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Em 2024, mais de 11 mil trabalhadores em Goiás precisaram se afastar do trabalho por problemas de saúde mental. Desse total, a ansiedade e a depressão figuram como principais causas, com 2.953 e 2.750 casos, respectivamente. O estado acompanha uma tendência nacional preocupante, que aponta recordes de licenças por transtornos psicológicos.

 

Especialistas alertam para a necessidade de intervenções rápidas no ambiente corporativo e políticas públicas voltadas ao bem-estar dos trabalhadores.

 

Com um dos maiores índices da região Centro-Oeste, Goiás só fica atrás do Distrito Federal no número de afastamentos por transtornos psicológicos.

 

Os números de afastamentos por transtornos psicológicos em Goiás refletem uma crise que vem crescendo nos últimos anos. Com 11.119 casos registrados em 2024, o estado se posiciona como o segundo com maior número de licenças da região Centro-Oeste, perdendo apenas para o Distrito Federal, que totalizou 14.049 afastamentos.

 

Os transtornos de ansiedade lideram os motivos de afastamento entre os trabalhadores goianos, com 2.953 casos, seguidos pela depressão, com 2.750. A situação se repete em outros estados vizinhos, embora com números menores.

 

Mato Grosso registrou 4.069 afastamentos por saúde mental (1.283 por ansiedade e 1.203 por depressão), enquanto Mato Grosso do Sul teve 8.545 afastamentos (2.516 por ansiedade e 2.408 por depressão).

 

O impacto no ambiente de trabalho

 

A sobrecarga, o estresse e a falta de suporte adequado são apontados como principais fatores para o crescimento dos afastamentos por transtornos psicológicos. Segundo o psicólogo ocupacional Marcos Silva, a busca por produtividade excessiva tem gerado ambientes hostis ao bem-estar emocional.

 

"O medo do desemprego, a pressão por resultados e a carga excessiva de trabalho têm sido fatores determinantes para o aumento desses afastamentos. Muitas empresas ainda negligenciam a saúde mental, e os trabalhadores são empurrados ao limite", alerta Silva.

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 15% dos trabalhadores no mundo sofrem de transtornos mentais, sendo que a ansiedade e a depressão estão entre as principais causas de afastamento. No Brasil, o cenário é ainda mais preocupante, pois a taxa de afastamentos relacionados à saúde mental cresce a cada ano.

 

Outro fator preocupante apontado pelo especialista é a cultura do presenteísmo, onde funcionários seguem trabalhando mesmo adoecidos, agravando ainda mais o quadro clínico.

 

“Além das faltas justificadas por atestados médicos, muitos trabalhadores continuam em seus postos de trabalho, mas sem produtividade devido ao sofrimento mental. Isso gera um efeito dominó na equipe e reduz o desempenho geral da empresa”, acrescenta Silva.

 

A falta de políticas organizacionais voltadas à saúde mental também se reflete na alta rotatividade de funcionários, impactando o ambiente corporativo e a qualidade do trabalho entregue. Empresas que investem em suporte psicológico e ações preventivas apresentam índices menores de afastamento e maior retenção de talentos.

 

Processos periciais e reconhecimento das doenças

 

A perita médica Carolina Mendes explica que os transtornos psicológicos têm ganhado mais reconhecimento nas avaliações periciais, mas a prova da relação entre a doença e o trabalho ainda é um desafio.

 

 

"A caracterização da doença ocupacional para transtornos mentais ainda enfrenta barreiras, pois são múltiplos fatores envolvidos. Mas os dados mostram que estamos diante de um problema sistêmico", afirma a especialista.

 

No mundo, transtornos mentais representam cerca de 12 bilhões de dias de trabalho perdidos anualmente, resultando em um impacto econômico superior a US$ 1 trilhão, segundo a OMS. Esse dado ressalta como a negligência com a saúde mental também impacta a produtividade e a economia.

 

Carolina ainda ressalta que a demora na concessão de benefícios previdenciários agrava a situação dos trabalhadores que já estão em sofrimento mental. “Os longos períodos de espera para perícias e decisões sobre afastamentos causam um estresse adicional, prejudicando ainda mais a recuperação do trabalhador”, pontua.

 

Ela enfatiza que a atualização de diretrizes periciais e um melhor preparo dos avaliadores para identificar os impactos do trabalho na saúde mental são fundamentais para garantir um reconhecimento mais justo dessas doenças.

 

Direitos do trabalhador

 

A advogada trabalhista Fernanda Costa destaca que os trabalhadores afastados por transtornos psicológicos têm direito a benefícios previdenciários, como o auxílio-doença, e que as empresas precisam cumprir medidas de prevenção obrigatórias.

 

"A empresa deve fornecer um ambiente de trabalho saudável e medidas para prevenir o adoecimento mental, como acompanhamento psicológico e gestão humanizada. Em casos de negligência, o trabalhador pode buscar reparo judicial", explica Fernanda.

 

Segundo a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), no artigo 157, é dever das empresas cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho. Além disso, o artigo 19 da Lei 8.213/1991 prevê que, se a doença mental for caracterizada como ocupacional, o trabalhador tem direito a estabilidade de 12 meses após o retorno ao trabalho.

 

Já a Constituição Federal, no artigo 7º, inciso XXII, garante a redução dos riscos inerentes ao trabalho por meio de normas de saúde, higiene e segurança. Esses dispositivos reforçam a obrigação das empresas em adotar medidas preventivas para garantir a integridade física e mental de seus funcionários.

 

A advogada reforça que, em casos graves, o trabalhador pode pleitear indenização por danos morais e materiais caso a empresa tenha sido omissa. “A Justiça do Trabalho tem reconhecido cada vez mais os impactos do ambiente de trabalho na saúde mental dos empregados, concedendo reparações financeiras significativas em situações comprovadas de assédio moral, sobrecarga e falta de suporte psicológico”, destaca Fernanda.

 

Ela ainda menciona que políticas empresariais eficazes podem reduzir significativamente os afastamentos e minimizar os riscos legais para as empresas. “Programas de bem-estar mental, flexibilização da jornada e acompanhamento contínuo são investimentos que trazem benefícios para ambas as partes”, conclui.

 

Comparativo Global e Local

 

Se compararmos os números de Goiás com os dados globais, observamos que a crise da saúde mental está longe de ser um problema local. A OMS aponta que cerca de 15% dos trabalhadores no mundo sofrem de transtornos mentais.

 

No Brasil, os afastamentos relacionados a esses problemas cresceram mais de 30% nos últimos dez anos. No estado de Goiás, os 11.119 afastamentos representam um dos maiores índices da região Centro-Oeste.

 

A Redação

K2_PUBLISHED_IN Saúde
Ao menos 38.722 pessoas tiveram a vida abruptamente interrompida no Brasil em 2024 devido à violência urbana. O número representa uma média de 106 mortes por dia no país.  
 
Segundo dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), entre janeiro e dezembro do ano passado, foram registrados 35.642 homicídios dolosos (ou seja, intencionais); 1.438 feminicídios; 924 latrocínios e 718 lesões corporais seguidas de morte.
Embora alarmante, o total de assassinatos registrados no ano passado representa uma redução de 5% em relação às 40.768 ocorrências de 2023. Além disso, é o menor número registrado desde 2015 - mantendo a gradual diminuição do número de mortes violentas intencionais iniciada em 2021. Entre 2015 e 2024, ao menos 470.760 pessoas foram assassinadas no país.
 
Em números absolutos, os estados onde mais foram registrados assassinatos em 2024 são Bahia (4.480); Rio de Janeiro (3.504); Pernambuco (3.381); Ceará (3.272); Minas Gerais (3.042); São Paulo (2.937), Pará (2.570) e Maranhão (2.053). Roraima e Acre registraram, respectivamente, 119 e 168 assassinatos, sendo as unidades federativas com os menores números de vítimas de crimes violentos contra a vida.
 
Os resultados foram atualizados nesta quinta-feira (6), na plataforma que a Secretaria Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, mantém na internet, após Rio de Janeiro e São Paulo concluírem a remessa de suas últimas informações. 
Nacionalmente, o número de pessoas assassinadas a cada grupo de 100 mil habitantes baixou de 19,26, em 2023, para 18,21, em 2024. Em 2017, ano em que os órgãos públicos oficiais reportaram o maior número de assassinatos (60.374) dos últimos dez anos, esta mesma taxa foi de 29,42.
 
Ainda em termos proporcionais, a taxa de assassinatos caiu em quase todas as unidades federativas, com destaque para Tocantins, onde ela baixou 10,1 pontos (de 25,4 vítimas por 100 mil habitantes, em 2023, para 15,3, em 2024); Roraima (-7 pontos, chegando a 16,60); Rio Grande do Norte (-6 pontos, alcançando a marca de 21,65); Sergipe (-4,70) e Rio de Janeiro, onde este mesmo índice baixou de 21,96 para 20,35 (-1,61), o que, em termos absolutos, significa que 177 vidas foram poupadas no estado, com o total de vítimas fluminenses diminuindo 3.781 para 3.504 vítimas.   
 
Na contramão destes estados, Ceará (+3,15); Maranhão (+3)) e Minas Gerais (+0,6) registraram pequenos aumentos do número de ocorrências relativas a cada grupo de 100 mil habitantes.
 
Violência policial
 
Os dados relativos a assassinatos no país não incluem as 15.288 mortes sem indícios de crime, mas cujas causas ainda não foram esclarecidas. Nem as 39.846 tentativas de homicídios e os 6.121 óbitos decorrentes da ação policial registrados no ano passado.
 
A Bahia registrou o maior número de mortes por intervenção policial ao longo do ano passado: 1.557. Em seguida, vem São Paulo (814); Rio de Janeiro (699); Pará (593) e Goiás (387).
 
As 6.121 mortes decorrentes da intervenção policial representaram, nacionalmente, uma redução de 4,2% em comparação com as 6.391 ocorrências registradas em 2023, mantendo a tendência de queda iniciada em 2021 – após ter aumentado ano após ano, entre 2015 e 2020.
 
 
A Redação
K2_PUBLISHED_IN Segurança

A arrecadação do governo federal fechou o ano de 2024 em R$ 2,709 trilhões, informou, nesta terça-feira (28), a Receita Federal. É o maior valor registrado na série histórica, iniciada em 1995, e representa crescimento real de 9,6%, descontada a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 2024 contra o ano anterior. Descontada a inflação, o governo arrecadou R$ 2,653 trilhões no ano.

 

Segundo a Receita, o aumento decorreu principalmente da expansão da atividade econômica que afetou positivamente a arrecadação e da melhora no recolhimento do PIS/Cofins (Programa de Interação Social/Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) em razão do retorno da tributação incidente sobre os combustíveis, entre outros fatores.

 

Em entrevista coletiva para apresentar os dados, o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, destacou o aumento na atividade econômica entre os fatores para o resultado.

 

“Os grandes números refletem os resultados importantes da política econômica nos últimos anos, da reativação da economia que vimos no ano passado e que resulta nesse resultado espetacular. Tivemos a reativação de setores inteiros da economia que, com esse aquecimento, voltaram a recolher valores relevantes de tributos. A mínima histórica do desemprego no Brasil, o grande aumento da massa salarial, que têm papel importantíssimo na arrecadação de 2024”, disse o secretário.

Também contribuíram para a arrecadação recorde o crescimento da arrecadação do Imposto de Renda (IRRF Capital) sobre a tributação de fundos e o desempenho do Imposto de Importação e do IPI vinculado à Importação, em razão do aumento das alíquotas médias desses tributos.
“[Esse resultado reflete] uma Receita Federal menos repressiva e mais orientadora do contribuinte, atuando na desoneração do pequeno contribuinte, do empresário produtivo e focando a fiscalização e arrecadação naqueles que antes não contribuíam com a uma parcela justa, especificamente nas grandes rendas passivas no Brasil, na tributação dos super-ricos”, afirmou. “Trabalhamos para trazer para a tributação aqueles que não estavam, trazer para a tributação aqueles com patrimônio de centenas de milhões de reais em fundos fechados, em outros países, e que nunca recolheram”, acrescentou Barreirinhas.
No ano passado, os principais indicadores apontaram para um bom desempenho macroeconômico do setor produtivo. A produção industrial teve cresceu 3,22%; a venda de bens, 3,97%; e a venda de serviços, 2,9%. O valor em dólar das importações teve resultado positivo de 8,65% e o crescimento da massa salarial ficou em 11,78%.
Entre os tributos, a arrecadação da Cofins/PIS-Pasep somou R$ 541,743 bilhões, um aumento de 18,6% em relação ao ano de 2023. As contribuições previdenciárias fecharam em R$ 685,012 bilhões, crescimento de 5,34% em relação a 2023; Imposto sobre Importação e IPI-Vinculado, com arrecadação de R$ 109,608 bilhões, aumento de 33,75% na comparação com 2023.
O IRRF-Rendimentos de capital fechou o ano passado com arrecadação de R$ 146,539 bilhões, crescimento de 13,12%. Já o Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) arrecadaram R$ 502,720 bilhões, alta de 2,85%.
No recorte setorial, as maiores altas nominais de arrecadação em 2024 se deram nas áreas de comércio atacadista, que recolheu R$ 171,285 bilhões; entidades financeiras, R$ 288,621 bilhões; combustíveis, R$ 105,354 bilhões; atividades auxiliares do setor financeiro, R$ 86,044 bilhões; e fabricação de automóveis, com R$ 63,907 bilhões.
O resultado da arrecadação também foi positivo em dezembro do ano passado, ficando 7,78% acima da inflação e recolhendo R$ 261,265 bilhões. 
 
Agência Brasil
K2_PUBLISHED_IN Economia

O Brasil registrou 38.075 assassinatos em 2024, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (17) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

 

O número representa uma queda de 6% em relação ao total de 40.768 mortes violentas intencionais registradas em 2023. O levantamento abrange homicídios dolosos, feminicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte, conforme dados fornecidos pelos estados e disponibilizados na plataforma do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp).

 

Em termos proporcionais, a taxa de homicídios foi de 17,9 mortes por 100 mil habitantes, em comparação com 19,3 por 100 mil em 2023. Este é o quarto ano consecutivo de queda no número de assassinatos, após um pico registrado em 2020, quando o Brasil contabilizou 45.522 mortes. A diminuição acumulada desde então é de 16%.

 

É importante observar que o estado do Rio de Janeiro não enviou os dados referentes ao mês de dezembro de 2024 até o momento da divulgação. Além disso, os estados de Alagoas, Roraima e São Paulo não forneceram todos os dados, resultando na ausência de parte das informações.

 

Mortes pela polícia

 

Os dados de mortes violentas não incluem as chamadas Morte Decorrente de Intervenção Policial (MDIP), que são separadas das estatísticas de assassinatos. Em 2024, as polícias do país registaram 6.028 mortes, uma queda de 6% em relação aos 6.399 casos registados em 2023. O número de agentes de segurança mortos foi de 192, mantendo-se praticamente estável em comparação com os 191 mortos no ano anterior.

 

Outros crimes

 

O número de feminicídios em 2024 foi de 1.400, apresentando uma queda de 4% em relação aos 1.450 registrados em 2023. Os estupros também registraram uma redução de 5%, com 78.395 casos, contra 82.191 no ano anterior.

 

No entanto, os estupros têm mostrado um crescimento significativo ao longo dos anos, com um aumento de 67% desde 2015, quando foram registrados 46.985 casos.

 

mais goiás

K2_PUBLISHED_IN Segurança

O total de consumidores premiados nos sorteios da Nota Fiscal Goiana (NFG) em 2024 que não resgataram o dinheiro é de 654 pessoas. Os contemplados têm prazo de 90 dias para requerer a premiação, contados a partir da homologação do resultado publicada no Diário Oficial do Estado de Goiás. Desses, 205 ainda podem sacar os prêmios, com data limite até 29/01 para o sorteio nº 94, até 16/03 para o sorteio nº 95 e até 20/03 para o sorteio nº 96.

 

O procedimento para resgatar a premiação em dinheiro é simples: basta acessar o site da Nota Fiscal Goiana (https://goias.gov.br/nfgoiana/), realizar o login com CPF e senha, e no quadro premiação clicar em Resgatar e preencher os dados bancários.

 

O pagamento é realizado pelo Governo de Goiás em até 30 dias. Os valores não resgatados voltam para o Tesouro Estadual. O valor total dos prêmios que não foram sacados em 2024 é de R$ 596.000,00.

 

O coordenador da NFG, Leonardo Vieira de Paula, explica que “o resgate deve ser feito, exclusivamente, no site oficial do programa”, e que após a realização dos sorteios mensais “é enviada uma mensagem para o e-mail cadastrado pelo consumidor contemplado, informando o resultado, por isso é de suma importância manter o cadastro atualizado”, resumiu.

 

Para evitar transtornos a recomendação é ficar atento aos resultados mensais divulgados no site da NFG (https://goias.gov.br/nfgoiana/).

 

A Secretaria da Economia reforça a orientação para que os vencedores não repassem seus dados pessoais para terceiros. A coordenação do programa Nota Fiscal Goiana não solicita qualquer pagamento dos contemplados para liberar o prêmio. O resgate deve ser feito exclusivamente pelo site oficial do programa: https://goias.gov.br/nfgoiana/.

 

Agência Cora de Notícias 

K2_PUBLISHED_IN Estado

A balança comercial goiana atingiu superávit de US$ 6,6 bilhões no saldo da de janeiro a dezembro de 2024, de acordo com relatório da Superintendência de Comércio Exterior e Atração de Investimentos Internacionais, divulgado pela Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Serviços (SIC).

 

O resultado é reflexo de US$ 12,2 bilhões em exportações e US$ 5,6 bilhões em importações.

 

“Com uma gestão responsável do governo estadual, Goiás tem se destacado no cenário brasileiro com índices acima da média nacional em diversas áreas da economia e isso se reflete no desempenho da balança comercial. Pretendemos manter o trabalho que garantiu excelentes resultados em 2024, para que o ano de 2025 seja ainda melhor”, destaca o titular da SIC, Joel de Sant’Anna Braga Filho.

 

Destaques da balança comercial goiana

 

Rio Verde se destaca como o maior município exportador de Goiás, correspondendo a US$ 3,1 bilhões (29,88%) de todas as exportações realizadas pelo estado. Jataí e Mozarlândia vêm em seguida, representando US$ 1 bilhão (10,06%) e U$ 676,6 milhões (6,34%) dos valores exportados, respectivamente. O principal destino é a China, que recebeu 50,19% das exportações no ano passado.

 

A China também é o principal país de origem das importações goianas, representando uma parcela de 27,28% ao longo do ano, acompanhada por Alemanha (13,98%) e Estados Unidos (13,74%). Anápolis é o maior município importador do estado, recebendo 47,03% de todas as importações realizadas em 2024.

 

No levantamento referente apenas a dezembro de 2024, o saldo comercial goiano foi de US$ 302 milhões, apresentando valores de exportação de US$ 755 milhões e de importação de US$ 453 milhões. Referente aos produtos vendidos, destacam-se em 2024 o complexo soja (54,55%), carnes (18,79%), ferroligas (7,62%) e Complexo do Milho (7,57%).

 

Brasil

 

No mês de dezembro de 2024, a balança comercial brasileira teve saldo positivo de US$ 4,8 bilhões, apresentando valores de exportação de US$ 24,9 bilhões e de importação de US$ 20 bilhões.

 

Agência Cora de Notícias 

K2_PUBLISHED_IN Agricultura

O observatório europeu Copernicus confirmou que 2024 será o ano mais quente já registrado, superando os índices de 2023, que anteriormente detinha o recorde.

 
 
Dados revelados indicam que as temperaturas médias globais de janeiro a novembro de 2024 ficaram 0,72°C acima da média histórica entre 1991 e 2020. O último novembro foi o segundo mais quente da história, com uma média de 14,10°C, superando níveis pré-industriais em 1,62°C, um marco crítico para o aquecimento global.
 
Os cientistas destacam que 16 dos últimos 17 meses apresentaram temperaturas globais acima de 1,5°C em relação aos níveis pré-industriais, considerado o limite máximo para evitar as consequências mais graves das mudanças climáticas. Samantha Burgess, do Copernicus, afirmou que, embora ainda não seja uma violação definitiva do Acordo de Paris, o cenário reforça a urgência de ações climáticas globais mais ambiciosas.
 
Além das temperaturas atmosféricas, os oceanos também registraram calor recorde em novembro, com uma média de 20,58°C na superfície em regiões tropicais e temperadas. Na Antártida, o gelo marinho atingiu o menor nível já registrado para o mês, enquanto no Ártico, os valores ficaram 9% abaixo da média histórica. Os dados, somados a eventos climáticos extremos como secas severas na América do Norte e enchentes na Ásia e Austrália, refletem os impactos do aquecimento global e ressaltam a necessidade de medidas urgentes para reduzir as emissões de gases de efeito estufa.
 
 
Olha Goiás
K2_PUBLISHED_IN Previsão

Na manhã desta segunda-feira (9), o Sebrae Goiás apresentou o balanço anual, destacando um expressivo crescimento do empreendedorismo no estado. Apenas em 2024, foram registradas mais de 96 mil novas empresas, o que representa um aumento de 24% em comparação ao mesmo período de 2023. Os setores de comércio e serviços lideraram a abertura de novos negócios, seguidos pela indústria e pelo agronegócio.

 

O relatório apontou que com a criação de novas empresas, o estado gerou 55 mil novos empregos. Esses números reforçam o papel das micro e pequenas empresas no desenvolvimento regional. Atualmente, Goiás conta com 790 mil pequenos negócios, que representam 94% das empresas ativas no estado.

 

“Nos últimos dois anos, o Sebrae Goiás já alcançou 1,1 milhão de atendimentos, cumprindo mais da metade da meta de 2 milhões prevista para quatro anos. O desempenho superou as expectativas e reforça o compromisso da entidade com o fortalecimento do empreendedorismo”, afirmou Mário Schreiner, presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae.

 

Para o próximo ano, o Sebrae Goiás planeja ampliar seus projetos voltados para inclusão e diversidade. Uma das iniciativas destacadas é o apoio a empreendedores com deficiência visual, além de programas específicos para mulheres e jovens.

 

“Lançamos produtos exclusivos para pessoas com deficiência visual, garantindo que tenham pleno acesso às informações necessárias para empreender. Também temos investido no empreendedorismo feminino e no programa Go Jovem, que incentiva jovens a criarem seus próprios negócios”, explicou Antônio Carlos de Souza Lima Neto, Diretor superintendente do Sebrae Goiás

 

Empreender: o maior sonho dos brasileiros

 

Durante o evento, foi apresentada uma pesquisa que apontou o empreendedorismo como o maior sonho dos brasileiros, ficando atrás apenas do desejo de viajar pelo país e de adquirir a casa própria.

 

Mais Goiás

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O relatório apontou que com a criação de novas empresas, o estado gerou 55 mil novos empregos. Esses números reforçam o papel das micro e pequenas empresas no desenvolvimento regional. Atualmente, Goiás conta com 790 mil pequenos negócios, que representam 94% das empresas ativas no estado.

 

“Nos últimos dois anos, o Sebrae Goiás já alcançou 1,1 milhão de atendimentos, cumprindo mais da metade da meta de 2 milhões prevista para quatro anos. O desempenho superou as expectativas e reforça o compromisso da entidade com o fortalecimento do empreendedorismo”, afirmou Mário Schreiner, presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae.

 

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