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Entenda a reação rara que deixou bebê de Anápolis com 70% do corpo coberto por “queimaduras”

Por Lucas Silva 20 Setembro 2021 Publicado em Região
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A reação rara que deixou bebê de Anápolis com 70% do corpo coberto por “queimaduras” partiu de uma combinação de uma doença e medicamento anticonvulsivante. Garota diagnosticada com a síndrome de Stevens-Johnson está internada em estado grave em uma UTI de Goiânia.

 

Por enquanto, a menina não tem previsão de alta. O quadro, segundo os médicos é de necrólise epidérmica tóxica (NET), que é uma reação grave e rara, também conhecida como síndromes de Lyell.

 

Conforme dados dos Anais Brasileiros de Dermatologia, a doença acomete de duas a seis pessoas a cada um milhão por ano no Brasil e é caracterizada por feridas de pele que se assemelham a queimaduras.

 

De acordo com o supervisor da unidade de queimados do Hospital de Urgências Governador Otávio Lages de Siqueira (Hugol), o cirurgião-plástico Fabiano Arruda, esta é uma reação autoimune, em que o sistema imunológico produz anticorpos que atacam o próprio corpo.

 

Com a reação, a pele se solta, assim como em uma queimadura causada por causas externas. Assim, o paciente tem mais tendência à desidratação e outras infecções. Por isso, precisa ficar coberto com os curativos apropriados e sob cuidado intensivo.

 

“É importante ter um suporte adequado para que o organismo reaja e evolua de forma satisfatória. Com a medicação e com o tempo, o paciente vai se livrando e se regenerando”, explicou reforçando que a tendência é de ter uma boa evolução.

 

Fonte: Mais Goiás