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A melhora das condições de geração de energia, em especial devido às chuvas que melhoraram os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas, garantiram a manutenção da bandeira tarifária verde para o mês de janeiro de 2025.

 

Com isso, não será cobrado valor adicional nas contas de luz dos brasileiros, informou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

 

“A bandeira tarifária permaneceu verde de abril de 2022 até julho de 2024. A boa notícia se repetiu em dezembro de 2024 e será mantida em janeiro de 2025 devido a permanência das condições favoráveis de geração de energia no país”, justificou a Aneel.

 

De acordo com a agência, os níveis dos reservatórios aumentaram com a chegada do período chuvoso, o que resultou em aumento da geração das usinas hidrelétricas. “Dessa forma, se aciona menos empreendimentos com energia mais cara, como é o caso das usinas termelétricas”, acrescentou em nota divulgada nesta sexta-feira (27).

 

Jornal Somos

K2_PUBLISHED_IN Economia

Embora esse percentual se mantenha estável em relação à pesquisa de outubro deste ano, ele apresenta uma queda significativa de 10 pontos percentuais em comparação com dezembro de 2023, quando o índice era de 59%. Em contrapartida, o número de pessoas que preveem uma piora cresceu de 23% para 28% entre outubro e dezembro, ficando acima dos 17% registrados no mesmo período do ano anterior. O estudo ouviu 2 mil pessoas entre os dias 5 e 9 de dezembro em todas as regiões do Brasil.

 

O levantamento também destacou como os brasileiros perceberam o ano de 2024 em relação ao ano anterior. Para 66% dos entrevistados, o país melhorou (40%) ou manteve-se igual (26%), embora esses números representem uma queda em relação aos 79% observados em dezembro de 2023. Já a percepção de piora subiu de 20% para 32% em um ano, um crescimento de 12 pontos percentuais. Esses dados refletem um misto de otimismo e preocupação, com muitos apontando avanços no mercado de trabalho, mas também reconhecendo os desafios enfrentados, como seca, queimadas e o impacto de fatores econômicos, como a alta da Selic e da inflação, que marcaram o período.

 

Para o sociólogo e cientista político Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do Ipespe, os resultados expressam a dualidade entre o progresso em algumas áreas e as adversidades enfrentadas ao longo do ano. Segundo Lavareda, “os sentimentos de otimismo e cautela traduzem a realidade vivida pelas famílias, que experimentaram melhorias no emprego, mas foram afetadas negativamente pelo noticiário econômico e pelas condições climáticas”. A pesquisa evidencia que, apesar das dificuldades, boa parte da população ainda mantém esperança em um futuro mais promissor para o Brasil em 2025.

 

Olha Goiás

K2_PUBLISHED_IN Brasil

Segundo boletim da Conab, 99,6% da área prevista para cultivo do grão na safra 2024/2025 já foi semeada no Estado. Estimativa é de produção de 18,8 milhões de toneladas no atual ciclo

 

Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) informa que termina no dia 02 de janeiro de 2025 o prazo para produtores rurais efetuarem a semeadura da soja em Goiás, referente à safra 2024/2025. Após esse período, não é permitido o plantio de soja no Estado, nem no sistema irrigado.

 

A medida está prevista na Instrução Normativa n° 06/2024 da Agrodefesa, alinhada ao Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja, estabelecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

 

Segundo a gerente de Sanidade Vegetal da Agrodefesa, Daniela Rézio, estender a semeadura além do prazo definido na normativa pode comprometer a fitossanidade das lavouras de soja e a economia agrícola do Estado. “Isso poderia demandar necessidade maior de aplicações de fungicida nas lavouras, causando, inclusive, a perda de eficiência desses produtos para controle da ferrugem asiática”, explica.

 

Em Goiás, o calendário anual de semeadura da soja é de 25 de setembro a 02 de janeiro. O presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos, orienta que seguir essa medida é importante para assegurar a sanidade vegetal no Estado e também a produtividade das lavouras.

 

“O agricultor goiano sabe bem a relevância de cumprir esses prazos e tem sido parceiro a cada nova safra, mas é papel da Agência reforçar o calendário para evitar a introdução e proliferação de pragas na sojicultora, que podem afetar, inclusive, a economia do Estado”, enfatiza

 

No campo

 

De acordo com o boletim semanal divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), até o dia 22 de dezembro deste ano, o Estado já havia semeado 99,6% da área estimada para cultivo da soja na safra 2024/2025.

 

A previsão é de produção de mais de 18,8 milhões de toneladas do grão, crescimento de 11,8% em relação à safra 2023/2024. Já a área destinada à cultura deverá ser de 4,95 milhões de hectares (aumento de 2,5% em relação ao ciclo anterior) e a produtividade média de 3.797 quilos por hectare (9,1% maior que o período 2023/2024).

 

Com essas previsões, Goiás deve se manter como quarto maior produtor de soja do País, atrás apenas de Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul.

 

“O resultado de um ciclo agrícola promissor depende bastante da adoção de boas práticas e medidas legislativas para evitar os prejuízos acarretados pelas pragas nas lavouras. Se hoje Goiás se destaca em produção e produtividade na soja, muito se deve ao trabalho de defesa agropecuária realizado no Estado, juntamente ao compromisso do produtor rural goiano em seguir as medidas necessárias para garantir a qualidade do produto cultivado em Goiás e fomentar o agronegócio goiano”, defende José Ricardo Caixeta Ramos.

 

Cadastro de lavoura

 

Após o término do calendário de semeadura da soja, o agricultor tem até 15 dias para efetuar o cadastro de lavoura na Agrodefesa, por meio eletrônico no Sistema de Defesa Agropecuária de Goiás (Sidago) – sidago.agrodefesa.go.gov.br.

 

A medida está prevista na Instrução Normativa n° 06/2024, definindo que o registro das lavouras deve ocorrer anualmente, de modo que sejam identificadas para averiguação das exigências fitossanitárias em Goiás.

 

De acordo com a gerente Daniela Rézio, o cadastro permite à Agrodefesa mapear a localização das lavouras de soja pelo Estado, o que torna mais eficiente as ações de educação sanitária e as medidas de prevenção e controle de pragas, como a ferrugem asiática.

 

“Isso facilita o nosso planejamento e possibilita alertar os produtores sobre a importância do cumprimento dessas medidas que colaboram para a minimização de perdas econômicas”, destaca.

 

Faz parte do cadastro informações da área plantada, o sistema de plantio se irrigado ou sequeiro, o tipo de cultivar utilizada, a data do plantio e previsão da colheita, bem como a identificação do Responsável Técnico da lavoura.

 

Também é solicitado o CNPJ de onde foi adquirida a semente, ou se a semente foi produzida pelo próprio produtor, visto que a Agrodefesa é responsável por fiscalizar a sanidade e qualidade da semente de modo a assegurar o sucesso da germinação e produção agrícola.

 

Após a realização do cadastro eletrônico, o produtor deve efetuar o pagamento do boleto gerado pelo sistema, com a taxa correspondente. O cadastro só será validado após a confirmação do pagamento, assegurando que todas as etapas foram devidamente cumpridas, caso contrário a taxa fica em aberto e o produtor estará sujeito às sanções administrativas.

 

Comunicação Setorial da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) – Governo de Goiás

 

Rio Verde Rural

K2_PUBLISHED_IN Agricultura

O Projeto de Lei Orçamentária (PLOA) enviado em agosto indicava um valor de R$ 1.509, mas, dependendo da aprovação ou não do pacote de medidas fiscais, o valor final pode variar em até R$ 10.

 

O projeto de ajuste fiscal propõe um aumento para R$ 1.518, enquanto a regra atual elevaria o salário mínimo para R$ 1.528.

 

Esse reajuste impacta diretamente o Orçamento, já que muitos benefícios sociais, como aposentadorias e pensões, estão atrelados ao valor do piso salarial.

 

O relator do Orçamento, senador Ângelo Coronel (PSD-BA), destacou que a diferença de R$ 20 no valor do salário mínimo pode resultar em um impacto de R$ 7 bilhões anuais nas despesas do governo.

 

A principal dificuldade para ajustar o valor final está na necessidade de abrir espaço fiscal para o aumento, o que exige a revisão de outras despesas obrigatórias.

 

A votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e do PLOA é prioridade no Congresso, mas o impasse sobre o pacote fiscal, que envolve ajustes na correção do salário mínimo e benefícios como o BPC, tem dificultado o andamento dos projetos.

 

A proposta do governo para o novo modelo de reajuste do salário mínimo, que vincula os aumentos ao crescimento do PIB, ainda está sendo discutida no Congresso, e a definição final só ocorrerá após as discussões sobre o pacote fiscal.

 

A expectativa é que o valor do salário mínimo de 2025 seja confirmado em breve, mas as negociações no Legislativo e as resistências de alguns parlamentares complicam a questão. De acordo com especialistas, a pressão política e o desgaste em torno do valor final podem dificultar mudanças após o anúncio público do valor, que já circula em torno de R$ 1.528.

 

Olha Goiás

K2_PUBLISHED_IN Economia

A partir de 1º de janeiro de 2025, mulheres poderão se alistar voluntariamente no serviço militar. A iniciativa das Forças Armadas oferece cerca de 1.500 vagas em 28 municípios de 13 Estados e do Distrito Federal, marcando uma nova etapa na inclusão feminina nas Forças Armadas.

 

O alistamento será realizado entre 1º de janeiro e 30 de junho de 2025, e as interessadas ​​poderão se inscrever online, no site alistamento.eb.mil.br, ou presencialmente em Juntas de Serviço Militar. Para participar, é necessário residir em um dos municípios selecionados e ter ou completar 18 anos em 2025.

 

Já os documentos exigidos incluem certidão de nascimento ou comprovante de naturalização, comprovante de residência e um documento oficial com foto, como identidade ou carteira de trabalho

 

Municípios participantes

 

A primeira fase do alistamento contemplará cidades de diversas regiões do Brasil, incluindo:

Goiás: Águas Lindas de Goiás, Cidade Ocidental, Formosa, Luziânia, Novo Gama, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto e Valparaíso de Goiá

 

Outros estados: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Canoas (RS), Corumbá (MS), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Guaratinguetá (SP), Juiz de Fora (MG), Ladário (MS), Lagoa Santa (MG), Manaus (AM), Pirassununga (SP), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Santa Maria (RS) e São Paulo (SP).

 

Processo seletivo

 

O recrutamento será dividido em várias etapas: alistamento, seleção geral, seleção complementar, designação/distribuição e incorporação. Durante o processo seletivo, as candidaturas passarão por entrevistas, inspeções de saúde (exames clínicos e laboratoriais) e testes financeiros.

 

Embora as mulheres possam escolher a Força Armada (Exército, Marinha ou Aeronáutica) em que desejam servir, a decisão definitiva dependerá da disponibilidade de vagas e das aptidões individuais. As escolhidas irão iniciar suas funções como soldados, sendo denominadas marinheiras-recrutas, com os mesmos direitos e diretos atribuídos aos homens.

 

A previsão é que as candidatas selecionadas sejam incorporadas entre 2 e 6 de março ou entre 3 e 7 de agosto de 2026. O serviço terá duração de 12 meses, com possibilidade de prorrogação por até oito anos.

 

Metas e inclusão progressiva

 

O Ministério da Defesa pretende expandir progressivamente a participação feminina, com a meta de alcançar 20% das vagas no serviço militar inicial. Atualmente, as mulheres representam cerca de 10% do efetivo das Forças Armadas, ocupando principalmente cargos nas áreas de saúde, ensino e logística. Elas também têm acesso à área combatente por meio de concursos específicos, como o Colégio Naval e a Escola Preparatória de Cadetes do Exército.

 

Benefícios e direitos

 

As mulheres que se alistarem terão acesso a benefícios semelhantes aos dos homens, como subsídios, auxílio-alimentação, licença-maternidade e isenção de tempo para aposentadoria. A medida é vista como uma oportunidade para fortalecer a Força de Trabalho das Forças Armadas e promover a transformação social.

 

Mais Goiás

K2_PUBLISHED_IN Polícia

Goiás está em busca do reconhecimento internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação, por isso há quase dois anos, sem imunizar o rebanho, o estado está integrando a lista das unidades federativas que estão realizando o mesmo processo.

 

O processo é acompanhado da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). A instituição também é responsável por certificar o reconhecimento.

 

Com o cumprimento de todas as exigências do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o estado de Goiás passou a ser zona livre de febre aftosa sem a necessidade de vacinação há quase dois anos.

 

A última campanha de imunização do rebanho ocorreu em novembro de 2022 e, desde então, o pecuarista goiano não precisa mais vacinar o gado contra a doença.

 

Desde o início de 2023, o trabalho desenvolvido em Goiás tem sido de vigilância para manter o status de livre da doença sem vacinação e para fortalecer a pecuária goiana e nacional.

 

“As exigências e orientações do PNEFA foram atendidas, resultando na retirada da imunização há quase dois anos. Mostramos mais uma vez a competência de Goiás, por meio da Agrodefesa, para manter a sanidade animal e a defesa agropecuária no Estado.

 

Com esse status e o foco maior no monitoramento, buscamos agora projetar cada vez mais Goiás no mercado internacional”, afirma o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos.

 

Com o fim da imunização em todo o País, o Mapa pôde buscar o reconhecimento internacional do status sanitário de livre de febre aftosa sem vacinação para todo o território brasileiro junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

 

A expectativa é que se aprovado o pedido, o resultado seja apresentado em maio de 2025, durante assembleia geral da entidade.

 

“Para Goiás e o Brasil é de extrema importância esse reconhecimento, porque é uma forma de ampliar mercado fora do País, especialmente junto aos países mais exigentes em relação à qualidade dos produtos de origem animal”, acrescenta José Ricardo.

 

Jornal Somos 

K2_PUBLISHED_IN Agricultura

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou, nesta terça-feira (12/11), que o Brasileirão Série A de 2025 terá 10 meses de duração. A antecipação dos campeonatos estaduais também está entre as mudanças no calendário do futebol brasileiro para a próxima temporada.

 

Os regionais serão antecipados, com abertura marcada para o dia 12 de janeiro e final prevista para o dia 26 de março.

 

O Campeonato Brasileiro Série A terá o início antecipado para o dia 29 de março e encerramento previsto para 21 de dezembro. Esta será a primeira vez na história que a competição será disputada ao longo de 10 meses.

 

Outra grande mudança nas datas de 2025 é a paralisação do Campeonato Brasileiro Série A durante o Mundial de Clubes, que ocorrerá de 15 de junho a 13 de julho de 2025. Flamengo, Palmeiras, Fluminense já estão classificados para o intercontinental.

 

A última vaga brasileira na competição sairá do vencedor da Libertadores deste ano, disputada entre Botafogo e Atlético-MG.

 

“Conseguimos com muito diálogo fazer um calendário melhor para clubes, federações, atletas, dirigentes e fãs do futebol brasileiro. Dialogamos exaustivamente com as Federações e a Comissão Nacional de Clubes e contamos com o apoio dessas instituições para avançarmos.

 

O Brasileiro vai durar dez meses, acrescentamos a paralisação do campeonato durante o Mundial de Clubes da Fifa e ainda conseguimos manter as Datas Fifa sem jogos no calendário brasileiro”, disse o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues.

 

Mudanças no calendário do futebol em 2025

 

8/1 a 21/1 – Pré-Temporada de 2025

12/1 a 26/3 (16 datas) – Campeonatos Estaduais

 

Competições nacionais

 

2/2 (1 data) – Supercopa do Brasil

19/2 a 9/11 (14 datas) – Copa do Brasil

29/3 a 21/12 (38 datas) – Série A

5/4 a 22/11 (38 datas) – Série B

13/4 a 26/10 (27 datas) – Série C

13/4 a 28/9 (24 datas) – Série D

Início do Recesso 2025/26 (Série A) – 22/12/2025 (15 datas)

 

Datas das competições sul-americanas:

 

5/2 a 29/11 (19 datas) – Libertadores

5/3 a 22/11 (15 datas) – Sul-Americana

19/2 e 26/2 (2 datas) – Recopa

 

Mundial clubes da FIFA

 

15/6 a 13/7

 

Mais Goiás

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