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Obras primas da MPB foram imortalizadas por grandes compositores e intérpretes

Por Marcelo Justo 30 Novembro 2018 Publicado em Música
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Imagem ilustrativa Imagem ilustrativa Reprodução

A Música Popular Brasileira (MPB) é, sem dúvidas, uma das maiores riquezas da cultura brasileira.


É um estilo musical prestigiado no mundo e reúne os símbolos da identidade do povo brasileiro: os hábitos, a maneira de falar, de viver, em diferentes contextos sociais e culturais.


Algumas de tantas canções inesquecíveis merecem a lembrança, tanto dos compositores e intérpretes, quanto da história das composições.


Reunimos 8 canções que pertencem ao tesouro imortal da Música Popular Brasileira.


1. Sangrando (Gonzaguinha)
Gonzaguinha é uma das principais referências dentre os compositores brasileiros.


Autor de memoráveis canções como ‘O que é, o Que é?’ e ‘Lindo Lago do Amor’, está entre os nomes da música nacional mais prestigiados ao redor do mundo.


‘Sangrando’ está entre as obras mais viscerais do músico e que ilustram o que a perda desse artista, vítima de um acidente automobilístico em 1991, representou para o cenário da MPB.


2. Tristeza do Jeca (Angelino Oliveira)
A canção ‘Tristeza do Jeca’, inspirada no personagem Jeca Tatu, de Monteiro Lobato, do romance ‘Urupês’, é um dos clássicos mais importantes da música sertaneja nacional.


Composta por Angelino Oliveira, a música foi imortalizada na interpretação da dupla sertaneja Tonico & Tinoco.


3. As Rosas Não Falam (Cartola)
A primeira versão comercial deste clássico da MPB foi lançada em 1976 pela cantora Beth Carvalho, no álbum Mundo Melhor.


A história dessa canção é uma das mais inspiradoras. Certo dia, Cartola levou à sua mulher Dona Zica, uma muda de rosas que havia plantado em seu jardim.


Depois de alguns dias, ela viu o desabrochar dos botões e disse: “Cartola, venha aqui! Venha ver o jardim! Por que é que nasceu tanta rosa?”. Ele respondeu: “Não sei, Zica. As rosas não falam!”. E foi assim que surgiu uma das canções mais lindas da música brasileira.


4. Samba da Bênção (Vinicius de Moraes)
Um dos mais consagrados compositores brasileiros, Vinicius de Moraes compôs inúmeras músicas que são referências para a cultura brasileira, como ‘Canção do Amor Demais’, ‘Estrada Branca’, ‘Outra Vez’, dentre tantas outras.


Em parceria com o compositor e violonista Baden Powell, também compôs vários sucessos com destaque para ‘Samba da Bênção’, uma mistura de melodia e poesia declamada: É melhor ser alegre que ser triste; Alegria é a melhor coisa que existe; É assim como a luz no coração.


5. Tempos Modernos (Lulu Santos)
Lulu Santos já compôs muitos sucessos como ‘Um Certo Alguém’, ‘Como Uma Onda’, ‘Sereia’, entre outros, mas ‘Tempos Modernos’, composta em 1982 chama a atenção pelo brilhantismo e atemporalidade da letra.


Trata-se de uma canção otimista que ainda é parte do desejo de quem ouve ‘Eu vejo um novo começo de era, de gente fina, elegante, sincera’.


6. Como Nossos Pais (Elis Regina)
Essa composição de Belchior se tornou imortal na voz de Elis Regina, e assim, está entre os grandes clássicos da MPB.


Elis sempre dava às canções um tom de passionalidade, o que fazia com que as músicas em sua voz se tornassem hinos.


Além disso, ‘Como Nossos Pais’ leva as pessoas a refletirem em diferentes gerações, e assim como todo grande clássico, é capaz de tocar os corações independentemente do tempo.


7. Meu Mundo Caiu (Maysa)
A compositora Maysa desde criança sonhava em ser cantora. Foi uma jovem a frente de seu tempo que costumava ‘chocar’ por suas atitudes, pensamentos e discursos.


Divorciou-se de Jayme Monjardim Matarazzo em 1957, após muitas discussões e pelo fato de que ele nunca aceitou a vocação de cantora da esposa.


Após o divórcio, em 1958, a cantora mudou-se para o Rio de Janeiro, lançou o disco Convite para Ouvir Maysa nº 2, considerado pela crítica como obra irretocável e a música ‘Meu Mundo Caiu’ se tornou o sucesso daquele ano.


8. Aquarela do Brasil (Ary Barroso)
Na década de 1930, século passado, era marca da música brasileira os ‘samba-exaltação’.


Composta pelo prestigiado Ary Barroso, que se dizia ‘pianeiro’, porque nunca havia estudado piano, a música ‘Aquarela do Brasil’ é considerada o segundo Hino Nacional.


A melhor interpretação dessa música está no disco ‘Brasil’, com a participação de João Gilberto, Caetano Veloso e Gilberto Gil.

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