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Queda na criminalidade faz de Goiás referência nacional em Segurança Pública

Por Marcelo Justo 11 Setembro 2019 Publicado em Estado
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PM-GO PM-GO Reprodução/Tv Anhanguera

Os números da Segurança Pública em Goiás são surpreendentes e evidenciam a queda acentuada de todos os crimes violentos no Estado.


De acordo com a Secretaria Estadual de Segurança Pública (SESP), essa redução só foi alcançada, porque o atual governo implantou uma nova metodologia de trabalho, amparada no tripé Integração, Inteligência e Integridade.


De janeiro a julho de 2019, todas as modalidades de roubos caíram drasticamente e os crimes contra a vida também sofreram quedas expressivas:


●- 17,40% nos homicídios;

●- 37,31% nos latrocínios;

●- 49,19% nos roubos a transeuntes;

●- 57,70% nos roubos de veículos;

●- 49,58% nos roubos ao comércio;

●- 70,59% nos roubos a instituições financeiras;

●- 66,67% nos roubos de carga.


A comparação é com o mesmo período do ano passado.


“Só é possível alcançar um resultado como esse quando a parceria entre todas as forças policiais – Civil, Militar, Federal, Rodoviária Federal, etc. – se torna uma realidade diária. Além disso, temos mostrado à população que estamos comprometidos com um trabalho sério e transparente, que não poupa as investigações, nem o próprio governo. E, para completar esta nova mentalidade, há o investimento nos serviços de inteligência”, explica o secretário de Segurança Pública, Rodney Miranda.


O titular da SESP, escolhido pelo governador Ronaldo Caiado, sabe bem do que está falando.


Experiência e resultados não faltam no currículo do gestor, que já foi agente e delegado da Polícia Civil do Distrito Federal até passar no concurso da Polícia Federal.


Miranda acumula, ainda, passagens como secretário de Segurança Pública do Espírito Santo e de Defesa Social de Pernambuco.


“Em Goiás, o governador Ronaldo Caiado deu total liberdade de atuação às forças policiais; o limite deles é, apenas, a lei. Este governo também corrigiu a distorção de salários que existia na Segurança Pública, com a terceira classe, que recebia menos, porém, desenvolvendo as mesmas atividades dos colegas. Tenho certeza de que com a valorização de todos os componentes da Segurança Pública, somada à integração das forças – que trabalham em conjunto, deixando a vaidade de lado –, e ao uso daInteligência, Goiás vai se consolidar como referência na área, na verdade, como já vem acontecendo”, destaca Rodney, ao lembrar que o presidente Jair Bolsonaro tem citado o Estado como exemplo em vários dos seus discursos.


Não há trégua para o crime
“Eu tenho dito, aonde quer que eu vá, que Goiás tem, hoje, as melhores polícias do Brasil. Estamos desbaratando quadrilhas nacionais e internacionais de tráfico de drogas, de roubo de cargas e de desmanche de carros. Já prendemos gente até em São Paulo. Os bandidos começaram a mudar de rota, estão evitando Goiás. Infelizmente, nosso Estado tinha se tornado uma Disneylândia para todo tipo de criminoso. Agora, a conversa é outra. Não estamos dando descanso pra criminalidade. Desafio qualquer Estado do Brasil a apresentar dados mais robustos que os de Goiás”, pontua o governador Ronaldo Caiado sempre que comenta o trabalho das forças de segurança do Estado.


O impacto da equação “prevenção mais inteligência” tem sido mais do que perceptível para o cidadão goiano.


As polícias goianas conseguiram desarticular 130 quadrilhas no Estado entre janeiro e julho deste ano.


A maioria delas, segundo a SSP, estava ligada ao tráfico de drogas e a roubos a instituições financeiras.


Mais de 42 toneladas de drogas foram apreendidas nesse período, número recorde na história de Goiás.


A apreensão de armas, no mesmo período, também chama a atenção: quase 4 mil foram tiradas de circulação – destaque para as de grosso calibre, como metralhadoras, fuzis, rifles e kits rajada, que transformam pistolas em metralhadoras.


Os índices de criminalidade evidenciam o resultado dessas ações: 70% de queda nos roubos a instituições financeiras, o que inclui lotéricas e caixas eletrônicos, e 66% no roubo de cargas.


Uma consequência prática na vida do cidadão é que o valor dos seguros de carga caiu muito em Goiás, reduzindo custos para as empresas, o que por sua vez impacta a atividade econômica e a geração de empregos.


A melhora da sensação de segurança é nítida, não apenas na capital como também no Interior do Estado.


O tal do “Novo Cangaço”, quadrilhas que aterrorizavam os goianos, explodindo agências bancárias e sequestrando cidades inteiras, não é mais visto em Goiás.


Estão no passado, por exemplo, aquelas situações vivenciadas pelos moradores de Ipameri, em maio de 2018, quando bandidos explodiram três bancos, um posto dos Correios, roubaram uma joalheria e ainda incendiaram uma caminhonete, bloqueando o tráfego na rodovia GO-330. Tudo isso na mesma madrugada.


Entre 2014 e 2018, 22 municípios goianos tinham sido vítimas desse gênero de ação, o que levou a imprensa a cunhar o termo “Novo Cangaço”.


Nem um único episódio desses aconteceu desde que uma nova política e um novo comando foram estabelecidos na Segurança Pública do Governo de Goiás.


Vale acentuar que a efetividade do trabalho das forças de segurança de Goiás não está apenas nas mais de 9 mil operações realizadas ou na queda acentuada dos índices criminais, está também na resolutividade das investigações.


Cerca de 90% dos inquéritos de homicídio abertos este ano foi solucionado, com a identificação de autoria e a prisão dos suspeitos.


Crimes do passado, que há anos aguardavam desfecho, foram, enfim, resolvidos.


Famílias que viviam a angústia de ver soltos os criminosos que ceifaram a vida de entes queridos começam a ter alívio e paz.


“A sensação de impunidade é um poderoso combustível da criminalidade. Em Goiás, quem escolheu a vida do crime começa a entender que esse caminho não compensa. Além do que, quem perde um familiar, quer a resposta do Estado, e é nosso compromisso não deixar crimes impunes”, pontua o delegado-geral do Polícia Civil, Odair José.


“Na campanha que me levou ao Governo de Goiás, eu assumi o compromisso de fazer da segurança pública uma prioridade. Goiás tinha se transformado em território livre para a criminalidade. Os homicídios haviam subido 64% em uma década. Grandes quadrilhas não eram importunadas. Quando uma investigação começava a avançar, vinha a ordem para engavetá-la. Tudo o que as nossas polícias queriam era liberdade e respaldo para fazer cumprir a lei. Hoje, elas têm não apenas apoio integral do governo para combater o crime, como a gratidão do governador e o reconhecimento da sociedade. O bandido já entendeu que, no nosso governo, ou ele muda de profissão ou muda de Goiás”, ressalta o governador Ronaldo Caiado.


Fonte: G1 Goiás (com adaptações)

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