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Mapa publica portaria que garante preço mínimo do milho

Por Marcelo Justo 08 Agosto 2014 Publicado em Agricultura
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Plantação de milho Plantação de milho Arquivo Faeg

Atendendo reivindicações feitas acerca de um mês por entidades de classe como a Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), a Aprosoja Goiás e a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou, nesta quarta-feira (6/08), portaria interministerial que garante o preço mínimo do milho. O documento autoriza o início das operações do Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural ou suas cooperativas (Pepro).


Com o início da colheita da segunda safra de milho os preços nas regiões onde está concentrada a maior produção do grão sofreram queda significativa, ficando entre 20 e 30% abaixo do preço mínimo de garantia. Em Goiás, onde o preço mínimo é de R$17,46, os preços variam entre R$15,00 e 17,00 por saco de 60 quilos, dependo da distância entre o produtor e os polos de consumo.


Com a portaria do Mapa, foi autorizado o repasse de R$ 500 milhões de reais, para pagamento do Prêmio, volume este que pode atingir entre 10 e 12 milhões de toneladas, atendendo a vários estados produtores onde o preço estiver abaixo do mínimo.


Além da liberação da verba, o Mapa e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) já estabeleceram as normas para o 1º leilão que deve acontecer no próximo dia 20. Nesta primeira operação, apenas Mato Grosso, onde a situação é mais crítica, será atendido, mas já existe um compromisso do Mapa de que outros estados serão inseridos nos próximos editais.


Entenda o caso
Somadas as colheitas das safras (primeira e segunda) do milho passou a existir uma forte oferta do produto em Goiás, o que começou a impactar em reflexos negativos nos preços comercializados pelo milho.


No início do mês de julho, os preços do milho dentro do estado já haviam recuado cerca de 15% em um período de 30 dias. Em algumas regiões do estado, como no Sudoeste, os preços já estavam abaixo do preço mínimo estabelecido pelo governo federal, de R$ 17,46.


A fim de dar sustentação ao preço do grão e promover o escoamento da produção, a Faeg e a Aprosoja Goiás solicitaram a atuação do Governo Federal, por meio das políticas de apoio a comercialização, como as definidas pela Política de Garantia de Preço Mínimo (PGPM), utilizando os instrumentos de aquisições diretas (AGF) e de equalização de preços (Pepro).


Fonte: Faeg

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