Geração Beta: o futuro moldado pela IA começa com os nascidos em 2025
Essa nova geração terá sua vida profundamente influenciada pela inteligência artificial, automação e tecnologias ainda desconhecidas.
Além disso, os Beta, filhos de millennials e da Geração Z, provavelmente estarão entre os primeiros a testemunhar a chegada do século 22, quando os bebês nascidos em 2025 completarem 76 anos. Projeções indicam que, até 2035, os membros da Geração Beta representarão cerca de 16% da população mundial.
Segundo a consultoria McCrindle, a Geração Beta viverá em um mundo onde a integração entre a vida digital e física será completa. Desde a educação até o entretenimento e a saúde, a inteligência artificial estará presente em todos os aspectos de suas vidas.
Além disso, essa geração enfrentará desafios significativos, como os impactos das mudanças climáticas, deslocamentos populacionais e a rápida urbanização. Por outro lado, terão pais ecologicamente conscientes e atentos às questões globais, o que pode moldar uma mentalidade mais adaptável e sustentável para lidar com essas questões.
Enquanto as convenções de nomenclatura geracional avançam, a McCrindle prevê que os Beta serão seguidos pela Geração Gama, prevista para os nascidos entre 2040 e 2054.
No entanto, especialistas, como o Pew Research Center, apontam que esses rótulos podem simplificar demais as diferenças demográficas, sugerindo que outros fatores, como raça ou contexto social, têm maior influência na formação das gerações. Mesmo assim, o marco da Geração Beta representa um novo capítulo em um mundo cada vez mais conectado e moldado por avanços tecnológicos.
Olha Goiás
Preocupadas com as mudanças climáticas, mulheres desistem de ter filhos
Preocupadas com as mudanças climáticas, mulheres desistem de ter filhos: Com os efeitos das mudanças climáticas cada vez mais perceptíveis, cresce também a preocupação com os riscos ambientais e suas consequências para a saúde humana.
Esse sentimento de angústia é conhecido como ansiedade climática, ou ecoansiedade. Um estudo publicado no The Lancet Planetary Health revelou que mais de 60% dos brasileiros entre 16 e 25 anos estão “extremamente preocupados” com as mudanças climáticas.
Além disso, 45% dos entrevistados relataram que seus sentimentos sobre o tema impactam negativamente suas atividades cotidianas, gerando uma quantidade significativa de pensamentos negativos.
Essa crescente ansiedade não se restringe apenas à saúde mental, mas influencia também decisões profundas, como a escolha de ter ou não filhos. De acordo com o estudo, 48% dos jovens brasileiros hesitam em se tornar pais devido às mudanças climáticas, número que supera a média mundial de 39%.
Esses dados revelam que, no Brasil, o futuro incerto do planeta pesa ainda mais nas escolhas de vida, especialmente entre as mulheres, que são afetadas de maneira desproporcional pelas crises ambientais.
O relatório Justiça Climática Feminista: um Quadro para Ação, publicado em 2023 pela ONU Mulheres, aponta que, com um aumento de 3ºC na temperatura global, até 2050, mais de 158 milhões de mulheres e meninas poderão ser empurradas para a pobreza, número significativamente maior em relação aos homens.
Segundo a professora Simone Jorge, da PUC-SP, “essa desigualdade de gênero reflete a carga culturalmente atribuída às mulheres de serem cuidadoras e responsáveis pelas futuras gerações”.
Diante desse cenário, muitas mulheres estão repensando suas decisões de maternidade. O medo de trazer filhos para um mundo onde o clima e o meio ambiente estão em constante deterioração gera sentimentos de tristeza, ansiedade e desesperança.
“Eu lia as notícias e sentia um desamparo. Fiquei três dias sem dormir e tive crises de choro“, relata Carolina Efing, 29, advogada e fundadora da Rede de Estudos Climáticos de Curitiba.
“Às vezes, me pergunto como vou colocar alguém no mundo para sentir todas essas coisas que sinto. Que tipo de infância essa criança vai ter?”, questiona.
Mais Goiás
“As Habilidades Necessárias Para A Sociedade Atual Não São Ensinadas No Modelo Tradicional De Ensino” Afirma Diretor De Escola Humanista E Inovadora
Nos últimos anos o mundo sofreu profundas mudanças, mas nem todos os setores da sociedade acompanharam essas mudanças tão rapidamente, como a educação, que, em geral, ainda segue o modelo tradicional.
No entanto, existem escolas que adotam uma nova forma de conduzir o processo de ensino-aprendizagem, como explica o Diretor da Teia Multicultural, escola humanista e inovadora, e da Asas Educação, Lucas Briquez.
“A educação precisa se adaptar ao mundo que os estudantes irão encontrar quando cruzarem as portas da escola, por isso, cada vez se torna mais necessário o uso de novas técnicas de avaliação, de motivações, objetivos e etc., ajudando a desenvolver habilidades antes ignoradas”, explica.
Principais mudanças apresentadas pelo novo modelo educacional
01 - Avaliação continuada: A nova “prova escolar”:
“A avaliação continuada vai além de provas tradicionais, coletando informações regularmente para acompanhar o progresso dos alunos.
Isso evita que toda a análise de desempenho seja feita com uma pequena amostra que pode ser influenciada por diversos fatores, como faz a prova tradicional, que pode ser usada, mas não como único recurso”, afirma Lucas Briquez.
02 - Inclusão de materiais digitais;
“Claro, os livros físicos exercem um importante papel atualmente, ajudando em algumas etapas da educação, como desenvolvimento da coordenação motora e absorção de conteúdos.
Mas o uso de material digital também pode ser utilizado de forma gradual para facilitar o acesso, o levantamento de dados e a interatividade, tornando o aprendizado mais lúdico e inteligente”, explica.
03 - “Fim” das lições de casa:
“As lições de casa como são usadas hoje são praticamente um novo turno de estudos para os estudantes, o que, além de prejudicar a interação e relação entre pais e filhos ao estender o horário escolar para horários de convivência, também é ineficiente para o aprendizado da forma que é usado”.
04 - Empreendedorismo:
"As escolas tradicionais se voltam muito pouco para conhecimentos voltados a esse campo, por isso, é importante incluir ensinos sobre criatividade, tomada de decisões, adaptação, interação social, finanças, vendas, autonomia e senso crítico”, ressalta Lucas Briquez.
Equipe MF Press Global
Adeus Ano Velho: 52% Dos Brasileiros Afirmam Que 2023 Foi Melhor Do Que Esperavam, Aponta Pesquisa
Pesquisa inédita do Instituto Locomotiva e QuestionPro colheu insights valiosos e reflexões dos brasileiros sobre 2023.
O levantamento aponta que 5 em cada 10 se surpreenderam com este ano - 52% dos entrevistados consideraram 2023 melhor do que imaginavam.
Além disso, mais da metade (55%) estabeleceram resoluções ou promessas de ano novo para 2023 e, entre esses, 8 em cada 10 afirmam que conseguiram atingir seu objetivo.
Dentre as principais realizações dos brasileiros, observou-se um destaque nas áreas da saúde e bem-estar. Cuidados com alimentação e beleza e a prática de atividades físicas lideram as conquistas dos brasileiros em 2023: 74% dos entrevistados conseguiram aprimorar seus hábitos alimentares, 66% fizeram algo para se sentir mais bonito e 64% aumentaram sua prática de atividade física.
Além disso, 57% guardaram dinheiro e/ou iniciaram uma poupança, revelando uma preocupação financeira e de planejamento futuro.
Para o presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, os dados refletem também uma expectativa para o próximo ano.
“A população está acreditando mais em melhorias, vivendo com mais esperança, principalmente após viver anos difíceis, e isso acaba refletindo nos cuidados pessoais, em pensar e planejar o futuro”, comenta Meirelles.
GBR Comunicação
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