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A taxa de empreendedorismo no Brasil atingiu seu maior nível desde 2020 ao saltar de 31,6% para 33,4% em 2024, segundo o relatório Global Entrepreneurship Monitor (GEM), elaborado pelo Sebrae e pela Associação Nacional de Estudos e Pesquisas em Empreendedorismo (Anegepe).

 

Ao todo, 47 milhões de brasileiros estão envolvidos com um negócio próprio, formal ou informal. Com isso, o país subiu duas posições no ranking mundial de empreendedores estabelecidos e ultrapassou economias como Reino Unido, Itália e até Estados Unidos.

 

Para o multiempresário Reginaldo Boeira, que há mais de quatro décadas empreende no Brasil e hoje é dono de 12 empresas, o crescimento do empreendedorismo no país reflete, na verdade, uma dura realidade.

 

“Eu acredito no empreendedorismo como uma ferramenta para mudar a realidade das pessoas, mas no Brasil, não é só pela vontade de inovar ou criar algo novo. Muitas pessoas estão empreendendo porque perderam seus empregos ou não encontram oportunidades formais no mercado. É uma resposta à necessidade.

 

Só no Brasil, são mais de 7,5 milhões de pessoas desocupadas, segundo o IBGE. O empreendedorismo, nesse cenário, se torna uma saída para sobreviver e buscar uma renda”, afirma.

 

Reginaldo Boeira aponta que um dos caminhos mais seguros para quem deseja abrir um negócio é o sistema de franquias. Isso porque, de acordo com o Sebrae, a taxa de mortalidade de empresas comuns chega a 60% nos primeiros cinco anos de vida. No caso das franquias, esse índice não chega a 10% no mesmo período. 

 

“A franquia já nasce com um modelo testado e validado. O franqueado conta com suporte, treinamento e estratégias prontas, o que reduz os erros e aumenta as chances de sucesso. É um atalho inteligente para quem está começando”, pontua Boeira, presidente da KNN Group, holding que administra suas empresas, entre elas, uma das cinco maiores 

 

Jornal Somos

K2_PUBLISHED_IN Economia

As exportações brasileiras de carne suína atingiram um novo recorde para o mês de fevereiro, totalizando 114,4 mil toneladas embarcadas. O volume representa um aumento de 17% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram exportadas 97,8 mil toneladas. Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

 

Em receita, o crescimento foi ainda mais expressivo, com um avanço de 32,6%. O faturamento do setor em fevereiro alcançou US$ 272,9 milhões, contra US$ 205,7 milhões registrados no mesmo mês de 2024.

 

No acumulado do primeiro bimestre, os embarques de carne suína totalizaram 220,4 mil toneladas, um avanço de 11,6% em relação às 197,5 mil toneladas exportadas nos dois primeiros meses do ano passado. No mesmo período, a receita cresceu 26,2%, somando US$ 510,9 milhões.

 

Filipinas lideram compras de carne suína; México ganha destaque

 

As Filipinas foram o principal destino da carne suína brasileira em fevereiro, com 23 mil toneladas importadas, um crescimento de 72% na comparação anual. Na sequência, aparecem:

 

China – 19,4 mil toneladas (-26,2%)

Hong Kong – 13,4 mil toneladas (+49,8%)

Japão – 9 mil toneladas (+61,8%)

Chile – 8,3 mil toneladas (-0,2%)

Singapura – 6,5 mil toneladas (+3,6%)

Argentina – 4,8 mil toneladas (+313,1%)

Uruguai – 3,6 mil toneladas (+13,1%)

Costa do Marfim – 3,1 mil toneladas (+58,4%)

Vietnã – 3 mil toneladas (+64,8%)

 

O México também ganhou relevância no mercado, com mais de 2 mil toneladas embarcadas. Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o crescimento se deve à renovação do programa de segurança alimentar mexicano.

 

Santa Catarina lidera exportações

 

Santa Catarina manteve sua posição como o principal estado exportador de carne suína do Brasil, com 61,8 mil toneladas embarcadas em fevereiro (+14,2%). Em seguida, aparecem:

 

Rio Grande do Sul – 23,9 mil toneladas (+13,8%)

Paraná – 17,9 mil toneladas (+48,1%)

Minas Gerais – 2,3 mil toneladas (+43,9%)

Mato Grosso – 2,8 mil toneladas (+21%)

 

O Brasil se consolida como o quarto maior produtor e exportador de carne suína do mundo. Ricardo Santin reforçou que a suinocultura nacional é uma parceira estratégica da indústria na segurança alimentar global.

 

Canal Rural

K2_PUBLISHED_IN Agricultura

A arrecadação do governo federal fechou o ano de 2024 em R$ 2,709 trilhões, informou, nesta terça-feira (28), a Receita Federal. É o maior valor registrado na série histórica, iniciada em 1995, e representa crescimento real de 9,6%, descontada a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 2024 contra o ano anterior. Descontada a inflação, o governo arrecadou R$ 2,653 trilhões no ano.

 

Segundo a Receita, o aumento decorreu principalmente da expansão da atividade econômica que afetou positivamente a arrecadação e da melhora no recolhimento do PIS/Cofins (Programa de Interação Social/Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) em razão do retorno da tributação incidente sobre os combustíveis, entre outros fatores.

 

Em entrevista coletiva para apresentar os dados, o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, destacou o aumento na atividade econômica entre os fatores para o resultado.

 

“Os grandes números refletem os resultados importantes da política econômica nos últimos anos, da reativação da economia que vimos no ano passado e que resulta nesse resultado espetacular. Tivemos a reativação de setores inteiros da economia que, com esse aquecimento, voltaram a recolher valores relevantes de tributos. A mínima histórica do desemprego no Brasil, o grande aumento da massa salarial, que têm papel importantíssimo na arrecadação de 2024”, disse o secretário.

Também contribuíram para a arrecadação recorde o crescimento da arrecadação do Imposto de Renda (IRRF Capital) sobre a tributação de fundos e o desempenho do Imposto de Importação e do IPI vinculado à Importação, em razão do aumento das alíquotas médias desses tributos.
“[Esse resultado reflete] uma Receita Federal menos repressiva e mais orientadora do contribuinte, atuando na desoneração do pequeno contribuinte, do empresário produtivo e focando a fiscalização e arrecadação naqueles que antes não contribuíam com a uma parcela justa, especificamente nas grandes rendas passivas no Brasil, na tributação dos super-ricos”, afirmou. “Trabalhamos para trazer para a tributação aqueles que não estavam, trazer para a tributação aqueles com patrimônio de centenas de milhões de reais em fundos fechados, em outros países, e que nunca recolheram”, acrescentou Barreirinhas.
No ano passado, os principais indicadores apontaram para um bom desempenho macroeconômico do setor produtivo. A produção industrial teve cresceu 3,22%; a venda de bens, 3,97%; e a venda de serviços, 2,9%. O valor em dólar das importações teve resultado positivo de 8,65% e o crescimento da massa salarial ficou em 11,78%.
Entre os tributos, a arrecadação da Cofins/PIS-Pasep somou R$ 541,743 bilhões, um aumento de 18,6% em relação ao ano de 2023. As contribuições previdenciárias fecharam em R$ 685,012 bilhões, crescimento de 5,34% em relação a 2023; Imposto sobre Importação e IPI-Vinculado, com arrecadação de R$ 109,608 bilhões, aumento de 33,75% na comparação com 2023.
O IRRF-Rendimentos de capital fechou o ano passado com arrecadação de R$ 146,539 bilhões, crescimento de 13,12%. Já o Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) arrecadaram R$ 502,720 bilhões, alta de 2,85%.
No recorte setorial, as maiores altas nominais de arrecadação em 2024 se deram nas áreas de comércio atacadista, que recolheu R$ 171,285 bilhões; entidades financeiras, R$ 288,621 bilhões; combustíveis, R$ 105,354 bilhões; atividades auxiliares do setor financeiro, R$ 86,044 bilhões; e fabricação de automóveis, com R$ 63,907 bilhões.
O resultado da arrecadação também foi positivo em dezembro do ano passado, ficando 7,78% acima da inflação e recolhendo R$ 261,265 bilhões. 
 
Agência Brasil
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A safra goiana de cereais, leguminosas e oleaginosas deve bater recorde histórico ao atingir 33,7 milhões de toneladas em 2025. O 4º Levantamento Sistemático de Grãos 24/25, elaborado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e analisado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), aponta número 11,4% superior à safra anterior, o equivalente a 3,4 milhões de toneladas a mais.

 

A estimativa é de que a safra de milho 2024/25 em Goiás supere muito a produção nacional, com um aumento de 12,7%, somando 12,7 milhões de toneladas, enquanto que a produção nacional deve chegar a apenas 3,3% em relação à safra anterior, totalizando em 119,5 milhões de toneladas.

 

Segundo a Seapa, a expectativa para este ano de 2025 é de aumento da demanda interna por milho nacional e, consequentemente, a redução da oferta do cereal para comercialização no mercado internacional.

 

Em relação à soja, em Goiás, a safra de 2024/25 deve chegar a 18,7 milhões de toneladas, com um aumento de 11,7% em relação à anterior. Já a safra nacional será de 166,3 milhões de toneladas, com aumento de 12,6% em relação à anterior.

 

A Seapa informa que algumas medidas foram adotadas na produção goiana para incrementar o mercado, com alguns ajustes nos quadros de oferta e demanda de farelo de soja e óleo de soja da safra 2023/24. Estes ajustes foram motivados por um aumento de estimativa de exportação de óleo de soja, que se estende para 2025.

 

“Goiás é o quarto maior produtor nacional de grãos, com participação de 10,5% dos produtos agrícolas do país. Essa posição é reflexo dos investimentos dos agricultores em tecnologia e também do Governo de Goiás na melhoria produtiva do estado, por exemplo, no âmbito logístico, além do acompanhamento produtivo, fatores esses que têm influenciado positivamente na economia goiana”, destaca o titular da Seapa, Pedro Leonardo Rezende.

 

Prognóstico de safra

 

Paralelamente ao 4º Levantamento Sistêmico de Grãos da Conab, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) também traçou os prováveis resultados das safras deste ano. O Terceiro Prognóstico da safra 2025 aponta que a alta na produção goiana pode ser atribuída, principalmente, ao aumento na produção de soja (18,4%) e cana-de-açúcar (14,5%).

 

Também foi divulgado pelo IBGE, por meio do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), que o milho, a soja e a sorgo, os três principais produtos do estado, somados, representam 97,6% da estimativa da produção e respondem por 96,3% da área a ser colhida.

 

Enquanto isso, é estimado que a área plantada de cana-de-açúcar em Goiás será de 1,02 milhão de hectares, valor 1,2% maior do que o da safra 2023 (que foi de 1,0 milhão de hectares).

 

Agência Cora de Notícias 

K2_PUBLISHED_IN Agricultura

Apesar da retração de 1,3% no valor total, o resultado é o segundo maior da série histórica, segundo o Ministério da Agricultura. A queda foi atribuída à redução de 4,6% nos preços das principais commodities exportadas, parcialmente compensada por um aumento de 3,4% no volume embarcado.

 

O setor manteve sua relevância no comércio exterior brasileiro, representando 48,8% do total exportado pelo país, consolidando-se como um pilar essencial da economia.

 

Entre os destaques do desempenho agropecuário em 2024, estão o crescimento das exportações de carnes (+11,4%), produtos florestais (+21,2%), café (+52,6%) e o complexo sucroalcooleiro (+13,3%), que compensaram as quedas no complexo soja e em cereais, impactados por uma safra menor e preços internacionais mais baixos.

 

Produtos como açúcar, café verde, carne suína in natura, algodão e feijões secos atingiram recordes em volume e valor exportado. O ministério também destacou a performance de itens menos tradicionais, como limões, alimentos para pets e chocolates, que reforçam a diversificação da pauta exportadora brasileira.

 

Os setores mais representativos em valores foram o complexo soja, que somou US$ 53,9 bilhões, seguido por carnes (US$ 26,2 bilhões), complexo sucroalcooleiro (US$ 19,7 bilhões), produtos florestais (US$ 17,3 bilhões) e café (US$ 12,3 bilhões).

 

Luís Rua, secretário de Comércio e Relações Internacionais, destacou que o desempenho reflete o esforço conjunto do governo e do setor privado em diversificar produtos e mercados, promovendo uma maior inserção global do agronegócio brasileiro.

 

Mesmo diante de desafios, o setor reafirmou seu papel estratégico, impulsionando a economia nacional e ampliando a presença no mercado internacional.

 

Olha Goiás

K2_PUBLISHED_IN Agricultura

Em seu levantamento de março, divulgado ontem (8), a CONAB estimou que a produção brasileira de milho na corrente safra pode chegar aos 61,7 milhões de toneladas, o que deve representar novo recorde no País.

Superando em 5% os 58,6 milhões de toneladas de 2008 – volume por ora recorde na produção brasileira de milho – a atual projeção representa aumentos de 7,5% sobre a safra de 2011 (57,4 milhões de toneladas) e de 1,4% sobre o previsto em fevereiro passado. O acréscimo neste último caso parece pequeno, mas corresponde a um adicional de quase 1 milhão de toneladas em relação à previsão anterior.

O que não escapa, nas atuais projeções, é que a primeira safra de milho é quase similar (mas ainda inferior) à primeira safra do ano passado. Ou seja: todo o aumento previsto e a possibilidade de novo recorde na produção estão sustentados, exclusivamente, no desempenho da safrinha, por ora ainda uma promessa.

Fonte: site Agrolink

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