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RIO VERDE | Venda de caminhonetes já movimentou mais de R$ 18 milhões em apenas dois dias da Tecnoshow 2019

Por Marcelo Justo 10 Abril 2019 Publicado em Região
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Caminhonete Caminhonete Reprodução/Tv Anhanguera

As empresas que vendem caminhonetes e carros conseguiram movimentar R$ 18 milhões em vendas em apenas dois dias da Tecnoshow 2019, em Rio Verde (GO).


A feira, que é uma das maiores em agronegócio no país, ocorre até sexta-feira (12/04), quando os clientes ainda podem encontrar descontos e condições diferenciados.


Também há aumento na procura por caminhões.


Em um dos estandes, a vendedora Adriana Rocha informou que foram comercializados cerca de 60 veículos no período.


Ela disse que a saída principal é de caminhonetes, que só na feira estão com 14% de desconto. A empresa já vendeu cerca de R$ 8 milhões.


"Na Tecnoshow a gente traz essa oportunidade para o agropecuarista. É uma oportunidade única. Além do desconto, estamos com taxa de 0,99% ao mês para todos os carros comprados aqui", explicou.


Aproveitando a oportunidade de encontrar melhores condições para negociar, o casal de empresários Humberto Ferreira e Luziane Ribeiro está procurando uma picape. Eles disseram que estão olhando as propostas da feira e devem fechar negócio.


"As condições tenho achado bem favoráveis. O custo benefício bem melhor que no mercado. A gente está definindo por marca. Olhamos algumas e estamos vendo o que nos agrada mais. As chances são boas de comprarmos aqui", comentou.


Outra empresa vendeu cerca de R$ 6 milhões em veículos em um dia e meio de feira. Eles relatam que, só de caminhonetes, já foram quase 40.


"Os clientes são, geralmente, produtores rurais que usam os veículos para trabalho. De condições especiais para feira temos um modelo com R$ 40 mil de desconto e outro, com R$ 30 mil", explicou o gerente de vendas Danillo Borges.


Uma terceira companhia fez cerca de R$ 1,5 milhão em vendas de veículos.


No local, os clientes conseguem até 27% de desconto em alguns modelos, como explicou o gerente de vendas Jayme David.


"Ontem vendemos um total de 20 carros, a maioria caminhonetes. Pra beneficiar o cliente da feira temos descontos fora da nossa tabela comum de preços. O objetivo é vender entre 60 e 70 veículos".


Outra concessionária estima que as vendas no primeiro dia e meio tenha ficado em torno de R$ 2,7 milhões.


De acordo com o gerente de vendas da regional, Bruno Campos, o movimento da feira tem sido satisfatório.


"Está dentro das expectativas. O pessoal tem feito muita pesquisa, o cliente está atualizado para analisar bem o produto. Nossa meta é fechar ente 70 e 100 vendas de pick UPS na feira. Destas, já fechamos 18 negócios", detalhou.


Caminhões
Conforme empresas do ramo, desde a greve dos caminhoneiros, em 2018, o setor vem registrando crescimento.


O motivo, segundo os empresários, é o aumento da tabela do frete.


Assim, retomaram os investimentos nos caminhões para que os próprios agropecuaristas tenham a opção de fazer ao menos alguns dos transportes.


Uma das companhias registrou aumento de 50% das vendas no ano anterior, como detalhou o gerente regional de vendas Fabrício Freie.


"Especificamente no mercado de caminhões pesados foi o mais expressivo. Para este ano esperamos um crescimento de 20% acima do que foi registrado no ano passado. Aqui para a feira já mantivemos os preços sem reajuste do segundo trimestre de 2018 e estamos com desconto de até R$ 10 mil por caminhão. Até agora, já temos pedido e tirado em torno de 20 caminhões e nosso objetivo é fechar 110 vendas", disse.


O gerente da filial de outra marca, Antônio de Jesus Milhomem, avaliou o mesmo.


De acordo com ele, que vende caminhões para cargas leves e médias, foi possível perceber que os veículos de cargas pesadas tiveram crescimento no último ano.


Para a categoria em que ele trabalha, a média de crescimento, segundo ele, foi de cerca de 3%. Para a Tecnoshow, ele afirma estar confiante.


"Pelo fluxo vamos ter uma feira tão boa quanto ou melhor um pouco do que a do ano passado. Temos valor médio de R$ 5 mil baixo da tabela. No segmento que operamos não houve impacto tão grande, mas houve um crescimento médio", avaliou.


Fonte: G1 Goiás (com adaptações)

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