal e assistência técnica, a fim de garantir, cada vez mais, o crescimento e o fortalecimento dessa cadeia produtiva em Goiás”, ressalta.

 

Outros destaques

 

A Pesquisa Trimestral da Pecuária revela ainda que a produção de frangos goiana apresentou alta de 6,6% em relação ao terceiro trimestre de 2023, com um abate de 126,0 milhões de animais, o quinto maior do país, mantendo-se acima dos números registrados no ano anterior.

 

O leite captado no terceiro trimestre de 2024 chegou a 536,2 milhões de litros e teve alta de 5,0% em relação ao segundo trimestre de 2024.

 

Também cresceu no estado a produção de ovos de galinha, que foi de 66,4 milhões de dúzias no terceiro trimestre de 2024, apresentando alta de 5,3% em relação ao segundo trimestre de 2024 (63,0 milhões) e de 10,0% em relação ao terceiro trimestre de 2023 (60,4 milhões de dúzias).

 

Com esse resultado, o estado de Goiás alcança a maior produção de ovos da série histórica, iniciada no primeiro trimestre de 1987.

 

Agência Cora de Notícias 

K2_PUBLISHED_IN Agricultura

Cerca de 80 cachorros desnutridos da raça beagle americano em condições de maus-tratos foram resgatados na propriedade de um homem de 45 anos em Boa Esperança, no Espírito Santo.

 

O resgate foi realizado pela polícia civil e o suspeito foi preso em flagrante, nesta segunda-feira, dia 7.

 

Segundo a denúncia, o suspeito passava dias sem cuidar dos animais. No local, foram encontrados animais mortos, carcaças e cães debilitados, sem acesso à alimentação e a cuidados veterinários adequados.

 

“É importante destacar a crueldade no trato com os animais empregada pelo detido. No local, encontramos diversos cães extremamente debilitados e feridos, em situação de desnutrição, sem água e sem alimento adequado, presos em meio às próprias fezes. Inclusive, foi encontrado um cachorro morto entre os outros”, afirmou o titular da Delegacia de Polícia de Boa Esperança, delegado George Zan.

 

Os maus-tratos foram atestados por um médico veterinário, junto à equipe policial. Segundo o delegado, os cachorros eram alimentados com uma mistura de ração para peixes e farelo de cereais.

 

“Observamos também diversas ossadas de animais espalhadas pela pastagem, além de uma espécie de forno improvisado, onde, aparentemente, os animais eram queimados após falecerem. Os animais em situação de vulnerabilidade serão encaminhados a instalações adequadas”, diz Zan.

 

A propriedade onde estavam os cachorros desnutridos fica na região de Córrego da Taboca, zona rural de Boa Esperança. O homem foi denunciado à polícia pela Associação dos Cuidadores de Animais de Boa Esperança.

 

Mais Goiás

K2_PUBLISHED_IN Polícia

A combinação de oceanos e planeta mais quentes, somada aos efeitos do El Niño, desafia os registros de temperatura, refletindo eventos extremos que evidenciam a mudança climática no Brasil.

 

Segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM), 2023 foi o ano mais quente da história, e embora haja esperança de alívio com um possível arrefecimento do El Niño, 2024 deve permanecer entre os anos mais quentes devido ao aquecimento global, com sua influência continua até maio, impactando diretamente o clima brasileiro.

 

Assim como nós, os pets também sofrem com os dias quentes e abafados. As altas temperaturas podem incomodar nossos amigos peludos, e cabe a nós mitigar os problemas causados pelo calor, garantindo seu conforto e bem-estar.

 

De acordo com Henrique Baccar, comportamentalista e adestrador de pets, que atende pelo GetNinjas, maior aplicativo para contratação de serviços do Brasil, é importante estar atento aos dias mais quentes e intensificar os cuidados com os pets.

 

"É fundamental observar que os animais domésticos têm uma temperatura corporal que pode variar entre 37,4ºC e 39ºC, dependendo da espécie, pelagem e raça. Isso requer atenção extra para garantir seu bem-estar", destaca. 

 

O especialista também ressalta que a situação em que o animal está exposto pode afetar sua saúde. "Os primeiros sinais de excesso de calor podem incluir mal-estar perceptível, agitação e ofegação intensa por parte do pet, isso pode ocorrer após um passeio de rotina", acrescenta.

 

O Comportamentalista alerta ainda sobre a importância de avaliações veterinárias recorrentes, pelo menos duas vezes ao ano. "Muitos tutores deixam de realizar consultas veterinárias ao observarem seus pets com boa alimentação, atividade e comportamento normal.

 

No entanto, as mudanças de estação e variações climáticas podem afetar a saúde dos pets. Algumas raças de cachorros são mais sensíveis a climas quentes, atenção especial para todos os braquicefálicos, que são os animais com focinhos menores e achatados, enquanto os gatos demonstram maior adaptabilidade ao clima", explica. 

 

Com alguns cuidados simples, podemos ajudá-los a enfrentar o calor com segurança. Veja a seguir as dicas do especialista:

 

1. Fornecer acesso adequado à água:

 

Certifique-se de que seu cão tenha acesso constante a água fresca e limpa. Durante os dias quentes, a hidratação é fundamental para manter a saúde do seu animal de estimação. Verifique regularmente se a tigela de água está cheia e troque-a sempre que necessário, uma pedrinha de gelo pode fazer toda a diferença.

 

2. Evitar atividades excessivas ao ar livre:

 

Nos dias mais quentes, evite atividades físicas intensas ao ar livre, especialmente durante as horas de pico de calor. Opte por caminhadas mais curtas e em horários mais frescos do dia, como no início da manhã ou no final da tarde.  Atenção especial com as patinhas, o chão quente pode causar ardor, ressecamento e até bolhas. 

 

3. Oferecer locais frescos e sombreados:

 

É importante que seu cão tenha acesso a áreas sombreadas e frescas para descansar durante o calor do dia. Se possível, mantenha-os dentro de casa com ar-condicionado ou ventiladores para garantir um ambiente confortável. 

 

4. Não deixar o cão dentro de carros:

 

Nunca deixe seu cão dentro de um carro estacionado, mesmo que por um curto período de tempo. Os carros podem aquecer rapidamente e atingir temperaturas perigosas, mesmo em dias moderadamente quentes, representando um risco sério para a saúde do seu animal de estimação. 

 

5. Monitorar sinais de superaquecimento:

 

Fique atento aos sinais de superaquecimento em seu cão, como respiração ofegante excessiva, salivação excessiva, letargia, e gengivas e língua avermelhadas. Se você suspeitar que seu cão está superaquecido, leve-o imediatamente a um local fresco e contate um veterinário.

 

Rádio Eldorado FM

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Animais se comunicam utilizando sinais que podem incluir pistas visuais, auditivas ou baseadas em sons, químicas, ou táteis baseadas em toque.

 

Os animais utilizam-se da comunicação sonora para informar a indivíduos da mesma espécie ou a espécies diferentes sobre comportamentos que estão prestes a manifestar, por exemplo: quando estão com fome; para alertar quando algo em seu meio natural está diferente, como forma de proteção à caça predatória; no momento do acasalamento ou quando estão irritados.

 

O estudo realizado pela Bioacústica ganhou destaque no Brasil, pois pode aumentar o conhecimento sobre as características de determinados animais, além de ser uma forte ferramenta na preservação e conservação de diferentes espécies, enfatiza Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News (www.revistaecotour.news).

 

Esta técnica foi utilizada pelo Laboratório de Mamíferos Aquáticos (LMA) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCT), em parceria com a Associação Amigos do Peixe-boi (Ampa).

 

O intuito é conhecer melhor as características dos mamíferos aquáticos da Amazônia.

 

Os estudos foram realizados com peixes-boi que vivem no Parque Aquático Robin C. Best do Inpa. Segundo a bióloga Louzamira Biváqua, os dados coletados com essas pesquisas podem servir para auxiliar os cientistas a entender o comportamento do animal em vida livre.

 

Durante as gravações em cativeiro, a maioria dos pesquisadores utilizou planilhas com informações comportamentais dos animais estudados no momento que o som estava sendo produzido.

 

Através da produção sonora, os peixes-boi são capazes de reconhecer os outros indivíduos da mesma espécie o que evidencia que cada animal possui uma característica sonora individual (assinatura vocal).

 

A comunicação sonora é o principal meio de comunicação do peixe-boi da Amazônia e é muito importante, principalmente, no contato mãe e filhote.

 

Os cachorros se comunicam usando feromônios. Eles se cheiram uns aos outros para coletar esta informação química e muitas das substâncias químicas são também liberadas na urina deles.

 

Ao urinar em um arbusto ou poste, um cachorro deixa uma marca de sua identidade que pode ser lida por outros cachorros que por ali passam, e pode afirmar sua posse do território próximo, informa Vininha F. Carvalho.

 

O investimento em novas tecnologias vem permitindo que as pesquisas científicas possam avançar a largos passos.

 

No LMA, a técnica da Bioacústica também já foi aplicada a estudos feitos com as ariranhas (Pteronura brasiliensis), boto-vermelhos (Inia geoffrensis) e tucuxis (Sotalia fluviatilis).

 

Os estudos com golfinhos amazônicos foram realizados no sistema hídrico da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (RDSM), distante da capital Amazonense cerca de 700 km, pelos pesquisadores Vera da Silva, Jeffrey Podos e Marcos Rossi-Santos.

 

Por meio da pesquisa, eles observaram que as vocalizações produzidas pelo boto-vermelho têm uma estrutura diferente dos típicos assobios emitidos por outros golfinhos.

 

Del Valle Editoria

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As tradicionais reuniões familiares para celebrar a chegada de um novo ano são sempre marcadas por muita alegria e comemorações e têm ganhado novos integrantes nos últimos anos: os pets inseparáveis.

 

Cada vez mais presentes nos lares, é importante saber a maneira correta de lidar com esses animais ao sair um pouco da rotina e estar pronto para possíveis emergências Pensando nisso, a veterinária Marcela Barbieri, especialista em comportamento canino, revela o que é mito e o que é verdade quando o assunto é petiscos e agrados que podem fazer mal aos pets.

 

Chocolate pode fazer mal para cachorros

 

●     Verdade: O chocolate contém teobromina, uma substância tóxica para cães. Ingeri-lo pode causar desde desconforto gastrointestinal até problemas mais sérios, como convulsões. Mantenha longe!

 

Uva e uva passa são lanches saudáveis para cães

 

●     Mito: Uvas e passas são altamente tóxicas para cães e podem levar a insuficiência renal. Evite oferecê-las como petiscos.

 

O álcool pode ser divertido para os pets

 

●     Mito: O álcool é extremamente perigoso para cães e pode causar intoxicação. Nunca ofereça bebidas alcoólicas a eles.

 

Todos os enfeites da decoraçaõ da festa são seguros para cães

 

●     Mito: Alguns enfeites, como bolas de vidro, fitas e ornamentos pequenos, podem representar riscos de engasgamento ou lesões intestinais. Fique de olho!

 

Deixar o cão comer comida humana nas festas pode ser perigoso

 

●     Verdade: Muitos alimentos que estamos acostumados a comer, especialmente aqueles temperados ou ricos em gordura, podem ser prejudiciais para cães. Evite compartilhar o que está no seu prato ou na mesa.

 

Cachorro também merece comer um docinho

 

●     Mito: Mantenha doces, petiscos e alimentos festivos fora do alcance dos cães para evitar ingestão acidental.

 

O cão pode esperar a festa acabar para ser socorrido

 

●     Mito: Em caso de ingestão de qualquer coisa que esteja fazendo mal, entre em contato com o veterinário o mais rápido possível.

 

Oferecer a comida que o pet está acostumado antes da festa é uma boa idéia

 

●     Verdade: Ofereça uma refeição equilibrada antes das festas para reduzir a tentação dos cães de ficarem rodeando a mesa pra tentar ganhar algum pedacinho de alimento.

 

Cuidado com o barulho dos fogos de artifício, isso pode incomodar o cachorro

 

●     Verdade: Esteja atento aos sinais de estresse, como tremores, latidos excessivos e agitação durante os fogos de artifício.

 

Seguindo esses cuidados explicados pela veterinária, você mantém a segurança do seu cãozinho durante as festas de fim de ano.

 

Rádio Eldorado FM

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Um empresário do ramo da construção civil, de 49 anos, foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na tarde deste domingo (22) na BR-153, em Morrinhos, região sul de Goiás.

 

Os policiais faziam fiscalização de combate a embriaguez ao volante quando encontraram em um Fiat Strada cinco animais silvestres abatidos.

 

Tudo começou quando os agentes abordaram o veículo que transportava dois cães caçadores no compartimento de carga.

 

Em seguida, os policiais avistaram uma arma de fogo e um saco preto ensanguentado no banco do veículo.

 

Bastante nervoso e inquieto, o homem não conseguiu explicar o que estava transportando.

 

Após abrir o saco, os agentes encontraram cinco animais silvestres abatidos (Tatu-galinha), em seguida, o homem afirmou que os animais foram capturados em uma área da zona rural em Buriti Alegre.

 

O caçador, a arma com 27 munições e os tatus abatidos foram encaminhados para a Delegacia Regional de Polícia Civil em Caldas Novas.

 

Fonte: PRF

K2_PUBLISHED_IN Estado

A Polícia Civil de Mineiros-GO, através de uma denúncia acerca de maus-tratos de animais (registrada em dezembro), em que o suposto autor teria alvejado com arma de fogo, naquela oportunidade, dois cachorros do vizinho (na zona rural), saiu em diligências e, na propriedade rural do investigado, foram apreendidas 03 (três) armas de fogo, sendo um revólver calibre 38 e duas espingardas calibres 24 e 36.

 

Ainda, no local, foram localizadas: a) 42 munições calibre 36; b) 31 munições calibre 24; c) 08 munições calibre 16; d) 20 munições calibre 38; e) 01 munição calibre 12; f) 40 munições calibre 22.

 

No total, foram apreendidas 03 armas de fogo, 197 munições deflagradas e não deflagradas, e insumos para reposição de munições.

 

O autor foi preso em flagrante delito e responderá pelos crimes previstos nos artigos 12, da Lei 10.826/03 e 32, da lei 9605/98.

 

Fonte: Polícia Cívil

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