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O Brasil colherá neste ano 345 milhões de toneladas de grãos, garantindo mais uma safra recorde. No entanto, especialistas apontam que, mesmo com o crescimento da produção, o agronegócio brasileiro tem prejuízo devido a problemas na logística e na capacidade de armazenamento. Conforme publicação do O Globo, dos quase 12 mil silos e armazéns existentes, apenas 62% da produção consegue ser guardada, deixando quase 40% ao relento. Além disso, apenas 16% dos produtores possuem silos em suas propriedades, o que limita o poder de barganha na hora da comercialização.

 

Enquanto isso, concorrentes como os Estados Unidos possuem capacidade de armazenamento superior à produção, permitindo maior margem de segurança e planejamento. O país norte-americano conta com silos que armazenam 680 milhões de toneladas, mais de 20% acima da produção estimada. Já no Brasil, a maior parte dos silos está em áreas urbanas, controlada por cooperativas e tradings, e apenas pouco mais de 10% se encontra nas fazendas. A situação contrasta com outros países: nas propriedades rurais, a capacidade de estocagem chega a 40% na Argentina, 50% na União Europeia, 65% nos EUA e 80% no Canadá.

 

O presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto, reconhece que o setor ainda carece de investimentos: “A gente precisa investir mais, o setor privado mais ainda”. Construir e manter silos é caro — mão de obra, energia e cuidados fitossanitários aumentam os custos —, e muitos produtores optam por não investir. Isso os obriga a escoar rapidamente a produção para grandes empresas, perdendo poder de barganha e enfrentando mais gastos com transporte e padronização.

 

O êxito da agricultura brasileira desde os anos 1970 intensificou a pressão sobre a logística do setor, que ainda enfrenta estradas e ferrovias insuficientes. Programas de financiamento do BNDES e do Banco do Brasil tentam ampliar a capacidade de silos e armazéns, mas especialistas afirmam que ainda há falhas a serem corrigidas para que o setor aproveite totalmente a sua produção.

 

*Com informações do O Globo

K2_PUBLISHED_IN Agricultura

Ainda que o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Brasil tenha penalizado de forma severa um grupo de exportadores de Goiás, a “boa notícia” é a de que “apenas” 5% de tudo o que o Estado vende para fora o país vai para os EUA. O grande parceiro comercial do setor produtivo goiano é de longe a China. Os chineses compraram 49,8% das mercadorias que Goiás mandou para além das fronteiras brasileiras.

 

A China é o primeiro lugar no ranking de países consumidores de produtos goianos e os Estados Unidos ficam na segunda colocação. O terceiro é o Irã, com participação de 2,4%; o quarto é a Tailândia, com participação de 2,2%; e o quinto é a Índia, com os mesmos 2,2%. Fecham as primeiras colocações o México, a Alemanha e a Polônia.

 

Os dados são da plataforma ComexStat, abastecida pelo Ministério da Indústia e Comércio. Essa mesma plataforma revela que Goiás é o terceiro estado que mais depende de exportações da China, atrás do Piauí (com 66%) e do Tocantins (com 62%). Ainda de acordo com o MIC, a exportação dos estados da região Centro-Oeste tem o maior valor em números absolutos, com US$ 18 bilhões entre janeiro e julho de 2025, sendo que 42% tudo isso vem da comercialização de soja.

 

No ano passado, o Brasil exportou $94.4 bilhões para a China (28% do total), o que a torna a maior parceira comercial do Brasil.

 

Fundo para setores afetados

 

No dia 5 de agosto, durante um evento que aconteceu na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, o governador Ronaldo Caiado anunciou a criação de um fundo de crédito para subsidiar os setores impactados pelo tarifaço de Trump.

 

“Esse fundo é algo moderno, mostra como podemos usar a criatividade sem R$ 1,00 do Tesouro, de dinheiro público. Usamos aquilo que os empresários têm de crédito das exportações e juntando com o mercado para atender o Estado de Goiás”, disse.

 

O governador explicou que a ideia é a de usar créditos de ICMS de exportadoras e conectar os empresários com o mercado. Aqueles que investem em Fiiagros, por exemplo, não pagam IR (Imposto de Renda) e complementam o fundo.

 

Segundo Caiado, o governo de Goiás quer manter no programa juros de, no máximo, 10% ao ano — ressaltando que a taxa é menor que a ofertada pelo BNDES e pelo Plano Safra.

 

Mais Goiás

K2_PUBLISHED_IN Estado

Há mais de duas décadas o Brasil desenvolve uma tecnologia conhecida como “rochagem“, que usa o pó de rochas para fertilizar os solos. A China por sua vez, no mesmo tempo, desenvolveu a tecnologia de compostagem acelerada, reduzindo o tempo de produção de fertilizantes orgânicos. Agora, uma parceria entre a Universidade de Brasília (UnB) e Instituto de Pesquisa em Reciclagem Orgânica da Universidade Agrícola da China (UAC) explora a combinação das duas tecnologias.

 

A encarregada do estudo é Caroline Gomide, professora da UnB e pesquisadora visitante na UAC. A tecnologia chinesa de compostagem orgânica acelerada não é a única, mas é a mais econômica em comparação com outras, como a desenvolvida na Europa.

 

Gomide explica que normalmente um processo de transformação de resíduo orgânico – seja de cozinha ou da agricultura –, em composto orgânico, pode levar de 4 a 6 meses. Com a tecnologia desenvolvida pela UAC a transformação ocorre em 7 dias, e o produto final (após o tempo de maturação), leva ao todo um mês para ficar pronto. Embora o estudo que combina esse processo com a rochagem mais utilizada no Brasil, ainda esteja em andamento, já há indícios sobre o potencial da combinação entre as duas tecnologias.

 

“A disponibilidade de nutrientes inorgânicos para a planta nesse fertilizante orgânico que vai ser gerado a partir da combinação das tecnologias vai ser muito melhor do que apenas utilizando só matéria orgânica ou utilizando só os remineralizadores”, diz Caroline Gomide.

 

Isso porque, explica a professora da UnB, os micro-organismos ajudam a disponibilizar os nutrientes enquanto também decompõem a matéria orgânica e as disponibiliza para as plantas. “Então as plantas vão ter mais acesso a nutrientes, trazendo mais saúde para a planta, para o solo e mais micro-organismos também”.

 

“Isso segue um dos ensinamentos da [pioneira da agroecologia no Brasil] Ana Primavesi que é: o solo vivo é o solo saudável. Com um solo saudável, a gente tem plantas saudáveis e comida saudável”, explica Gomide.

 

A rochagem no Brasil

 

Suzi Huff Theodoro é uma das maiores pesquisadoras do Brasil e do mundo na área de remineralizadores. Ela esteve na China recentemente para dialogar sobre a cooperação e integração que vem sendo desenvolvida entre as duas tecnologias.

 

A professora explica que os solos vão perdendo minerais (ou eles vão sendo alterados)por diferentes razões, seja pelo clima ou outros fatores (num processo conhecido como intemperização), porque as plantas os utilizam ou pelo mau uso do agronegócio ou outros modelos predatórios.

 

“Quando você adiciona uma rocha fresca (como chamamos na geologia), uma rocha nova moída no solo, você está inserindo minerais no solo, portanto está remineralizando”, explica Huff Theodoro.

 

Para a pesquisadora, um dos aspectos mais importantes dos remineralizadores é virem de fontes locais, sem necessidade de importação (principalmente no Brasil), e são adaptáveis a diferentes agroecossistemas. Cerca de 85% dos fertilizantes sintéticos utilizados na agricultura brasileira são importados. A crise na Ucrânia expôs a dependência do Brasil desses insumos, com altas na demanda e nos preços. Cerca de 23% desses insumos são importados da Rússia no Brasil.

 

As regiões Nordeste e Sudeste do Brasil têm rochas aptas para a agricultura familiar, explica a professora. “Essa diversidade de rochas que podem ser usadas beneficia a economia local, dinamiza a economia local, regional. Você não precisa percorrer grandes distâncias para ter acesso a fertilizantes”, diz Suzi.

 

Segundo o Conselho Nacional de Fertilizantes (Confert), o Brasil é responsável por cerca de 8% do consumo de fertilizantes no mundo. É o quarto maior consumidor, atrás da China, Índia e Estados Unidos.

 

Mais de 73% dos fertilizantes são utilizados nas monoculturas de soja, milho e cana-de-açúcar. O elemento mais utilizado na agricultura brasileira, segundo o Confert é o potássio (38%), seguido pelo fósforo (33%) e nitrogênio (29%). A professora Suzi considera que há pelo menos três aspectos em que os remineralizadores fortalecem a produção agroecológica: a produtividade, a redução dos custos e o fator ecológico.

 

Em relação ao último fator, ela afirma que diferente dos fertilizantes agrotóxicos, os remineralizadores não apresentam risco de contaminação das águas, do solo e do ar. Suzi Huff Theodoro também destaca a contribuição em relação às mudanças climáticas. “Ao contrário dos fertilizantes químicos que quando são usados emitem gases que favorecem o efeito estufa, os remineralizadores ao serem aplicados ao solo, eles têm a capacidade de capturar carbono”.

 

Sob o governo Lula, em 2023, o Confert aprovou o documento do Plano Nacional de Fertilizantes, que inclui, entre diversas metas, “atingir, em termos de capacidade instalada, 5 milhões de toneladas/ano de remineralizadores a partir de produtos e coprodutos até 2025; 7,5 milhões até 2030; 12 milhões até 2040; e 16,5 milhões até 2050”.

 

O risco dos orgânicos como parte de um novo pacote tecnológico

 

O Plano Nacional de Fertilizantes também prevê a meta de “aumentar a produção e oferta de fertilizantes orgânicos e organominerais em, pelo menos, 25% até 2025; 50% até 2030; 200% até 2040; e 500% até 2050”.

 

Para a pesquisadora Caroline Gomide, o caminho da agroecologia e da soberania alimentar não pode passar pela continuação da dependência de um modelo em que os camponeses não estejam no centro.

 

“Se entrar na lógica do pacote tecnológico onde os camponeses vão ter dependência na compra ou não vão poder produzir ou acessar devido ao preço desses materiais, você acaba saindo de um pacote tecnológico na dependência de fertilizantes sintéticos e de pesticidas para uma outra dependência”, questiona a pesquisadora.

 

Além de não ser viável para a agricultura familiar ela aponta outro problema dessa via:

 

“É ruim do ponto de vista econômico, mas existe um outro risco também no uso indiscriminado dos bioinsumos, e é que tudo que visa só o lucro e não visa, de fato, entender o ambiente da cultura, o ambiente de plantio – aí nesse caso, o microambiente do solo, da interação solo-planta-raiz, etc.–, acaba exagerando no processo, e é esse tipo de lógica que acabou causando o surgimento das superbactérias no caso dos antibióticos”.

 

Brasil de fato

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Com o inverno se aproximando, a lavouras de soja do Brasil devem enfrentar um cenário marcado pela neutralidade climática no Pacífico Equatorial, fica o questionamento se o El Niño ou La Niña aparecerão nos próximos meses. A previsão especial é do meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, que destaca: o inverno será seco e quente, mas a chuva volta no momento certo para quem vai plantar soja.

 

Julho e agosto: período seco e muito quente para a soja

 

Segundo Müller, os meses de julho e agosto terão pouquíssima chuva no Centro-Oeste e no Sudeste. A expectativa é de um período seco, sem volumes significativos. A boa notícia vem a partir de setembro, com o retorno das chuvas acima da média nas principais regiões produtoras de soja, especialmente no Centro-Oeste.

 

O problema é a anomalia de temperatura. Julho, agosto e setembro devem registrar temperaturas acima da média, com ondas de calor, focos de incêndio e até temperaturas do solo superiores a 50 °C em regiões do Centro-Oeste. O produtor precisa ficar atento à semeadura e aguardar as ondas de calor passarem e as chuvas se concretizarem para começar o plantio. Isso evita replantio e protege o desenvolvimento inicial da lavoura, já que solo acima de 41 °C já é ruim, e a 50 °C, pior ainda.

 

Neutralidade climática e retorno das chuvas

 

De acordo com a NOAA, agência climática dos Estados Unidos, as chances de formação de El Niño ou La Niña nos próximos meses são muito baixas. A condição de neutralidade deve permanecer ao longo do segundo semestre, favorecendo o retorno das chuvas na época ideal.

 

A umidade volta a atingir o Centro-Oeste em setembro. No início de outubro, já alcança o interior do Matopiba. O Sudeste também começa a registrar precipitações regulares a partir de setembro.

 

No decorrer do verão, a chance de La Niña continua baixa, e a tendência é que a neutralidade climática se mantenha até pelo menos a metade de 2025. A previsão é de chuvas dentro da média, o que é positivo para a safra.

 

Produtor de soja com irrigação pode ‘sair na frente’

 

Mesmo com o retorno das chuvas, o período será quente. A combinação entre calor e precipitação pode resultar em chuvas irregulares, o que exige atenção no manejo. Produtores que contam com sistemas de irrigação tendem a sair na frente, já que conseguem manter o ritmo da lavoura mesmo diante de irregularidades no volume ou na frequência das chuvas.

 

No geral, a próxima safra de soja tende a ser muito boa, com chuvas dentro da média. No entanto, a temperatura deve permanecer elevada durante todo o ciclo, exigindo estratégia e cuidado no momento da semeadura.

 

Canal Rural

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Na manhã desta terça-feira (17), Eike Batista apresentou sua ‘supercana’ durante a AgroVem, em Goiânia. Presidente do grupo EBX, o empresário revelou 17 variedades da supercana, desenvolvidas ao longo de 20 anos de pesquisa, que “promete revolucionar o setor agro no Brasil”.

 

“Essa supercana foi desenvolvida nos últimos 20 anos. Hoje estamos prontos para, literalmente, trocar a cana plantada no Brasil por 17 superespécies. Supercanas que desenvolvemos e que serão plantadas desde o Nordeste até o Paraná, porque no Brasil a cana não nasce em todo lugar, né?”, disse Eike ao Mais Goiás.

 

Ainda segundo ele, a supercana é uma “provocação” aos empresários do agro e da mineração. “É para pensarem fora da caixa, pensar grande e sempre buscar eficiência. Jacaré que não presta atenção, vira bolsa Louis Vuitton. Isso vale para qualquer empresário que não esteja atento às inovações que estão vindo aí. Está acontecendo muita coisa e eu vou apresentar algumas dessas inovações aqui”, afirmou.

 

Durante a AgroVem, além de mostrar a supercana, Eike Batista falou sobre projetos que já realizou e sobre os próximos passos. “Estou trazendo tecnologia e inovação que vão ajudar a fazer uma revolução na produtividade de tudo que se produz no agro.”

 

A aposta na supercana marca também o retorno definitivo do empresário aos negócios, após quase uma década longe dos holofotes. No fim de fevereiro, ele revelou ter garantido um investimento de US$ 500 milhões (cerca de R$ 2,95 bilhões) para o novo empreendimento.

 

O que é a “supercana”

 

O projeto tem como foco principal o uso da matéria-prima para a produção de combustível sustentável de aviação (SAF) e embalagens biodegradáveis, além de outros produtos sustentáveis.

 

Apesar da empolgação de Eike Batista, o anúncio da supercana foi visto com certa desconfiança por parte de nomes da indústria canavieira. Segundo matéria da BBC, publicada em abril deste ano, o setor já investiu em pesquisas semelhantes no passado e acabou abandonando parte dessas iniciativas por não serem consideradas economicamente viáveis.

 

Na última década, vários projetos ligados à chamada cana-energia foram deixados de lado pelos principais centros de pesquisa do país. Porém, Eike Batista garante que seu projeto é diferente.

 

Questionado sobre as desconfianças, ele rebate dizendo que a proposta da supercana não é gerar energia por queima, mas para fins “mais nobres”, como a fabricação de plástico biodegradável a partir do bagaço e de combustível sustentável de aviação.

 

“O etanol vai pro SAF, que eles querem colocar nos aviões da Emirates”, explicou, mencionando o fundo árabe Abu Dhabi Investment Group (Adig) como parceiro do projeto.

 

Atualmente, a supercana é cultivada experimentalmente em uma usina no interior de São Paulo, na cidade de Araras. O projeto-piloto deve começar ainda este ano, com o plantio de 50 hectares no norte do Rio de Janeiro, perto do Porto de Açu, onde também serão construídas três fábricas para processamento.

 

A expectativa é que as embalagens feitas a partir do bagaço da supercana comecem a ser produzidas em 2026, enquanto o SAF deve começar a ser fabricado em 2028. A meta dos gestores é atingir 70 mil hectares plantados até 2031.

 

Segundo Eike Batista, já há cooperativas interessadas em formar consórcios para trabalhar com a supercana.

 

*Com informações da BBC

 

Mais Goiás

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Os produtores rurais de Mineiros e de todo o Brasil podem contar com o maior programa de recuperação de pastagens da Comiva: Pé no Chão, pasto Bão!

 

O projeto vê a necessidade de cada sócio da Comiva, seja em reforma de pastagem, tecnologia de semente, correção do solo; para ter mais qualidade e produtividade.

 

Hoje, segundo dados do Atlas das pastagens, 40% das pastagens brasileiras possui sinais de degradação, sendo Goiás o segundo estado com mais terras degradadas, por isso, a importância da parceria com a Comiva.

 

A Comiva vai proporcionar uma parceria sólida com  empresas de semente, adubo, calcário e passar ao produtor rural tecnologia acessível, com técnicos treinados.

 

Entre em contato com uma das unidades da comiva e participe desta grande iniciativa, para ter acesso a tecnologia avançada com menor custo.

 

Eldorado FM Mineiros

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Com o fortalecimento de polos produtivos como Rio Verde (GO), um novo fenômeno tem se destacado no setor imobiliário: a crescente procura por imóveis de alto padrão por parte de produtores rurais e investidores ligados ao campo.

 

Segundo Adriano Carrijo, CEO da Partini Incorporadora — referência na construção de empreendimentos de luxo —, esse movimento é reflexo direto da robustez econômica do agronegócio e de uma nova mentalidade entre os grandes produtores: “A demanda por imóveis de alto padrão tem crescido significativamente em Rio Verde, impulsionada pelo fortalecimento das exportações do agronegócio e pelo aumento do interesse de clientes do setor em buscar melhores condições de moradia.”

 

Capital do Campo, Investimento na Cidade

 

Adriano Carrijo confirma um fluxo crescente de capital vindo do agro sendo canalizado para bairros valorizados e regiões com infraestrutura urbana diferenciada.

 

“O público do agronegócio está cada vez mais exigente e atento às tendências dos grandes centros. Com o crescimento acelerado de Rio Verde, eles têm buscado moradias em bairros mais nobres e bem localizados na cidade”, destaca.

 

Além de buscar qualidade de vida, muitos produtores enxergam na aquisição de imóveis de luxo uma forma estratégica de diversificar o patrimônio. “O mercado imobiliário é considerado uma opção segura, e muitos aproveitam para investir em imóveis tanto para moradia quanto como forma de proteger e valorizar seu capital”, explica o CEO da Partini.

 

Construtoras se Adaptam ao Perfil do Agro

 

Com a mudança no perfil de consumo, construtoras e incorporadoras têm respondido de forma proativa. Adriano Carrijo revela que as empresas do setor têm desenvolvido projetos adaptados às necessidades desse público: “Estamos entregando produtos diferenciados, com garagens amplas, apartamentos espaçosos, tecnologias modernas de segurança, além de cuidados especiais com o paisagismo e áreas de lazer”.

 

Outro ponto de atenção está na forma de pagamento. Diante do perfil de receita sazonal típico do agro, as condições comerciais também foram adaptadas.

 

“Oferecemos condições especiais de financiamento, como parcelas semestrais alinhadas ao calendário da Safra e da Safrinha. Também há descontos para pagamento à vista ou em prazos reduzidos, com possibilidades de personalização do financiamento”, detalha.

 

De Moradia a Lazer: Vários Fins, Uma Só Tendência

 

De acordo com Adriano Carrijo, a principal motivação dos produtores rurais é melhorar a moradia própria. Em seguida, aparecem o investimento e, por fim, a busca por uma segunda residência voltada ao lazer familiar. “Esse público busca qualidade, conforto e segurança — e os imóveis de alto padrão atendem a esses critérios.”

 

A localização continua sendo um fator decisivo: “Bairros bem localizados, com boa infraestrutura, segurança, vizinhança qualificada e acesso facilitado às demais regiões da cidade são os mais procurados. A valorização do metro quadrado também é um atrativo importante.”

 

Transformação Urbana em Curso

 

Para Adriano Carrijo, o movimento do agro em direção ao mercado imobiliário de luxo não é uma moda passageira, mas sim uma tendência consolidada.

 

“Acreditamos que essa tendência seja duradoura. Ela está transformando o setor imobiliário de alto padrão em Rio Verde, atraindo grandes incorporadoras e impulsionando o desenvolvimento urbano.”

 

Com isso, a cidade colhe os frutos não só da força do agronegócio, mas também da sofisticação de um público cada vez mais conectado às exigências do mercado premium. O resultado é uma Rio Verde mais moderna, integrada e promissora — tanto para quem planta quanto para quem constrói.

 

Fonte: https://rioverderural.com.br/agro-de-rio-verde-impulsiona-o-mercado-imobiliario-de-luxo/

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Por meio de um trabalho técnico rigoroso, que começa antes mesmo do plantio, a Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) tem sido fundamental para assegurar que frutas produzidas em Goiás, como a melancia, atendam às exigências internacionais de segurança e qualidade.

 

A atuação da agência tem permitido ao estado expandir a presença no mercado externo, com destaque para países como Argentina, Paraguai e Uruguai, que impõem critérios fitossanitários rígidos à entrada de cucurbitáceas, grupo de plantas que inclui melancia, melão e abóbora. O trabalho da Agrodefesa na cadeia produtiva das cucurbitáceas vai muito além da fiscalização.

 

“Todo o processo tem início com a habilitação dos responsáveis técnicos que vão atuar no monitoramento da praga Anastrepha grandis, exigência para exportação desses frutos frescos. Esses profissionais coletam amostras em diversas etapas, desde 35 dias após o plantio até a colheita”, explica o coordenador do Sistema de Mitigação de Risco (SMR) para cucurbitáceas da Gerência de Sanidade Vegetal da Agrodefesa, Mário Sérgio de Oliveira.

 

Frutas goianas

 

A atuação dos engenheiros agrônomos habilitados, no entanto, é constantemente acompanhada por fiscais estaduais agropecuários da agência. Os fiscais fazem análises visuais nos talhões e realizam o corte de frutos conforme percentuais determinados pela legislação. O objetivo é identificar eventuais focos da Anastrepha grandis, mosca-das-frutas que pode inviabilizar a comercialização internacional dos produtos.  

 

“Só após essa verificação, o fiscal emite a Permissão de Trânsito Vegetal (PTV), com base no Certificado Fitossanitário de Origem (CFO), documento emitido pelo responsável técnico pela lavoura e lacra a carga, que seguirá até a fronteira. A rastreabilidade é garantida até o destino final”, reforça Mário Sérgio.

 

Ao chegar à fronteira, a carga é inspecionada por um auditor do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que lacra novamente o carregamento e com base na documentação emitida pela Agrodefesa, emite o Certificado Fitossanitário (CF) para a exportação, que segue critérios baseados em diretrizes internacionais atualizadas, instituídas no âmbito da Convenção Internacional de Proteção dos Vegetais (CIPV), supervisionada pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

 

Resultados

 

Esse trabalho em cadeia, entre produtores, responsáveis técnicos e a Agrodefesa, tem gerado resultados expressivos. Em fevereiro deste ano, por exemplo, o município de Mundo Novo, na região norte de Goiás, foi oficialmente incluído no Sistema de Mitigação de Risco e autorizado pelo Mapa a exportar cucurbitáceas. Com isso, Goiás passou a contar com 18 municípios certificados para exportação desses produtos.

 

Segundo o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos, esse tipo de conquista é fruto de um esforço coletivo. “O Governo de Goiás, por meio da Agrodefesa, tem um papel fundamental ao garantir que nossos produtos cheguem ao mercado externo com qualidade e segurança. O empenho dos fiscais e dos profissionais habilitados é decisivo para que tenhamos esse reconhecimento internacional”, afirma.

 

Ele destaca ainda que a atuação da Agência contribui diretamente para o fortalecimento da economia goiana. “Estamos falando de frutas com grande importância econômica para o Estado. A exportação amplia mercados e agrega valor à produção”, reforça.

 

Os números confirmam a relevância da cadeia. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que, em 2023, Goiás foi o segundo maior produtor de melancia do Brasil, com 204,6 mil toneladas, atrás apenas da Bahia. Já em 2024, segundo o Agrostat do Mapa, o Estado exportou 3.843 toneladas da fruta, movimentando US$ 270,1 mil em vendas externas.

 

“Com a atuação cada vez mais técnica e integrada da Agrodefesa, os produtores goianos seguem conquistando novos mercados e consolidando Goiás como referência nacional e internacional na produção de frutas seguras, rastreáveis e de alta qualidade”, celebra o presidente da Agência, José Ricardo Caixeta Ramos.

 

Agência Cora de Notícias

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Acontece neste momento em Rio Verde (GO), a abertura oficial da Tecnoshow COMIGO 2025, uma das maiores feiras de tecnologia agropecuária do Brasil. Com programação que vai até o dia 11 de abril, o evento reúne as principais inovações do agronegócio, com destaque para novas tecnologias, máquinas agrícolas de ponta e práticas sustentáveis voltadas para o campo.

 

Realizada anualmente, a Tecnoshow é organizada pela COMIGO (Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano) e atrai visitantes de todo o país e também do exterior. O evento se consolidou como uma vitrine para o que há de mais moderno na agropecuária, com foco na produtividade, sustentabilidade e eficiência no campo.

 

Durante a solenidade de abertura, autoridades locais, representantes do setor agrícola e lideranças cooperativistas ressaltam a importância da feira para a economia regional e nacional. O evento também marca a retomada de debates sobre o futuro do agronegócio e os desafios enfrentados pelos produtores rurais diante de questões climáticas, tecnológicas e econômicas.

 

A edição de 2025 promete bater recordes de público e negócios, reforçando a força do agronegócio brasileiro como motor de desenvolvimento.

 

Serviço:

Tecnoshow COMIGO 2025

De 7 a 11 de abril

Rio Verde – GO

Mais informações e programação: Site oficial da Tecnoshow COMIGO

 

Acompanhe ao vivo pelo site;

Abertura Oficial - Tecnoshow COMIGO 2025

 
 
Rádio Eldorado FM

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Expedição Soja Brasil chegou ao estado de Mato Grosso do Sul e fez uma parada em Sidrolândia. No município, chamou atenção o trabalho desenvolvido na Fazenda do Grupo Stefanello, que tem conseguido manter altos índices de produtividade com a soja mesmo enfrentando veranicos intensos, que são períodos curtos de estiagem que prejudicam o desenvolvimento das lavouras. O motivo disso? A técnica do uso da cama de frango.

 

Apesar das dificuldades climáticas, a fazenda alcançou uma colheita de 68 sacas de soja e 110 sacas de milho por hectare. Para manter esse resultado positivo, mesmo em um cenário desafiador, os produtores investiram em estratégias que priorizam a saúde do solo. Um dos principais diferenciais foi o uso da cama de frango.

 

Cama de frango e os benefícios para a soja

 

A cama de frango é um subproduto da avicultura. Trata-se de uma cobertura feita com serragem, palha ou casca de grãos, como arroz, que forra o chão dos aviários. Com o tempo, esse material acumula fezes, penas, restos de ração e outros resíduos, tornando-se um adubo altamente nutritivo e rico em matéria orgânica.

 

Segundo os responsáveis pela fazenda, a introdução da cama de frango no manejo da soja trouxe melhorias para o solo. Com o aumento da matéria orgânica e da atividade biológica, o solo se tornou mais equilibrado e produtivo. O uso médio é de 4 a 5 toneladas por hectare, com reaplicações a cada três ou quatro anos.

 

Adubação

 

Com raízes mais profundas e robustas, as lavouras conseguem acessar a água que está nas camadas mais profundas do solo. Isso torna as plantas mais resistentes aos períodos de estiagem.

 

Esse tipo de manejo inteligente sustenta a produtividade em anos desafiadores e fortalece a sustentabilidade do sistema produtivo ao longo do tempo. É um exemplo de como práticas simples, quando bem aplicadas, podem gerar grandes resultados no campo.

 

Canal Rural

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