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Ceasa-GO passará por reestruturação física e de gestão

Por Eduardo Candido 08 Fevereiro 2012 Publicado em Agricultura
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Mercado da Ceasa, em Goiânia Mercado da Ceasa, em Goiânia Reprodução

O secretário da Agricultura, Pecuária e Irrigação de Goiás, Antônio Flávio Camilo de Lima, instituiu dia (7), por meio de uma portaria, uma comissão para diagnosticar e elaborar uma proposta de reestruturação das Centrais de Abastecimento de Goiás (Ceasa).

A comissão será composta João Pedro Fiorini, da Seagro, Crézio de Morais, da Agrodefesa, Carlos César de Queirós, da Emater e o diretor técnico do Ceasa, Orlando Kumagai. A primeira reunião do grupo será nessa quinta-feira (9), às 8h30 na Seagro. Depois do encontro, será feita uma visita técnicas às centrais para que os membros da comissão conheçam de perto, a estrutura e o trabalho realizado no local.

A Ceasa hoje é um dos principais canais de escoamento da produção de pequenos agricultores do Estado. Nos dias de maior movimento, passam pelo local cerca de 15 mil pessoas. Desse universo, dois mil são trabalhadores, 500 são concessionários ou permissionários e apenas 30 são servidores do órgão. Trata-se de um movimento gigantesco, em uma estrutura que não o comporta mais. Segundo Kumagai, está entre as metas da comissão melhorar a gestão das centrais para atender a exigência do consumidor e proporcionar mais conforto para quem trabalha lá.

Somente nas chamadas “pedras” da Ceasa frequentam cerca de 400 produtores, esses e os demais comercializam quase tudo que é colocado à venda. Uma boa parte desse total é pequenos produtores, que somente lá conseguem escoar a produção. De acordo com Kumagai, 55% dos produtos comercializados no Ceasa são produzidos em Goiás. De lá, os hortifrutigranjeiros vão para os Estados do Tocantins, Pará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Distrito Federal, Bahia e sazonalmente para outras regiões do País.

Kumagai diz que o grupo vai se empenhar para resolver os problemas de infraestrutura do Ceasa, dando enfoque na melhoria da gestão de forma que as centrais atraiam investimentos. “Temos que tornar a Ceasa mais competitiva e atraente para o consumidor que está a cada dia mais exigente. Temos que nos preparar para isso”, disse. Ele reforça a Ceasa precisa se estruturar para acompanhar a própria evolução dela e de quem lá trabalha.

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