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K2_DISPLAYING_ITEMS_BY_TAG Lula

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) teve um encontro com o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), ex-presidente da Câmara Federal, nesta quarta-feira, 05. O petista tem feito diversas reuniões em Brasília para articular uma estratégia para as eleições de 2022.

 

Na reunião, Lula sinalizou a Maia a importância da união dos partidos de esquerda e centro para fortalecer a oposição ao presidente Jair Bolsonaro. O ex-presidente também conversou nos últimos dias com Gilberto Kassab (PSD) e com os deputados Alessandro Molon (PSB-RJ) e Marcelo Freixo (PSol-RJ).

 

O petista tem destacado que um dos principais objetivos dos partidos que se opõem a Bolsonaro para 2022 deve ser o de derrotá-lo no Rio de Janeiro, berço eleitoral do mandatário.

 

O argumento defendido por Lula é o de que mesmo que cada partido de esquerda ou de centro queira lançar os próprios nomes na corrida presidencial de 2022, o enfraquecimento de Bolsonaro no Rio de Janeiro e nos demais estados do país pode frustrar os planos do chefe do Executivo de conseguir a reeleição.

 

Lula também se encontrou com o senador Fabiano Contarato (Rede-ES) na manhã de terça-feira, 04. O ex-presidente reforçou o convite para o senador se filiar ao PT. Depois, o ex-presidente se encontrou com o ex-senador e presidente do MDB no Ceará, Eunício Oliveira. Os temas foram as alianças regionais para as eleições de 2022 e sobre a pandemia.

 

Fonte: Jornal Opção

K2_PUBLISHED_IN Polícia

A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou, nesta quinta-feira, para retirar os processo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva da 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável pela Lava-Jato. Eles entenderam que as ações penais não têm relação com os desvios da Petrobras, foco da operação. Com isso, também há maioria para confirmar a decisão que anulou as condenações de Lula. Mas ficou no ar sobre qual unidade da Justiça Federal ficará responsável pelos processos: se a de Brasília, como quer o relator, Edson Fachin, ou a de São Paulo, como sugeriu o ministro Alexandre de Moraes.

 

Além de Fachin e Moraes, votaram para retirar os processos de Curitiba os ministros Rosa Weber, Dias Toffoli, Gilar Mendes, Ricardo Lewandowski e Cármen Lúcia. Até agora, apenas Nunes Marques se posicionou de forma contrária.

 

Para Fachin, “não procede” o recurso da Procuradoria-Geral da República contra sua decisão que declarou a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para julgar os processos de Lula. O ministro argumentou que a definição de parâmetros sobre a competência da 13ª Vara Federal começou ainda em 2015, por questão de ordem suscitada pelo ministro Dias Toffoli. No caso concreto, que envolvia acordo de colaboração premiada, disse Fachin, ficou decidido que “nenhum órgão jurisdicional pode se arvorar de juízo universal de todo e qualquer crime relacionado a desvio de verbas para fins político-partidários, à revelia das regras de competência”.

 

Fonte: Mais Goiás

K2_PUBLISHED_IN Política
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