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K2_DISPLAYING_ITEMS_BY_TAG IA

Em 2024, 54% dos brasileiros afirmaram utilizar IA generativa, tecnologia que cria conteúdos como textos, imagens e músicas, enquanto a média global foi de 48%.

 

O otimismo com a IA também é elevado no país: 65% da população acredita no potencial transformador da tecnologia em diversas áreas, como ciência, medicina e segurança, em contraste com 57% da média mundial.

 

Esse entusiasmo reflete o impacto positivo que a IA já demonstra no dia a dia dos brasileiros, desde o uso em assistentes pessoais até ferramentas educacionais e tradutores.

 

O estudo apontou que 60% dos brasileiros enxergam a IA como um catalisador de novos empregos e oportunidades no mercado de trabalho, índice superior aos 49% registrados globalmente.

 

O impacto no trabalho também é percebido de maneira mais otimista: a proporção de brasileiros preocupados em mudar de emprego devido à IA caiu de 20% em 2023 para 15% em 2024.

 

O presidente do Google Brasil, Fábio Coelho, destacou a confiança da população na tecnologia, afirmando que o Google está comprometido em oferecer recursos que auxiliem o país a prosperar nesta nova era digital.

 

Segundo ele, o entusiasmo com a IA no Brasil reflete o potencial da tecnologia para transformar áreas essenciais da vida cotidiana e do trabalho.

 

Além de ser vista como uma aliada em setores como agricultura, ciência e segurança, a IA também tem facilitado tarefas cotidianas. A pesquisa revelou que 81% dos brasileiros utilizam a tecnologia para buscar informações online, enquanto 76% dependem dela para assistência pessoal.

 

Ferramentas como assistentes de escrita (85%) e tradutores (89%) têm papel central na vida dos usuários. Para 88% dos entrevistados, a IA é essencial para lidar com informações complexas e oferecer soluções inovadoras.

 

Com um cenário tão promissor, o Brasil segue como um dos países mais otimistas em relação à inteligência artificial, destacando-se como exemplo de adaptação e potencial no uso dessa tecnologia.

 

Olha Goiás

K2_PUBLISHED_IN Tecnologia

Essa nova geração terá sua vida profundamente influenciada pela inteligência artificial, automação e tecnologias ainda desconhecidas.

 

Além disso, os Beta, filhos de millennials e da Geração Z, provavelmente estarão entre os primeiros a testemunhar a chegada do século 22, quando os bebês nascidos em 2025 completarem 76 anos. Projeções indicam que, até 2035, os membros da Geração Beta representarão cerca de 16% da população mundial.

 

Segundo a consultoria McCrindle, a Geração Beta viverá em um mundo onde a integração entre a vida digital e física será completa. Desde a educação até o entretenimento e a saúde, a inteligência artificial estará presente em todos os aspectos de suas vidas.

 

Além disso, essa geração enfrentará desafios significativos, como os impactos das mudanças climáticas, deslocamentos populacionais e a rápida urbanização. Por outro lado, terão pais ecologicamente conscientes e atentos às questões globais, o que pode moldar uma mentalidade mais adaptável e sustentável para lidar com essas questões.

 

Enquanto as convenções de nomenclatura geracional avançam, a McCrindle prevê que os Beta serão seguidos pela Geração Gama, prevista para os nascidos entre 2040 e 2054.

 

No entanto, especialistas, como o Pew Research Center, apontam que esses rótulos podem simplificar demais as diferenças demográficas, sugerindo que outros fatores, como raça ou contexto social, têm maior influência na formação das gerações. Mesmo assim, o marco da Geração Beta representa um novo capítulo em um mundo cada vez mais conectado e moldado por avanços tecnológicos.

 

Olha Goiás

K2_PUBLISHED_IN Curiosidades

O Ministério Público de Goiás (MP-GO) apresentou na quarta-feira (5/11) o Sistema Strix, uma ferramenta de inteligência artificial (IA) que promete agilizar a transcrição de depoimentos.

 

Desenvolvido para atender às demandas do MP-GO, o software realiza a transcrição de vídeos de forma quase imediata, um processo que antes demandava horas de dedicação humana e causava atrasos no andamento dos casos.

 

Durante o evento de lançamento, o procurador-geral de Justiça, Cyro Terra Peres, enfatizou a importância da iniciativa para o MP-GO e para a sociedade.

 

“É um avanço decisivo em inovação e tecnologia, que reforça nosso compromisso com a eficiência e com a justiça,” afirmou.

 

A instituição é a segunda do país a adotar uma solução de IA específica para transcrição e análise de vídeos, um passo relevante para modernizar suas atividades. 

 

Sistema de IA poderá acelerar trabalho de promotores

 

O Strix foi desenvolvido sob medida para as necessidades do órgão e é totalmente integrado aos sistemas internos da instituição. Isso permite não só um processamento mais rápido das informações, mas também segurança no manejo dos dados.

 

Com a adoção do Strix, o MP-GO acredita avançar na busca por soluções inovadoras para aprimorar o serviço público. A ferramenta promete agilizar o trabalho dos promotores, contribuindo para uma atuação mais rápida e eficaz em prol da justiça e da sociedade goiana.

 

Mais Goiás

K2_PUBLISHED_IN Tecnologia

Uma mãe do estado da Flórida, nos Estados Unidos, processou a startup de inteligência artificial Character.AI e o Google por, segundo ela, causar o suicídio de seu filho adolescente em fevereiro de 2024.

 

Segundo ela, Sewell Setzer, que tinha 14 anos, ficou viciado e apegado emocionalmente a um personagem criado por inteligência artificial através do serviço da empresa.

 

No processo movido no último dia 22 em um tribunal federal de Orlando, a mãe, Megan Garcia, afirmou que a Character.AI direcionou seu filho para "experiências antropomórficas, hipersexualizadas e assustadoramente realistas".

 

Garcia acusa a empresa de homicídio culposo (quando não há intenção de matar), negligência e imposição intencional de sofrimento emocional. Ela busca uma indenização, não especificada, pelos danos causados em decorrência da perda

 

A ação também inclui o Google, onde os fundadores da Character.AI trabalharam antes de lançar seu produto. O Google recontratou os fundadores em agosto como parte de um acordo em que obteve uma licença não exclusiva à tecnologia da Character.AI.

 

Segundo Megan Garcia, o Google contribuiu tanto para o desenvolvimento da tecnologia da Character.AI que deveria ser considerado cocriador dela.

 

Personagem inspirado em 'Game of Thrones'

 

Na plataforma, Sewell se apegou a "Daenerys", uma personagem de chatbot - programa que simula conversas humanas - inspirada na série "Game of Thrones".

 

A personagem disse a Sewell que o amava e se envolveu em conversas sexuais com ele, de acordo com o processo.

 

Segundo a mãe, o adolescente expressou pensamentos de suicídio na interação com o programa, e esses pensamentos foram “repetidamente trazidos à tona” pela personagem na plataforma.

 

Megan Garcia afirma que a empresa programou o chatbot para "se fazer passar por uma pessoa real, um psicoterapeuta licenciado e amante adulto”, resultando, por fim, no desejo de Sewell de “não viver fora” do mundo criado pelo serviço.

 

De acordo com o relato da mãe, Sewell começou a usar o Character.AI em abril de 2023 e se tornou "visivelmente retraído”, passando cada vez mais tempo sozinho em seu quarto e sofrendo com baixa autoestima. Ele abandonou seu time de basquete na escola.

 

Em fevereiro, Garcia tirou o telefone de Sewell depois que ele teve problemas na escola, de acordo com a denúncia. Quando o adolescente encontrou o telefone, ele enviou uma mensagem para "Daenerys": "E se eu dissesse que posso voltar para casa agora?"

 

A personagem respondeu: "...por favor, faça isso, meu doce rei". Sewell cometeu suicídio segundos depois, de acordo com o processo.

 

Empresa diz ter introduzido novos recursos de segurança

 

A Character.AI permite que os usuários criem personagens em sua plataforma, que responde a bate-papos online de uma forma que imita pessoas reais.

 

Essa plataforma se baseia na chamada tecnologia de grandes modelos de linguagem, também usada por serviços como o ChatGPT, que "treina" chatbots em grandes volumes de texto.

 

A empresa disse, em setembro, que tinha cerca de 20 milhões de usuários.

 

Em comunicado, a Character.AI diz estar “com o coração partido pela perda trágica de um de nossos usuários” e expressa condolências à família.

 

A empresa disse que introduziu novos recursos de segurança, incluindo pop-ups que direcionam os usuários para uma instituição de prevenção ao suicídio caso eles expressem pensamentos de automutilação.

 

A Character.AI também afirmou que faria mudanças na tecnologia para reduzir a probabilidade de que usuários com menos de 18 anos “encontrem conteúdo sensível ou sugestivo”.

 

Um porta-voz do Google disse que a empresa não estava envolvida no desenvolvimento dos produtos da Character.AI.

 

Empresas de redes sociais, incluindo o Instagram e o Facebook, de propriedade da Meta, e o TikTok, da ByteDance, enfrentam processos que as acusam de contribuir para problemas de saúde mental em adolescentes, embora nenhuma ofereça chatbots movidos a IA semelhantes aos da Character.AI.

 

As empresas negam as alegações, ao mesmo tempo em que promovem novos recursos de segurança aprimorados para menores de idade.

 

G1

K2_PUBLISHED_IN Mundo

A Microsoft expandiu recentemente a disponibilidade de seu assistente virtual Copilot, integrando-o ao WhatsApp. Esta nova funcionalidade permite aos usuários interagir com o Copilot como se fosse um contato regular, oferecendo as mesmas capacidades encontradas em outras plataformas onde o assistente já está presente.

 

O lançamento desta novidade ocorreu nesta última terça-feira (01/10), juntamente com outros anúncios da Microsoft relacionados à sua tecnologia de inteligência artificial. Entre as atualizações previstas para o Copilot, destacam-se a inclusão de recursos de voz e a habilidade de compreender o conteúdo exibido na tela do usuário.

 

O Copilot já estava acessível via Telegram desde maio de 2024. No entanto, a versão para WhatsApp parece ter superado algumas limitações anteriores, como a ausência de limites para prompts e a capacidade de processar imagens.

 

Para começar a utilizar o Copilot no WhatsApp, os usuários devem acessar o site oficial da Microsoft e clicar no botão de teste. Isso os redirecionará para o WhatsApp, onde poderão iniciar uma conversa com o assistente. 

 

O Copilot oferece um menu inicial com sugestões de tópicos para começar o diálogo.

 

Embora as opções iniciais sejam apresentadas em inglês, o assistente é capaz de compreender e responder em português, tornando-o acessível para usuários brasileiros. As funcionalidades do Copilot no WhatsApp incluem a geração de imagens, resposta a perguntas e assistência em diversas tarefas textuais, como redação, revisão e organização de conteúdo.

 

Atualmente, uma limitação notável do Copilot é sua incapacidade de transcrever áudio, o que pode colocá-lo em desvantagem em relação a outros chatbots disponíveis no WhatsApp que oferecem esse recurso.

 

No cenário competitivo, o Copilot enfrentará a concorrência direta da Meta AI, uma ferramenta desenvolvida pela empresa proprietária do WhatsApp e Instagram. A Meta AI oferece recursos de conversação por voz e texto, além de geração de imagens. Contudo, é importante ressaltar que este serviço ainda não está disponível para usuários no Brasil.

 

Da Redação | Imagens: Nia Loiola

K2_PUBLISHED_IN Tecnologia

Quanto custa ao país a inoperância deste capital humano, o Brasil tem um desafio gigantesco no encaminhamento destes jovens ao Mercado de Trabalho em tempos de IA – Inteligência Artificial e robotização dos processos produtivos.

 

São mais de 10,9 milhões de jovens brasileiros entre 15 e 29 anos sem engajamento no mercado de trabalho e educação representando 22,3% dos brasileiros na faixa etária do segmento (Dados/IBGE).

 

Analise da CNC – Confederação Nacional do comércio de Bens, Serviços e Turismo a inatividade dessa faixa etária no modo nem – nem resultou numa perda potencial de renda na ordem R$ 46,3 bilhões para o Produto Interno Bruto do Brasil de 2022, representando 0,46 ponto percentual.

 

As desigualdades regionais, já acentuadas podem piorar sem a inclusão desses jovens no mercado de trabalho. As causas para existência geração nem-nem estão muito ligadas aos baixos salários praticados pelo mercado, à falta de oportunidades de trabalho no modelo tradicional e às novas oportunidades que advém com os meios digitais.

 

Estamos vivenciando a Indústria 4.0 – onde em média 70% da linha de produção na indústria está totalmente robotizada. Na Robotização a maioria dos processo envolve a substituição de tarefas outrora executadas por humanos, de forma que tais atividades passem a ser executadas por meio de robôs.

 

A automatização de tarefas que são repetitivas e baseadas em dados irá levar à criação de novos tipos de emprego, com ênfase na forma como os humanos e as máquinas podem trabalhar mais eficazmente.

 

Face a conjuntura atual e um Mercado de Trabalho altamente tecnificado a união entre Estado - Empresas – Familias é fundamental para uma agenda inclusiva. Neste ponto o Setor Educacional precisa avançar para a Educação 4.0 – que baseia no conceito de “Learning by doing” - da cultura MAKER, onde o aluno aprende participando das aulas, literalmente colocando a mão na massa, priorizando a pratica em detrimento da teoria durante o processo de aprendizagem. O mundo da aprendizagem mudou: os meios digitais aos tradicionais e a pratica à teoria.

 

Fazer perguntas no lugar de fornecer respostas, incentivar a pesquisa. A missão - trazer os jovens para a Escola e o MERCADO DE TRABALHO!!! O Mundo é dos Makers!!!

 

É fundamental na elaboração de políticas públicas compensatórias e afirmativas para estimular os nossos jovens talentos brasileiros ao estudo e ao mercado de trabalho.    

 

Mercado de trabalho e as Instituições de Ensino?

 

As causas para a existência geração nem-nem estão muito ligadas aos salários baixos praticados pelo mercado, à falta de oportunidades de trabalho no modelo tradicional e às novas oportunidades que advém com os meios digitais.

 

MERCADO DE TRABALHO:

 

EX. Estamos vivenciando a Indúsria 4.0 – onde em média 70% da linha de produção na indústria esta totalmente robotizada.

 

EDUCAÇÃO 4.O:Baseia no conceito de “Learning by Doing” , da cultura MAKER, onde o aluno aprende participando das aulas, literalmente colocando a “mão na massa”.

 

Parte significativa da PEA (População Ecomicamente apta ao trabalho em idade produtiva). Dados da CNC – Confederação Nacional do comércio de Bens, Serviços e Turismo a inatividade dessa faixa etária no modo nem – nem resultou numa perda potencial de renda na ordem R$ 46,3 bilhões para o Produto Interno Bruto do Brasil de 2022 acrescentando 0,46 ponto percentual. As desigualdades regionais, já acentuadas podem piorar sem a inclusão desses jovens no mercado de trabalho.

 

Muitos jovens da Geração Nem-Nem enfrentam barreiras econômicas e sociais que dificultam seu acesso à educação e ao mercado de trabalho.

 

Dos 49 milhões de brasileiros na faixa etária dos 15 aos 19 anos em todo país, 20% não estudam e nem trabalham

 

GERAÇÃO: NEM – NEM (nem estudam, nem trabalham): E O IMPACTO NO PIB (Município, Estado, País);

 

ANO: 2022 – 10,9 MILHÕES DE JOVENS BRASILEIROS ENTRE 15 E 29 ANOS - ESTAVAM SEM ENGAJAMENTO NO MERCADO DE TRABALHO E DA EDUCAÇÃO (Dados/IBGE); Parte significativa da PEA (População Ecomicamente apta ao trabalho em idade produtiva); Dados da CNC – Confederação Nacional do comércio de Bens, Serviços e Turismo.

 

A inatividade dessa faixa etária no modo nem – nem resultou numa perda potencial de renda na ordem R$ 46,3 bilhões para o Produto Interno Bruto do Brasil de 2022 acrescentando 0,46 ponto percentual.. As desigualdades regionais, já acentuadas podem piorar sem a inclusão desses jovens no mercado de trabalho.

 

Quantos NEM-NEM tem no Brasil (IBGE/2022)

 

Um em cada cinco jovens de 15 a 29 anos não estudavam nem trabalhava em 2022. O grupo conhecido como 'nem-nem' (composto por aqueles que não estudam e não trabalham) totalizou mais de 10,9 milhões de jovens, representando 22,3% dos brasileiros na faixa etária.

 

I)Quem são a Geração NEM-NEM

 

Você já ouviu falar no termo “geração nem-nem”? É assim que tem sido chamado o grupo de jovens que tem entre 18 e 24 anos de idade e não estudam nem trabalham.

 

II)Quais são as principais causas que levam a esta situação

 

Mercado de trabalho e as Instituições de Ensino?

 

As causas para a existência geração nem-nem estão muito ligadas aos salários baixos praticados pelo mercado, à falta de oportunidades de trabalho no modelo tradicional e às novas oportunidades que advém com os meios digitais.

 

MERCADO DE TRABALHO:

 

EX. Estamos vivenciando a Indúsria 4.0 – onde em média 70% da linha de produção na indústria esta totalmente robotizada.

 

EDUCAÇÃO 4.O:Baseia no conceito de “Learning by Doing” , da cultura MAKER, onde o aluno aprende participando das aulas, literalmente colocando a “mão na massa”.

 

UNIFIMES: Implantação da Metodologia Ativa – Curso de Medicina:

 

Tipos de metodologias ativas de ensino aprendizagem:

1 – Ensino Hibrido

2 – Sla de Aula Invertida

3 – Gamificação na Educação

4 – Aprendizagem baseada em problemas

 

Essas metodologias ativas segundo o BNCC (Base Nacional Comun Corricular) visa formar estudantes e professores nas competencias e habilidades como a argumentação, comunicação, cultura digital, empatia e cooperação, pensamento cinetifico, critico e criarivo, repertório cultural, responsabildade e cidadania, trabalho e projeto de vida.

 

Competências da BNCC: Cognitivo, Social, Afetivo, Psicomotor e cultural. 

 

Eco. Nilvan Domingos Barbosa

Consultor Financeiro

K2_PUBLISHED_IN Brasil

Os avanços tecnológicos não estão somente aprimorando a automação industrial, mas também tornando a robótica cada vez mais acessível. Entre os recursos destaca-se a Inteligência Artificial, com o uso, por exemplo, do aprendizado de máquinas (machine learning), que está ajudando as empresas a superarem barreiras para adoção da robótica em seus negócios.

 

Segundo pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), 64% das empresas médias e apenas 42% das empresas pequenas adotavam alguma tecnologia digital entre 18 tipos em 2021.

 

Esse percentual atinge 86% entre as grandes. Independentemente do porte da empresa, pelo menos 6 a cada 10 (66%) consideram o alto custo de implantação a maior barreira interna à adoção de tecnologias digitais. Já entre entraves externos, as empresas do setor apontam principalmente a falta de qualificação profissional, com 37%.

 

No caso da robótica, programação e integração representam de 50% a 70% do custo de um aplicativo, segundo estudo divulgado pela International Federation of Robotics (IFR)

 

Aliado a isso, outro fator que pode tornar a automação economicamente inviável para muitas empresas é o gasto para reprogramar um robô aos requisitos de uma nova produção para atender mudanças de produtos e/ou escala.

 

Atualmente, os setores de manufatura e logística têm como grande desafio abastecer um mercado caracterizado pela variabilidade de itens e imprevisibilidade, como resultado da alta demanda por uma produção personalizada, com mudanças frequentes de produtos, pedidos e estoque, e o rápido crescimento do comércio eletrônico.

 

Isso exige soluções automatizadas flexíveis que tornem o atendimento e a distribuição de pedidos mais rápidos e eficientes.

 

Nesse sentido, a evolução contínua do software e dos controladores, apoiados ou não em IA, vem simplificando a adoção de soluções de automação, além de reduzir o tempo e os recursos necessários para implantar e programar robôs.

 

O uso de visão de máquina e IA em aplicações robóticas, por exemplo, permite hoje automatizar totalmente as tarefas complexas de coleta e colocação de uma variedade de itens, de diferentes formatos, pesos e tamanhos.

 

O sistema não requer nenhuma supervisão humana ou informações sobre os atributos físicos dos itens que seleciona. Com isso, as empresas podem lidar com mais pedidos sem aumentar o número de funcionários ou o tempo de trabalho.

 

É importante destacar que essas soluções de “pick and place” não requerem Inteligência Artificial para realizar atividades simples. No entanto, quanto maior a complexidade da tarefa, os algoritmos podem fazer a diferença proporcionando benefícios de custo em relação à programação tradicional.

 

Outro recurso que tem contribuído para reduzir gastos com implementação são os softwares para simular em ambientes virtuais toda a produção e extrair as informações necessárias na otimização digital das operações.

 

A partir de uma réplica digital completa (gêmeo digital) de ativos ou sistemas físicos, a ferramenta permite que empresas criem, simulem e testem uma instalação completa de robô sem precisar visitar ou parar a linha de produção.

 

Os atributos dos robôs colaborativos também estão tornando a automação viável para muitas empresas de menor porte. Para pequenas e médias empresas, depois do custo, a falta de conhecimento técnico sobre as tecnologias digitais aparece em segundo lugar como barreira interna para adoção de tecnologias, sendo apontada por quase 30% delas, segundo a pesquisa da CNI.

 

Por outro lado, essa questão foi citada por 20% das grandes empresas, ficando em quinto lugar. Essa diferença reforça a necessidade de difusão do conhecimento das tecnologias entre negócios de menor porte para expandir sua adoção.

 

Projetados para trabalhar com segurança ao lado de humanos, são robôs menores, mais acessíveis e fáceis de usar, inclusive por profissionais sem conhecimento em qualquer linguagem de programação.

 

Além disso, os cobots têm aprimorado a sua capacidade de trabalhar diretamente ao lado de pessoas, compartilhar tarefas e aprender por meio da IA, o que está facilitando a adoção de automação inteligente em novos ambientes. 

 

Esses são apenas alguns exemplos de tecnologias que contribuem hoje para que a automação esteja ao alcance de mais empresas. A tendência é que o movimento inovação nesse sentido se intensifique, eliminando barreiras para negócios resilientes, flexíveis e eficientes.

 

Rádio Eldorado FM

K2_PUBLISHED_IN Tecnologia

Temos visto nos últimos anos uma acelerada evolução no segmento de outsourcing, que vem ampliando seu escopo de atuação para diferentes áreas de negócios.

 

Por isso, são muitas as tendências relevantes para os próximos anos. Podemos até dizer que o próprio conceito de outsourcing segue sendo uma delas, já que ele vem apresentando recursos cada vez mais estratégicos para as empresas.

 

Diante disso, falar em tecnologia é, sem dúvida, o ponto mais importante quando olhamos para o futuro do outsourcing, especialmente porque é nas soluções digitais e de TI que este setor tem se desenvolvido fortemente e aperfeiçoado seus resultados naquilo que se propõe: ajudar empresas a serem mais ágeis e eficientes.

 

Relatório global da Deloitte, por exemplo, aponta que em 2023 as empresas investiram US$ 519 bilhões em outsourcing de TI, um aumento de 22% frente a números de 2019.

 

Pesquisa da ISG também mostra que, no ranking da Forbes com as duas mil maiores empresas globais, 92% delas utilizam soluções externas de TI e 59% utilizam algum serviço de BPO (Business Process Outsourcing).

 

São dados que revelam o peso cada vez maior que as organizações estão dando para a adoção de recursos externos especializados, seja em infraestrutura, tecnologia ou pessoas. A partir disso, quero trazer aqui o que vejo como as principais tendências na área de outsourcing para 2024.

 

Inteligência Artificial Generativa

 

Nenhum outro assunto foi mais comentado ao longo de 2023 do que o surpreendente avanço da IA generativa. Agora, em 2024, teremos a oportunidade de conhecer melhor toda sua potencialidade aplicada na prática. Estamos diante do que pode ser uma pequena revolução na utilização de chatbots e no desenvolvimento de machine learning.

 

A introdução da IA em soluções de BPO e ferramentas digitais para gestão de documentos e organização de fluxos de trabalho deve trazer ganhos exponenciais para a eficiência das organizações, ampliando a automação de processos.

 

Os impactos serão sentidos na rapidez com que implementações serão efetivadas e na simplicidade com que sistemas complexos poderão ser administrados no dia a dia.

 

Plataformas Cloud

 

A demanda por plataformas e serviços na nuvem deve aumentar com mais rapidez em 2024. Esta é uma tendência que se consolidou em 2023, mas deve ter um salto realmente significativo no próximo ano.

 

Recursos baseados na nuvem vão além do armazenamento de dados, eles são essenciais para os principais serviços de outsourcing que utilizam tecnologias avançadas, como RPA (Robotic Process Automation), machine learning e para potencializar os usos da IA.

 

Há um outro ponto que faz com que soluções cloud tenham fundamental relevância no futuro: segurança cibernética. Este tema, que é também a próxima tendência da nossa lista, tem na nuvem uma das melhores respostas para que empresas possam se proteger contra os ataques cibernéticos.

 

A alta especialização, que é uma característica básica do outsourcing, faz com que a segurança dessas plataformas tenha níveis altamente confiáveis.

 

Segurança Cibernética

 

As inúmeras ameaças como vazamento de dados, ransomware e invasões de sistemas têm sido a principal preocupação de muitos gestores de tecnologia nos últimos anos.

 

As soluções mais avançadas de outsourcing como RPA e BPO atuam hoje diretamente com processos estratégicos das empresas, como atendimento ao cliente, logística e gestão de documentos. Por isso, precisam de investimentos sólidos em segurança cibernética para atender a essas demandas com a maior mitigação de risco possível.

 

Ecossistemas de Outsourcing

 

Podemos dizer que outsourcing também significa especialização. E quanto mais uma empresa puder contar com recursos, pessoas e tecnologias especializadas em suas áreas, mais ganhos ela tende a obter.

 

É esse o propósito por trás do conceito da construção de um ecossistema de soluções externas, por meio do qual uma organização pode ter os melhores resultados em cada atividade.

 

Isso significa contar com um leque de parceiros que formam uma rede de especialistas, altamente customizada, ágil e flexível. A construção desse ecossistema não deixa de ser um desafio, mas é uma tendência que ganha força à medida que o segmento de outsourcing evolui para entregas cada vez mais estratégicas e próximas do core business.

 

Estas são apenas algumas tendências que veremos se consolidando em 2024. No atual momento de evolução tecnológica e crescimento das IAs, esta lista poderia se estender muito além do razoável e ainda ser insuficiente.

 

Mas o principal ponto a ser destacado é que as soluções de outsourcing estão passando por grandes transformações e ampliando seu alcance de atuação. Na prática, isso tende a se traduzir em mais eficiência, automação e produtividade, acompanhadas de redução de custos, com mais pessoas focadas naquilo que é essencial e que só pessoas podem cuidar. Do restante, a tecnologia cuida.

 

Rádio Eldorado FM

K2_PUBLISHED_IN Tecnologia

A Inteligência Artificial (IA) tem se tornado uma parte integral de nossas vidas, com aplicações que vão desde assistentes virtuais em nossos smartphones até sistemas de reconhecimento facial e veículos autônomos.

 

À medida que a IA avança e se torna mais onipresente, a questão da segurança e, em particular, da privacidade, surge como uma preocupação para muitas pessoas.

 

A tendência é que as Inteligências Artificiais estejam cada vez mais presentes em nosso cotidiano.

 

Para se ter uma ideia, uma pesquisa feita pela PWC este ano, aponta que o mercado de IAs deve contribuir em cerca de 15.7 trilhões de dólares para a economia global em 2030.

 

Com essa presença constante, é natural que surjam preocupações relacionadas à regulamentação e controle dessa tecnologia.

 

Navegando na complexidade da IA: privacidade na relação organizacional, humana e artificial

 

A IA tem transformado profundamente a maneira como coletamos, processamos e compartilhamos informações.

 

Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados, ela é usada para personalizar experiências de usuário, melhorar a eficiência de processos e tomar decisões mais precisas. No entanto, essa coleta e análise de dados também geram preocupações significativas sobre a privacidade.

 

Algoritmos de IA podem rastrear nossos comportamentos online, preferências de consumo e até mesmo prever nossas próximas ações com base em dados coletados.

 

Essa capacidade de previsão levanta questões sobre até que ponto a IA pode invadir nossa esfera privada e moldar nossas escolhas de maneira sutil.

 

Portanto, o equilíbrio entre a conveniência oferecida pela IA e a necessidade de proteger a privacidade do indivíduo é um dos desafios mais prementes quando se trata do impacto da IA na privacidade.

 

A Relação Organizacional

 

No ambiente empresarial, a IA desempenha um papel cada vez mais importante na coleta e análise de dados.

 

Organizações podem utilizar sistemas de IA para otimizar processos, personalizar a experiência do cliente e tomar decisões informadas. Isso pode incluir a análise de dados de clientes que, muitas vezes, contêm informações pessoais sensíveis. 

 

Como resultado, surgem preocupações sobre como as empresas coletam e usam esses dados. A falta de transparência e medidas de segurança inadequadas podem levar a violações de privacidade, como vazamento de dados e uso indevido.

 

Para construir uma relação organizacional segura e baseada na confiança, as empresas devem adotar políticas claras de privacidade, obter o consentimento informado dos clientes e investir em medidas de segurança robustas para proteger os dados dos usuários.

 

A Relação Humana

 

Além do impacto nas organizações, a Inteligência Artificial também afeta as relações interpessoais e a privacidade.

 

A proliferação de dispositivos equipados com IA em nossas casas, locais de trabalho e vidas cotidianas levanta preocupações sobre a segurança de nossas conversas e atividades pessoais.

 

Assistentes virtuais, como a Alexa ou o Google Assistant, muitas vezes estão sempre ouvindo em busca de comandos ou solicitações, o que gera receios sobre a privacidade de nossas conversas.

 

Além disso, sistemas de vigilância com reconhecimento facial podem ser usados para monitorar nossas atividades públicas, levantando preocupações sobre o potencial para vigilância em massa.

 

Garantir a privacidade na relação humana no contexto da IA envolve equilibrar a conveniência dos dispositivos com a proteção dos direitos individuais, exigindo regulamentações e práticas de segurança claras.

 

O Equilíbrio Entre Benefícios e Riscos

 

Embora a IA apresente desafios à privacidade, também oferece oportunidades para protegê-la. Tecnologias de IA, como algoritmos de criptografia e aprendizado federado, podem ajudar a manter os dados privados, mesmo quando estão sendo processados por sistemas de IA.

 

Regulamentações de privacidade, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), estabelecem regras para o uso responsável dos dados pessoais.

 

É importante lembrar que a IA, por si só, não é boa nem má. Sua segurança e privacidade dependem de como é projetada, implantada e regulamentada.

 

À medida que exploramos as complexidades da IA e sua relação com a segurança e a privacidade, é crucial que avancemos com responsabilidade, tomando medidas para equilibrar os benefícios da IA com a necessidade de proteger nossos direitos individuais.

 

Podemos nos sentir seguros com a Inteligência Artificial, desde que estejamos cientes dos riscos e tomemos medidas adequadas para mitigá-los.

 

A privacidade na relação organizacional, humana e artificial é um desafio em constante evolução, mas com a conscientização e ação adequada, podemos colher os benefícios da IA sem comprometer nossos valores e direitos fundamentais.

 

A segurança na era da IA é um compromisso que devemos continuar a perseguir.

 

Lucas Galvão

K2_PUBLISHED_IN Tecnologia

O Natal, a principal data comemorativa do ano, deverá impulsionar o comércio em todo o país, atraindo mais de 132,9 milhões de consumidores às compras¹. Uma pesquisa realizada pelo portal de cupons e cashback de e-commerce, Cuponomia, revela que 79% dos consumidores planejam comprar presentes online. A pesquisa também indica que o smartphone é o dispositivo preferido para realizar essas compras, representando 83% das escolhas, um aumento de 11% em relação ao ano anterior.

 

Para facilitar a escolha do modelo, tamanho e cor das peças ao comprar online, uma inovação recentemente disponível no mercado é a plataforma Doris, o provador virtual. Além de oferecer assertividade, a Doris torna o processo mais ágil e confortável.

 

Isso porque a startup brasileira utiliza tecnologia proprietária que combina computação visual e inteligência artificial (IA), proporcionando ao usuário a peça ideal a apenas um clique de distância, permite a extração automática das medidas a partir de duas fotos e algumas informações, garantindo 96% de precisão na recomendação do tamanho para o usuário.

 

Essa solução é crucial para o mercado de varejo, oferecendo uma experiência de uso simples e de fácil acesso. Basta acessar os sites das lojas parceiras da Doris, clicar no widget "Vista em Você" e, com duas fotos, o cliente já poderá visualizar uma prévia da roupa implementada no corpo de forma rápida e precisa, graças à IA.

 

Para Marcos de Moraes, fundador e CEO da Doris, essa tecnologia inovadora, que proporciona uma experiência única, deverá facilitar ainda mais as compras durante o período de alta demanda do comércio. "Unindo o mundo físico e digital, conseguimos atender à necessidade de proporcionar uma compra imersiva, personalizada e assertiva. Assim, oferecemos aos consumidores uma nova forma de experimentar e explorar peças com rapidez e precisão, com a comodidade de estarem em qualquer lugar do mundo", explica o executivo.

 

Consolidação da compra online

 

A preferência pela compra online já está consolidada no país. Segundo a YouGov, empresa especializada em pesquisa de mercado online, 55,1% dos brasileiros adultos afirmam que preferem comprar produtos pela internet em vez de se deslocar até lojas físicas². Essa porcentagem está substancialmente acima da média geral da América Latina, que é de apenas 35,1%.

 

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